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1 de novembro de 2012
NORTE DE MINAS
Estamos chegando no norte de Minas.
Montes Claros, Januária e Bocaiúva agora vão conhecer a ONG Eu Posso!
Montes Claros, Januária e Bocaiúva agora vão conhecer a ONG Eu Posso!
30 de outubro de 2012
DEZ DICAS PARA AJUDAR O PLANETA... QUE VOCÊ PODE FAZER!
Existem algumas coisa que podemos fazer para ajudar
com a melhoria de nosso mundo, nossa cidade ou até mesmo nosso bairro.
Aqui vão algumas idéias retiradas de um blog que achei bem
interessantes.
1 – Não dirija 1 em 5 dias : Durante a semana escolha um dia, apenas um dia para deixar o carro em casa. Converse com colegar de trabalho e se organize para irem juntos ao trabalho, assim você vai estar ajudando a diminuir a emissão de carbono no ar e melhorar a qualidade de nossa cidade.
2 – Mantenha sua geladeira cheia : Parece brincadeira mas não é. Um refrigerar vázio consome mais energia do que um cheio, se não puder manté-lo cheio de comida coloque garafas de água.
3 – Desligue as coisas : Sempre nos lembramos de desligar as grandes coisas de nossa casa mas a pequenas são sempre esquecidas mas, também gastam energia.
4 – Pare de enviar email ‘junk’ :Email sem importância são impressos constantemente em todas as partes do mundo, evitando enviar estes email você ajuda a não gastar papel.
5 – Leve suas próprias sacolas para o supermercado : Cada vez mais geramos plásticos e usamos cada vez mais em nossas compras de supermercado, podemos usar nossas próprias sacolas e ajudar a reduzir o consumo de plástco além disso, algumas lojas e supermercados já dão descontos para aqueles que levam suas próprias sacolas.
6 – Água a noite : Procure usar água para molhar plantas e jardins a noite, se você usar a noite a água vai evamporar menos e assim você consome menos água.
7 – Use suas máquinas a noite : Deixe para usar sua lava-roupe e lava-louça juntas durante a noite. As empresas de energia tendem a diminuir os valores de energia em horários fora do pico de uso, assim você economiza na conta e ainda ajuda a diminuir o consumo de energia.
8 – Use suas máquinas cheias : Esta dica é um complemento da anterior, use sempre suas máquinas cheias, assim você vai precisar usar menos as máquinas consumindo menos energia.
9 – Utilize ao máxino suas sacolas de lixo : Espere até ficarem cheias para poder jogar fora, cada socola a menos que você use ajuda a diminuir a quantidade de plástico nos lixões.
10 – Recicle : A grande maioria das cidades oferece programas de reciclagem. Recicle em todos os lugares, em casa, no trabalho em todos os lugares. Ajude a manter os programas de reciclagem, se em sua comunidade não tem programas de reciclagem dê início a um e faça o mesmo em seu trabalho.
Se você tiver alguma outra dica que acha que deveria esta nesta lista pode colocar nos comentários e vamos divulgar esta lista.
1 – Não dirija 1 em 5 dias : Durante a semana escolha um dia, apenas um dia para deixar o carro em casa. Converse com colegar de trabalho e se organize para irem juntos ao trabalho, assim você vai estar ajudando a diminuir a emissão de carbono no ar e melhorar a qualidade de nossa cidade.
2 – Mantenha sua geladeira cheia : Parece brincadeira mas não é. Um refrigerar vázio consome mais energia do que um cheio, se não puder manté-lo cheio de comida coloque garafas de água.
3 – Desligue as coisas : Sempre nos lembramos de desligar as grandes coisas de nossa casa mas a pequenas são sempre esquecidas mas, também gastam energia.
4 – Pare de enviar email ‘junk’ :Email sem importância são impressos constantemente em todas as partes do mundo, evitando enviar estes email você ajuda a não gastar papel.
5 – Leve suas próprias sacolas para o supermercado : Cada vez mais geramos plásticos e usamos cada vez mais em nossas compras de supermercado, podemos usar nossas próprias sacolas e ajudar a reduzir o consumo de plástco além disso, algumas lojas e supermercados já dão descontos para aqueles que levam suas próprias sacolas.
6 – Água a noite : Procure usar água para molhar plantas e jardins a noite, se você usar a noite a água vai evamporar menos e assim você consome menos água.
7 – Use suas máquinas a noite : Deixe para usar sua lava-roupe e lava-louça juntas durante a noite. As empresas de energia tendem a diminuir os valores de energia em horários fora do pico de uso, assim você economiza na conta e ainda ajuda a diminuir o consumo de energia.
8 – Use suas máquinas cheias : Esta dica é um complemento da anterior, use sempre suas máquinas cheias, assim você vai precisar usar menos as máquinas consumindo menos energia.
9 – Utilize ao máxino suas sacolas de lixo : Espere até ficarem cheias para poder jogar fora, cada socola a menos que você use ajuda a diminuir a quantidade de plástico nos lixões.
10 – Recicle : A grande maioria das cidades oferece programas de reciclagem. Recicle em todos os lugares, em casa, no trabalho em todos os lugares. Ajude a manter os programas de reciclagem, se em sua comunidade não tem programas de reciclagem dê início a um e faça o mesmo em seu trabalho.
Se você tiver alguma outra dica que acha que deveria esta nesta lista pode colocar nos comentários e vamos divulgar esta lista.
AJUDE RECILAR... VOCÊ PODE!
Feche os olhos e imagine sua cidade sem plantas nem vida, mas lotada de montanhas de lixo por todos os lados. Entendeu agora por que é importante aprender a reciclar?
A reciclagem começa em casa
Nessa altura da matéria, você pode estar se perguntando: “Qual a vantagem de usar um caderno de papel reciclado se posso comprar um novo, mais bonito?”. Com um simples ato como esse, você contribui com várias coisas. Por exemplo:
• Ajuda a diminuir a quantidade diária de lixo no país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cada brasileiro produz 800 g de lixo por dia. Isso quer dizer que diariamente são recolhidas mais de 228 mil toneladas. É lixo que não acaba mais!
E grande parte dessa montanha vai parar nos lixões, na rede de esgotos e galerias das cidades, nos córregos e onde mais houver gente com o (péssimo) hábito de jogar lixo em qualquer lugar. Na verdade, essas pessoas nem têm idéia do mal que fazem a elas mesmas, aos seus filhos e à natureza.
Além disso, a reciclagem contribui para...
• Melhorar a limpeza da cidade e evitar enchentes.
• Preservar muitas árvores. Reciclar uma tonelada de papel significa poupar a vida de 54 árvores de pínus ou 34 eucaliptos com 12 metros de altura, que deixarão de ser cortadas e encaminhadas para as fábricas de papel.
Isso serve, isso não serve
Quem quiser entrar nessa onda de salvar o planeta de tanto lixo precisa conhecer duas regrinhas básicas:
• O lixo de casa deve ser separado. Ou seja, papéis, jornais, embalagens de papelão e revistas, por exemplo, devem ser colocados em um saco; os vidros, em outro, as latinhas de alumínio, em outro. De preferência, nenhum lixo reciclável deve ser jogado fora com restos de comida. Depois de tudo separado, peça a seus pais que entreguem o lixo nos postos de recolhimento de sua cidade.
• Nem tudo que é feito de papel ou vidro pode ser reciclado. Veja alguns exemplos do que pode e não pode ser separado para a reciclagem:
Papel
Não pode — Papel higiênico, papel-carbono, fotografias, fitas e etiquetas adesivas.
Vidro
Pode — Garrafas de bebida alcoólica e não alcoólica (refrigerantes, cerveja, suco, água, vinho, etc.), frascos em geral (molhos, condimentos, remédios, perfumes e produtos de limpeza), potes de produtos alimentícios, vidros de automóveis.
Não pode — Espelhos, vidros de janela e de box de banheiro, lâmpadas, cristal, ampolas de remédios, fôrmas, travessas e utensílios de mesa de vidro temperado, tubos de televisão e válvulas.
Quanto tempo dura o lixo?
Alguns materiais que jogamos fora chegam a durar uma eternidade. Dê só uma olhada em quanto tempo alguns tipos de lixo levam para se decompor na natureza e pense 200 mil vezes antes de jogar qualquer coisinha na rua, na praia, no mato...
28 de outubro de 2012
Sustentabilidade: Jovem cria ONG para disseminar conhecimento
Simone Rosini Especial para o CORREIO DE UBERLÂNDIA
Disseminar pequenas ideias e transformá-las em ações que vão fazer diferença na vida das pessoas. Este é o ideal de um jovem de 25 anos que acredita ser possível mudar comportamentos por meio da informação e da adoção de atitudes simples no dia a dia. O primeiro resultado aparece em uma escola que abraçou uma dessas ideias e já colhe os primeiros frutos.

Fábio de Oliveira Neves é técnico agrícola e em março de 2011 criou uma ONG chamada Eu Posso para falar de ações possíveis de serem realizadas individualmente e coletivamente em benefício do meio ambiente e das pessoas. Ele convidou outros jovens para ajudá-lo e conseguiu reunir sete integrantes, todos com idade entre 25 e 30 anos.
“A gente acaba jogando a responsabilidade para o outro, para os políticos e isso deve vir da gente. Eu posso ter horta orgânica, economizar água no banho, tirar a TV do stand by, ajudar o outro, enfim, existe uma infinidade de coisas que eu posso fazer. Com minhas atitudes eu posso mudar o mundo.”
Ele trabalha o dia todo e, à noite, com um integrante da ONG visita empresas, escolas, associações de bairros e outras ONGs. Nesses encontros os dois falam sobre reciclagem, economia doméstica, consumo consciente, alimentação saudável, meio ambiente e ensinam como aplicar conceitos na prática. Os demais integrantes ajudam na divulgação das ideias em redes sociais e na mídia. “A gente leva sugestões que podem dar certo, de acordo com a realidade de cada comunidade”, disse Fábio Neves.
Na ONG Eu Posso, composta por profissionais das áreas de meio ambiente, biologia, enfermagem, agricultura e educação, cada um contribui com informações sobre suas áreas de atuação e que formam os conteúdos das palestras. Além disso, a organização se baseia em literatura especializada sobre cada tema a ser tratado. “O mundo ainda é carente de boa informação e a gente quer levar isso às pessoas.”
Palestra origina horta orgânica
Na Escola Estadual Ignácio Paes Leme, no bairro Martins, os alunos desenvolvem trabalhos sobre vários temas ligados à sustentabilidade como parte do currículo. Questão energética, seleção dos resíduos, economia de água são alguns deles.
Estimulada por uma palestra do técnico agrícola Fábio Neves, fundador da Ong Eu Posso, a escola adaptou um projeto de horta em sistema de mandala para outro de agricultura sustentável. “O pequeno espaço não seria viável para uma mandala”, disse o professor Leandro Ferraz, que acompanha os alunos no projeto.
Com as informações e o apoio técnico da Ong, a antiga plantação foi transformada em uma horta orgânica, cuja manutenção é feita pelos estudantes. “A escola quer incentivar os alunos para que sejam multiplicadores e levem os conceitos para vizinhos, amigos, e até cultivem horta em casa”, afirmou o professor.
Segundo ele, um dos aspectos mais importantes do projeto é a conscientização sobre a importância de se consumir alimentos mais saudáveis. “Mesmo que encontre dificuldade para cultivar em casa, pelo menos ele vai ter a preocupação com os locais e a origem dos alimentos para o consumo da sua família.”
Projeto de horticultura sustentável envolve 40 estudantes
Se a mente jovem é uma esponja que absorve facilmente novos conceitos, na turma de 40 alunos do segundo ano do ensino médio da Escola Estadual Ignácio Paes Leme, da qual faz parte Ana Carolina Ribeiro, de 17 anos, o projeto de horticultura sustentável foi bem recebido. Ela e os colegas de sala estão empenhados no cultivo das hortaliças.
“É a primeira vez que a turma está fazendo isso. O projeto saiu de um trabalho valendo nota e ganhou essa dimensão. Ninguém tem experiência, mas acabou gostando”, disse a estudante, enquanto arrancava ervas daninhas do canteiro de couve para “ajudar as plantas a crescer melhor”.
Colocar a mão na terra tem sido “muito legal” para Ana Carolina. Além disso, o conhecimento que está adquirindo ela não guarda só para si. “Aqui na escola, eu tento mostrar para os alunos que é muito mais saudável o alimento orgânico, que não causa prejuízo à nossa saúde. Na casa da minha avó, da minha mãe, eu sempre falo sobre isso também.”
Fábio de Oliveira é técnico agrícola e presta assessoria ao projeto de horta orgânica da Escola Estadual Ignácio Paes Leme
Fábio de Oliveira Neves é técnico agrícola e em março de 2011 criou uma ONG chamada Eu Posso para falar de ações possíveis de serem realizadas individualmente e coletivamente em benefício do meio ambiente e das pessoas. Ele convidou outros jovens para ajudá-lo e conseguiu reunir sete integrantes, todos com idade entre 25 e 30 anos.
“A gente acaba jogando a responsabilidade para o outro, para os políticos e isso deve vir da gente. Eu posso ter horta orgânica, economizar água no banho, tirar a TV do stand by, ajudar o outro, enfim, existe uma infinidade de coisas que eu posso fazer. Com minhas atitudes eu posso mudar o mundo.”
Ele trabalha o dia todo e, à noite, com um integrante da ONG visita empresas, escolas, associações de bairros e outras ONGs. Nesses encontros os dois falam sobre reciclagem, economia doméstica, consumo consciente, alimentação saudável, meio ambiente e ensinam como aplicar conceitos na prática. Os demais integrantes ajudam na divulgação das ideias em redes sociais e na mídia. “A gente leva sugestões que podem dar certo, de acordo com a realidade de cada comunidade”, disse Fábio Neves.
Na ONG Eu Posso, composta por profissionais das áreas de meio ambiente, biologia, enfermagem, agricultura e educação, cada um contribui com informações sobre suas áreas de atuação e que formam os conteúdos das palestras. Além disso, a organização se baseia em literatura especializada sobre cada tema a ser tratado. “O mundo ainda é carente de boa informação e a gente quer levar isso às pessoas.”
Palestra origina horta orgânica
Na Escola Estadual Ignácio Paes Leme, no bairro Martins, os alunos desenvolvem trabalhos sobre vários temas ligados à sustentabilidade como parte do currículo. Questão energética, seleção dos resíduos, economia de água são alguns deles.
Estimulada por uma palestra do técnico agrícola Fábio Neves, fundador da Ong Eu Posso, a escola adaptou um projeto de horta em sistema de mandala para outro de agricultura sustentável. “O pequeno espaço não seria viável para uma mandala”, disse o professor Leandro Ferraz, que acompanha os alunos no projeto.
Com as informações e o apoio técnico da Ong, a antiga plantação foi transformada em uma horta orgânica, cuja manutenção é feita pelos estudantes. “A escola quer incentivar os alunos para que sejam multiplicadores e levem os conceitos para vizinhos, amigos, e até cultivem horta em casa”, afirmou o professor.
Segundo ele, um dos aspectos mais importantes do projeto é a conscientização sobre a importância de se consumir alimentos mais saudáveis. “Mesmo que encontre dificuldade para cultivar em casa, pelo menos ele vai ter a preocupação com os locais e a origem dos alimentos para o consumo da sua família.”
Projeto de horticultura sustentável envolve 40 estudantes
Se a mente jovem é uma esponja que absorve facilmente novos conceitos, na turma de 40 alunos do segundo ano do ensino médio da Escola Estadual Ignácio Paes Leme, da qual faz parte Ana Carolina Ribeiro, de 17 anos, o projeto de horticultura sustentável foi bem recebido. Ela e os colegas de sala estão empenhados no cultivo das hortaliças.
“É a primeira vez que a turma está fazendo isso. O projeto saiu de um trabalho valendo nota e ganhou essa dimensão. Ninguém tem experiência, mas acabou gostando”, disse a estudante, enquanto arrancava ervas daninhas do canteiro de couve para “ajudar as plantas a crescer melhor”.
Colocar a mão na terra tem sido “muito legal” para Ana Carolina. Além disso, o conhecimento que está adquirindo ela não guarda só para si. “Aqui na escola, eu tento mostrar para os alunos que é muito mais saudável o alimento orgânico, que não causa prejuízo à nossa saúde. Na casa da minha avó, da minha mãe, eu sempre falo sobre isso também.”
22 de outubro de 2012
PALESTRA NA ALGAR TECNOLOGIA
Estivemos no Anfiteatro da Algar Tecnologia (Uberlândia - MG) com funcionários da empresa, parentes e amigos em uma noite que certamente não vou esquecer nunca, e que com certeza também será sempre lembrada pelas pessoas que lá estiveram conosco.
Nos reunimos para falar que é possível mudar e transformar o mundo apenas com nossas atitudes, e que nós somos os responsáveis pela conservação do nosso meio ambiente, o mundo é nosso e nos cabe o dever de preserva-lo para que aqueles que virão depois de nós possam viver com saúde e alegria e quem sabe até desfrutar de um mundo muito melhor do que o que desfrutamos hoje. Todos participaram com muita alegria e entusiasmo, senti uma energia positiva muito forte entre nós nesta noite, e que esta alegria e entusiasmo se mantenha no dia a dia de todos.
Agradeço a todos que estiveram presentes.
Um muito obrigado à Estela e à Ana Tenório que tornaram possível esta noite.
Leandro Ferraz e Fábio Neves

10 de outubro de 2012
MOTO ELÉTRICA: POTENTE, ECONÔMICA E SUSTENTÁVEL
Engana-se quem pensa que somente os carros entraram na onda sustentável com a modalidade elétrica. Agora, as motocicletas seguem pela mesma estrada, como a 2012 Zero S, que chega ao Brasil com cheiro de novidade.
Solte a gravata, coloque o capacete e boa aventura!
Com a carga completa – que tem duração de
seis horas – a moto pode andar até 160 quilômetros! A vida útil da
bateria também é longa: a estimativa é que ela limite-se a três mil
ciclos completos de carga, ou seja, suporta até 495.000 quilômetros sem
precisar de reparos!
Se você acha que vai perder em velocidade, pode tirar seu cavalo (ou melhor, moto) da chuva: de acordo com a fabricante, o modelo pode chegar até 140km/h! A
moto conta ainda com um sistema de reaproveitamento de potência, que
faz com que a energia armazenada nas frenagens possa ser reutilizada na
aceleração.
Ao ligar a moto você já vai estranhar: não há partida e não existe ruído, já que o motor elétrico ser alimentado por uma bateria de íons de lítio.
A potência máxima não é grande coisa, mas se mantém à proposta de ser diferente e eficaz: 25 cavalos a 3.050 rpm. Gostou da moto? O preço médio dela é de R$ 29 mil.Solte a gravata, coloque o capacete e boa aventura!
RECICLAGEM DE BITUCA DE CIGARRO
Bituca de cigarro é reciclada e transformada em papel
Mesmo quem não fuma pode utilizar esse lixo considerado tóxico para produzir papel e até mesmo obras de arte.
Um dos lixos mais comuns em todo mundo é a
bituca. Jogada irresponsavelmente pelos fumantes, esses pequenos restos
de cigarro podem prejudicar muito o meio ambiente.
Mas há solução para isso, ou pelo menos para boa parte. A reciclagem dessas guimbas pode ser feita em casa, reaproveitando 100% desse material.
O processo para reciclagem está em desenvolvimento desde 2004, pela Universidade de Brasília (UnB) e consiste basicamente em transformar esse lixo em papel.
Para isso, basta misturar as bitucas com soda cáustica e água
oxigenada, depois cozinhar. Após esse cozimento, é só espalhar a pasta
resultante e esperar secar. Esse método de reciclagem foi criado por
Marco Antônio Barbosa Duarte, então aluno de Biologia da UnB.
Suzana Jardim está envolvida com a reciclagem dos restos de cigarro desde fevereiro deste ano. Ela realiza o reaproveitamento seguindo processos naturais e ministra cursos para ensinar e disseminar essa prática.
A empresária paulista utiliza um método natural para realizar a reciclagem, segunda ela é “receita da vovó”, pois não é utilizado nenhum produto químico, nem mudanças de temperatura.
O curso tem duração de três horas, caso seja individual, ou cinco horas se for em grupo e as aulas são exclusivas para maiores de 18 anos.
“Não permito que menores de idade façam uso porque mesmo que o processo que criei não seja químico o produto em questão é”, explica Suzana.
Segundo ela, após o curso a pessoa sai apta a aplicar o que aprendeu de forma logística.
“Encontrei o caminho de potencialização curricular para quem o
aprende assim a pessoa também poderá ser beneficiada em empregos e
inserção de grupos em área de ação em reciclagem”, conta.
O resultado do processo é o papiro, uma obra de arte contenporânea. As imagens podem ser vistas em seu site.
Mas essa não é a única opção para as bitucas, Suzana está buscando outras maneiras de utilizar esse lixo.
“O papiro é uma solução que a artola reciclada Zaza Jardim encontrou. É uma das finalidades que esse resíduo possui. Estamos desenvolvendo um trabalho de pesquisa para verificar outros usos desse resíduo que é um algodão kraft sem cheiro”, afirma a empresária.
O processo de reciclagem desses restos de cigarro é chamado pela empresária de Biotuca.
“O nome Biotuca dará autonomia para a análise de re-uso do resíduo como matéria-prima para outros fins, e finalmente incluir a Bituca de Cigarros na lista de produtos recicláveis”, explica.
Em parceria com a Rede Ambiental Global Made In Forest, Suzana irá expor seu trabalho na Eco Bussiness, que acontece do dia 31 de agosto a 2 de setembro, no Centro de Convenções Imigrantes.
Mais informações sobre o curso pelo e-mail reciclagemdebitucas@yahoo.com.bR
Mas há solução para isso, ou pelo menos para boa parte. A reciclagem dessas guimbas pode ser feita em casa, reaproveitando 100% desse material.
O processo para reciclagem está em desenvolvimento desde 2004, pela Universidade de Brasília (UnB) e consiste basicamente em transformar esse lixo em papel.
Suzana Jardim está envolvida com a reciclagem dos restos de cigarro desde fevereiro deste ano. Ela realiza o reaproveitamento seguindo processos naturais e ministra cursos para ensinar e disseminar essa prática.
A empresária paulista utiliza um método natural para realizar a reciclagem, segunda ela é “receita da vovó”, pois não é utilizado nenhum produto químico, nem mudanças de temperatura.
O curso tem duração de três horas, caso seja individual, ou cinco horas se for em grupo e as aulas são exclusivas para maiores de 18 anos.
“Não permito que menores de idade façam uso porque mesmo que o processo que criei não seja químico o produto em questão é”, explica Suzana.
O resultado do processo é o papiro, uma obra de arte contenporânea. As imagens podem ser vistas em seu site.
Mas essa não é a única opção para as bitucas, Suzana está buscando outras maneiras de utilizar esse lixo.
“O papiro é uma solução que a artola reciclada Zaza Jardim encontrou. É uma das finalidades que esse resíduo possui. Estamos desenvolvendo um trabalho de pesquisa para verificar outros usos desse resíduo que é um algodão kraft sem cheiro”, afirma a empresária.
O processo de reciclagem desses restos de cigarro é chamado pela empresária de Biotuca.
“O nome Biotuca dará autonomia para a análise de re-uso do resíduo como matéria-prima para outros fins, e finalmente incluir a Bituca de Cigarros na lista de produtos recicláveis”, explica.
Em parceria com a Rede Ambiental Global Made In Forest, Suzana irá expor seu trabalho na Eco Bussiness, que acontece do dia 31 de agosto a 2 de setembro, no Centro de Convenções Imigrantes.
Mais informações sobre o curso pelo e-mail reciclagemdebitucas@yahoo.com.bR
9 de outubro de 2012
POLUIÇÃO DO AR
A partir de meados do século XVIII, com a Revolução Industrial, aumentou muito a poluição do ar. A queima do carvão mineral despejava na atmosfera das cidades industriais européias, toneladas de poluentes. A partir deste momento, o ser humano teve que conviver com o ar poluído e com todas os prejuízos advindos deste "progresso". Atualmente, quase todas as grandes cidades do mundo sofrem os efeitos daninhos da poluição do ar. Cidades como São Paulo, Tóquio, Nova Iorque e Cidade do México estão na lista das mais poluídas do mundo.
Geração da poluição
A poluição gerada nas cidades de hoje são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como, por exemplo, carvão mineral e derivados do petróleo ( gasolina e diesel ). A queima destes produtos tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono (gás carbônico) na atmosfera. Estes dois combustíveis são responsáveis pela geração de energia que alimenta os setores industrial, elétrico e de transportes de grande parte das economias do mundo. Por isso, deixá-los de lado atualmente é extremamente difícil.
Problemas gerados pela poluição
Esta poluição tem gerado diversos problemas nos grandes centros urbanos. A saúde do ser humano, por exemplo, é a mais afetada com a poluição. Doenças respiratórias como a bronquite, rinite alérgica, alergias e asma levam milhares de pessoas aos hospitais todos os anos. Outros problemas de saúde são: irritação na pele, lacrimação exagerada, infecção nos olhos, ardência na mucosa da garganta e processos inflamatórios no sistema circulatório (quando os poluentes chegam à circulação). Em dias secos e com poluição do ar alta, é recomendado beber mais água do que o normal, evitar atividades físicas ao ar livre, utilizar umidificador dentro de casa (principalmente das 10h às 16h) e limpar o chão de casa com pano úmido).
A poluição também tem prejudicado os ecossistemas e o patrimônio histórico e cultural em geral. Fruto desta poluição, a chuva ácida mata plantas, animais e vai corroendo, com o tempo, monumentos históricos. Recentemente, a Acrópole de Atenas teve que passar por um processo de restauração, pois a milenar construção estava sofrendo com a poluição da capital grega.
O clima também é afetado pela poluição do ar. O fenômeno do efeito estufa está aumentando a temperatura em nosso planeta. Ele ocorre da seguinte forma: os gases poluentes formam uma camada de poluição na atmosfera, bloqueando a dissipação do calor. Desta forma, o calor fica concentrado na atmosfera, provocando mudanças climáticas. Futuramente, pesquisadores afirmam que poderemos ter a elevação do nível de água dos oceanos, provocando o alagamento de ilhas e cidades litorâneas. Muitas espécies animais poderão ser extintas e tufões e maremotos poderão ocorrer com mais freqüência.
Soluções e desafios
Apesar das notícias negativas, o homem tem procurado soluções para estes problemas. A tecnologia tem avançado no sentido de gerar máquinas e combustíveis menos poluentes ou que não gerem poluição. Muitos automóveis já estão utilizando gás natural como combustível. No Brasil, por exemplo, temos milhões de carros movidos a álcool, combustível não fóssil, que poluí pouco. Testes com hidrogênio tem mostrado que num futuro bem próximo, os carros poderão andar com um tipo de combustível que lança, na atmosfera, apenas vapor de água.
Curiosidades:
- Cidades do mundo com o ar mais poluído: Pequim (China), Karachi (Paquistão), Nova Délhi (Índia), Katmandu (Nepal), Lima (Peru), Arequipa (Peru) e Cairo (Egito)
- Cidades do mundo com o ar mais limpo: Calgary (Canadá), Honolulu (Estados Unidos), Helsinque (Finlândia), Wellington (Nova Zelândia), Mineápolis (Estados Unidos) e Adelaide (Austrália).
- 14 de agosto é o Dia de Controle da Poluição Industrial.
25 de setembro de 2012
BIODIESEL
Combustível limpo para o transporte sustentável
Esta é a atual busca de companhias de petróleo que ao se reestruturarem para atender um novo perfil de empresas de energia, visualizam a perspectiva da finitude dos combustíveis fósseis e cada vez mais a urgência em zelar por questões ambientais.
Esta é a atual busca de companhias de petróleo que ao se reestruturarem para atender um novo perfil de empresas de energia, visualizam a perspectiva da finitude dos combustíveis fósseis e cada vez mais a urgência em zelar por questões ambientais. Neste cenário aparece o biodiesel, também chamado “combustível verde”, uma evolução na tentativa de substituição do óleo diesel mineral por um óleo originário da biomassa, através do aproveitamento de óleos vegetais “in natura”.
Com a necessidade de fontes de energia renováveis, os planejamentos das corporações dão indícios de novos elementos que devem assumir papel crescente na matriz energética mundial, como o caso da PETROBRAS que planeja no período de 2004 à 2010 a comercialização do biodiesel..
Hoje, a matriz energética do Brasil é o petróleo com 43,1% e o óleo diesel a matriz dos combustíveis líquidos com 57,9%, havendo destes, 10% de dependência externa. Assim, o biodiesel passa a ser do ponto de vista econômico a oportunidade de substituição das importações pela possibilidade de exportação viabilizada inicialmente através do grão da mamona que possui 75% de óleo extraível, podendo assim contribuir de forma direta e expressiva para a independência energética brasileira.
Existem hoje no Brasil diversas experiências relativas ao uso do biodiesel, originário de óleos novos, extraídos de vegetais e usados, proveniente de restaurantes. Por ser um país rico em oleaginosas o Brasil tem um grande potencial a ser explorado, tanto em relação ao aproveitamento energético de culturas temporárias e perenes, quanto ao aproveitamento energético do óleo residual, porém para que seja implantado, conforme determina a ANP (Agência Nacional de Petróleo), são necessários testes para homologação de combustíveis não especificados.
Desde 1998 são realizados testes que comprovam diversas vantagens do biodiesel, entre elas, a adaptabilidade aos motores do ciclo diesel pois enquanto a utilização de outros combustíveis limpos como o gás natural ou o biogás requer adaptação dos motores, a combustão do biodiesel pode dispensar alterações, configurando-se em uma alternativa técnica capaz de atender toda a frota já existente movida a óleo diesel.
Estudos e planejamentos estão sendo realizados para que a partir de 2005 seja aplicada no Brasil a mistura B2 (2% de biodiesel) e assim, o governo pretende regulamentar um aumento deste percentual anualmente, como mostra a tabela abaixo.
Com a necessidade de fontes de energia renováveis, os planejamentos das corporações dão indícios de novos elementos que devem assumir papel crescente na matriz energética mundial, como o caso da PETROBRAS que planeja no período de 2004 à 2010 a comercialização do biodiesel..
Hoje, a matriz energética do Brasil é o petróleo com 43,1% e o óleo diesel a matriz dos combustíveis líquidos com 57,9%, havendo destes, 10% de dependência externa. Assim, o biodiesel passa a ser do ponto de vista econômico a oportunidade de substituição das importações pela possibilidade de exportação viabilizada inicialmente através do grão da mamona que possui 75% de óleo extraível, podendo assim contribuir de forma direta e expressiva para a independência energética brasileira.
Existem hoje no Brasil diversas experiências relativas ao uso do biodiesel, originário de óleos novos, extraídos de vegetais e usados, proveniente de restaurantes. Por ser um país rico em oleaginosas o Brasil tem um grande potencial a ser explorado, tanto em relação ao aproveitamento energético de culturas temporárias e perenes, quanto ao aproveitamento energético do óleo residual, porém para que seja implantado, conforme determina a ANP (Agência Nacional de Petróleo), são necessários testes para homologação de combustíveis não especificados.
Desde 1998 são realizados testes que comprovam diversas vantagens do biodiesel, entre elas, a adaptabilidade aos motores do ciclo diesel pois enquanto a utilização de outros combustíveis limpos como o gás natural ou o biogás requer adaptação dos motores, a combustão do biodiesel pode dispensar alterações, configurando-se em uma alternativa técnica capaz de atender toda a frota já existente movida a óleo diesel.
Estudos e planejamentos estão sendo realizados para que a partir de 2005 seja aplicada no Brasil a mistura B2 (2% de biodiesel) e assim, o governo pretende regulamentar um aumento deste percentual anualmente, como mostra a tabela abaixo.
| Ano | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 |
| % mistura | 2 | 2,75 | 3,5 | 4,25 | 5 |
Para os centros urbanos, que têm a poluição como uma mazela da sociedade contemporânea baseada em combustíveis de origem fóssil, a substituição do petrodiesel pelo biodiesel, ou seja, uma alteração na matriz energética veicular, possibilita um transporte rodoviário de passageiros e de carga, mais limpo resultando numa qualidade de ar significativamente melhor, com isso o gasto do governo com tratamento de doenças causadas ou agravadas por substâncias nocivas lançadas na atmosfera tende a diminuir.
Já é possível visualizar este resultado em paises como a Itália e França que iniciaram estudos com biodiesel no inicio da década de 1980 e hoje o utilizam como fonte regular de combustível. Outro exemplo mundial é a Alemanha, onde atualmente existe uma frota de veículos leves, coletivos e de carga que utilizam biodiesel puro, obtido de plantações específicas para fins energéticos.
No Brasil o uso do biodiesel está alicerçado em três pilares: social, ambiental e mercado. A implementação de um programa energético como este, levando-se em conta o aproveitamento dos óleos vegetais, abre oportunidades para grandes benefícios sociais decorrentes do alto índice de geração de emprego, culminando com a valorização do campo e a promoção do trabalhador rural além da demanda por mão-de-obra qualificada. Estima-se que com um investimento de US$228,3 milhões serão gerados 1.350.000 novos empregos, conforme apresentação da ministra Dilma Rousseff do Ministério de Minas e Energia em seminário sobre matriz energética promovido pela Anfavea.
As regiões norte e nordeste estão diretamente ligadas ao vetor social deste programa que permite explorar potencialidades locais reduzindo as diferenças regionais, 350 famílias já estão assentadas no Canto do Buriti, Piauí, em uma área de 10.000 ha organizada em 16 células, cada célula com 35 lotes, onde está sendo desenvolvida a plantação de mamona para produção do biodiesel estimada em 25 milhões de litros/ano.
Além do alto poder calorífico, os óleos vegetais possuem características raramente encontradas em outros combustíveis tais como, ausência de enxofre e a não geração de poluentes para produção industrial, o que une a busca por alternativas energéticas à preocupação ambiental.
Assim, é possível concluir que o biodiesel é um combustível sustentável, capaz de auxiliar efetivamente e a curto prazo a obtenção de um transporte sustentável, envolvendo portanto, aspectos de natureza social, estratégica, econômica e ambiental.
NOSSO ETANOL É SUSTENTÁVEL?
Para abordar a questão levantada no título, precisamos examinar três perguntas. O que é ser sustentável? A que distância está o etanol dessa condição? O que faremos para chegar lá? Nenhum produto ou empresa pode sustentar-se isoladamente. É preciso que sua cadeia de valor se sustente. Por sua vez, a cadeia de valor depende da sociedade. E a sociedade, de quem depende? Dos sistemas naturais. Já que tudo está interligado, ser sustentável no caso do etanol é contribuir com a sociedade, ajudando-a a respeitar as regras do jogo do planeta. Se o uso do combustível de cana nos ajudar, que se fortaleça cada vez mais.
Além de viável economicamente, nosso etanol é menos poluente, pode ser produzido com razoável preservação da biodiversidade e até, em alguma medida, provir da agricultura familiar – temos exemplos no Brasil. E a questão da segurança alimentar? Vejamos alguns números: os canaviais ocupam o equivalente a 1% da área das propriedades rurais, 2,3% das áreas de pastagem, 5% da área cultivada nacional e 0,5% da superfície total do País.
Considerando a subutilização das áreas agrícolas, há ainda bastante espaço para crescer sem afetar a disponibilidade de alimento. E o desmatamento? Pelos mesmos números, vemos que o etanol pode aumentar muito apenas em áreas agrícolas subutilizadas, sem avançar sobre a mata.
E como saberemos a que distância da sustentabilidade está nossa produção de etanol? Para responder a esta segunda pergunta, precisamos de sistemas de certificação que identifiquem o que ocorre nos sistemas produtivos. Apesar da superioridade do álcool de cana-de-açúcar em relação ao de outras culturas, a postura dos produtores não é homogênea. Há fazendas ecologicamente tão ajustadas que chegam a atrair e abrigar animais ameaçados. Mas não são muitas.
Algumas usinas preparam os funcionários para a crescente mecanização. Outras, porém, nem os registram. Há ainda as denúncias de trabalho análogo ao de escravo que continuam a surgir em diversos setores do agronegócio e incluem o de etanol.
Alguns produtores mantêm áreas de reserva e preservação, respeitando a lei. Outros a combatem. A redução ou mesmo a eliminação do uso de agrotóxicos ocorre, mas não é regra. Em resumo, para o consumidor saber o que está comprando só há uma solução: conhecer a origem do produto. A melhor forma de fazê-lo? Exigindo certificado.
Vários institutos de pesquisa, empresas privadas, mesas-redondas e governos vêm se envolvendo na qualificação da produção de etanol. Os critérios da mesa-redonda organizada pela Escola Politécnica Federal de Lausanne, por exemplo, abrangem os biocombustíveis de forma genérica e, com isso, contemplam o etanol.
Os critérios Better Sugar Cane Initiative (BSI), com uma boa diversidade de participantes, tratam da cana-de- açúcar. A organização não governamental Rainforest Alliance estabeleceu critérios para o tema, definidos com muito cuidado. O Inmetro também tem desenvolvido um sistema com a participação de especialistas renomados. Quanto ao benefício climático do etanol brasileiro, o professor Isaias Macedo, do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe), da Unicamp, mostrou que é inigualável. Além disso, algumas iniciativas empresariais trazem transparência a esse mercado. Entre os muitos critérios já existentes ou por nascer, ainda não se sabe qual será adotado de forma ampla.
Mas algum deles nos ajudará a conhecer a distância que separa a produção de etanol da sustentabilidade, caso a caso.
Como estamos falando em soluções, vamos à terceira pergunta: qual a estratégia para chegar à sustentabilidade? Vejamos três pontos importantes: para que os sistemas de certificação sejam de fato aplicados, o fator fundamental é a demanda. É preciso que os compradores exerçam a responsabilidade de procurar etanol de acordo com certas características, sob os pontos de vista de qualidade do produto e da produção.
Quanto mais diversas as partes envolvidas na definição dos critérios para atestar a qualidade, tanto melhor. Para oferecer seus benefícios às prementes questões de energia e clima, o etanol precisa ser usado de forma ampla. Ou seja, tornar-se uma commodity global.
Além disso, um mercado internacional grande e sustentado beneficiaria o Brasil, que exportaria mais etanol e tecnologia. Se ajudasse, portanto, países da África e da América Latina a produzir o álcool com critérios de sustentabilidade, o Brasil estrategicamente ajudaria a si mesmo. Ao mesmo tempo, alguns dos povos mais sofridos do mundo teriam grande oportunidade de melhorar suas condições econômicas e de vida. O clima do planeta agradeceria.
Os europeus questionam a sustentabilidade do nosso etanol, aparentemente tentando defender o produtor local, cujos custos são muito altos. Os suecos, porém, sugerem uma estratégia tributária interessante para resolver o impasse: manter os impostos de importação quando o etanol brasileiro servir à mistura obrigatória na gasolina, mas eliminá-los quando abastecer carros flex. Dessa forma, o produtor europeu teria proteção em uma grande fatia do mercado e o produtor brasileiro, por sua vez, teria isenção tarifária para atender o mercado em outra fatia que tende a crescer muito: o de automóveis bicombustíveis na Europa.
Essa divisão tornaria o debate técnico, pois as questões de proteção de mercado seriam tratadas no âmbito tributário. Responder às três perguntas do primeiro parágrafo é fundamental. As respostas serão sempre complexas, multifacetadas e multidisciplinares. O Brasil pode destacar-se ainda mais como potência na produção, uso e exportação de etanol, mas precisa encarar a sustentabilidade de frente, com coragem.
COMBUSTÍVEIS ALTERNATIVOS
Os anos se passaram. Agora fala-se que a solução é o biodiesel, mas não vemos iniciativas de porte no brasil que se coadune com as afirmativas colcocadas por aí.
Hoje a Imperium vende de 700 a 800 milhões de galões de biodiesel por dia, para quatro distribuidores regionais de combustíveis e não consegue atender à demanda. Ao final do próximo verão a Imperium deve inaugurar uma nova planta produtora de biodiesel, ainda em Seatlle.
21 de setembro de 2012
DIA MUNDIAL SEM CARRO 2012
Saiba o que é o Dia Mundial Sem Carro
A campanha para que as pessoas deixem o carro em casa uma vez por ano aconteceu pela primeira na França em 1997. No Brasil, existe desde 2001. Naquele ano a campanha foi feita em 11 cidades: Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas (RS), Piracicaba (SP), Vitória (ES), Belém (PA), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Joinville (SC) e São Luís (MA).
EBC mostra como é andar sem carro em uma grande cidade
Veja relatos de quem curte e de quem não gosta da ideia do Dia Mundial Sem Carro
Onze anos após o início no Brasil, o Dia Mundial Sem Carro contou com a adesão das principais metrópoles do Brasil. Em São Paulo, ciclistas organizam passeios e algumas vagas de garagem serão utilizadas para atividades culturais. No Rio de Janeiro, o espaço onde carros são proibidos será aumentado. Em Curitiba, haverá sorteio de três bicicletas para quem deixar o carro em casa.Veja relatos de quem curte e de quem não gosta da ideia do Dia Mundial Sem Carro
Com o crescimento do número de usuários da internet, o Dia Mundial Sem Carro saiu das ruas e chegou às redes sociais. Na data, o assunto se torna o assunto mais falado no Twitter. A hashtag que vai ser utilizada nesse ano é a #DNSC, #diasemcarro, além da tradicional #diamundialsemcarro.
Números do trânsito assustam
15 de setembro de 2012
LATAS DE ALUMÍNIO #4
Como se produz e recicla latas de alumínios
Como já foi dito, cinco toneladas de bauxita acaba em uma tonelada de alumínio. Para esse processo acontecer, há uma longa etapa que passa ainda por um outro ciclo que é da alumina.A grosso modo o processo de produção do alumínio é dividido em três etapas.
Extração da bauxita – que se resume a extração, compactação e secagem do produto.
Transformação em alumina – Dessa bauxita vai ser retirada a alumina, uma espécie de pó branco. Esse processo conta com o uso de produtos químicos como a soda cáustica, secagem, filtragem e redução. A redução é feita através de um processo de eletrólise, processo que por meio elétrico separa componentes químicos.
Transformação em lingotes – A alumina é processada junto com outros elementos químicos. Há também a ação de eletricidade e fundição para que surjam os lingotes ou chapas de alumínio, estas últimas usadas para fazer latas. Com extremo grau de pureza, cerca de 98%, o alumínio segue para as mais diversas indústrias que o moldam, de acordo com o que desejam.
Para saber mais sobre esse processo, clique aqui
.
Como estamos falando de lata, vamos a segundo etapa desse ciclo que quando a chapa torna-se lata. São sete passos básicos.
Prensagem – Os rolos de chapas de alumínio são cortados e tomam o formato de pequenos copos.
Afinando – Em outro equipamento de pressão, esses copos são esticados, diminuindo sua espessura e aumentando sua altura.
Limpando – Essas latas são esterelizadas e secadas por dentro e por fora.
Rotulando – Os rótulos das latas são feitos através de um processo chamado flexografia, uma espécie de xilografia sofisticada.
Revestimento interno – Um spray cria uma película amplia a higienização interna da lata.
Moldagem do pescoço – Nessa etapa é feita uma pequena dobra aonde será colocada a tampa da latinha.
Colocação da tampa – A tampa é finalmente fixada junto com o seu anel e rebite que serão fixados após o preenchimento do conteúdo.
Bom, agora que você já conhece os passos para se fazer uma lata de alumínio, vamos voltar um pouco do processo para entender como acontece a reciclagem. Dessa vez com imagens.
Depois de consumida a lata vai para o lixo. A separação da lata de alumínio é importante porque antecipa uma etapa do processo. Mas mesmo assim o perigo de haver materiais que não sejam alumínio no processo ainda é grande. E deixar esses intrusos acabam comprometendo a reciclagem. Apesar de 100% reciclado, o alumínio reciclado deve tomar cuidado para ter um bom grau de pureza. Muitas vezes ele não chega à pureza do alumínio primário, mas chega muito perto. Fábricas como a Aleris, em Pindamonhangaba, consegue 97,4% de pureza.
Vamos aos passos da reciclagem.
Depois de recolhidas e separadas, as latas chegam para a triagem.
Uma esteira leva as latas para a prensagem. Uma nova fiscalização
manual é feita. Nessa etapa uma máquina assopra a lata para o
alto. Com a velocidade controlada, o vento joga as latas de alumínio
para cima e objetos com materiais mais pesado caem em uma
nova lixeira. É nesse etapa que aquela latinha cheia de areia
que alguém colocou para aumentar o peso vai embora.
manual é feita. Nessa etapa uma máquina assopra a lata para o
alto. Com a velocidade controlada, o vento joga as latas de alumínio
para cima e objetos com materiais mais pesado caem em uma
nova lixeira. É nesse etapa que aquela latinha cheia de areia
que alguém colocou para aumentar o peso vai embora.
A seguir, uma prensa cria os fardos, que seguem para
a indústria de reciclagem.
a indústria de reciclagem.
Na indústria de reciclagem, os fardos são examinados por
detectores de radiaotividade, Para evitar qualquer tipo de
contaminação por radiação.
detectores de radiaotividade, Para evitar qualquer tipo de
contaminação por radiação.
Se não houver nenhum problema, os fardos seguem o processo.
Eles serão novamente examinados por uma triagem, que,
além dos jatos de vento, imãs são colocados para atrair objetos que contenham ferro, eliminando-os do processo.
As tintas e outros produtos químicos
são eliminados durante a fusão graças
ao controle da temperatura dos fornos. Um processo
extremamente caloroso, já que os fornos
trabalham a 400º Celsius.
Eles serão novamente examinados por uma triagem, que,
além dos jatos de vento, imãs são colocados para atrair objetos que contenham ferro, eliminando-os do processo.
As tintas e outros produtos químicos
são eliminados durante a fusão graças
ao controle da temperatura dos fornos. Um processo
extremamente caloroso, já que os fornos
trabalham a 400º Celsius.
Não são só as latinhas que vão para a reciclagem, restos de
várias linhas de produção com alumínio primário, conhecidos
como cavacos, são aproveitados melhorando o grau de pureza
do produto final.
várias linhas de produção com alumínio primário, conhecidos
como cavacos, são aproveitados melhorando o grau de pureza
do produto final.
Fundido, o alumínio cai em recipientes que determinam sua forma final.
Uma das formas do produto acaba são os lingotes.
Para verificar o grau de pureza e resistência do produto são em
pequenas amostras que são torneadas na própria
indústria de reciclagem.
pequenas amostras que são torneadas na própria
indústria de reciclagem.
Um costume de muitas famílias brasileiras é juntar aqueles anéis ou argolinhas de latinhas para uma suposta reciclagem que, por exemplo, ajudaria na obtenção de uma cadeira de rodas para quem precisa. Segundo uma das versões da história, uma garrafa de plástico de dois litros cheia de anéis de latinhas (com um quilo aproximadamente) valeria mais de R$ 200,00. Já vimos que um quilo de latinhas custa, na verdade, R$ 3,00 em média. Esses anéis podem sim ser usados na reciclagem, mas principalmente quando junto à latinha. Eles contêm uma pequena quantidade de zinco que é eliminada durante a reciclagem, mas nenhuma indústria de reciclagem vai comprar apenas os anéis. Por isso, deixe-os junto com a latinha. Aliás, esse mito não é exclusividade brasileira. Na Noruega, existe a lenda de que os anéis podem ser trocados por cachorros guias para cegos. |
LATAS DE ALUMÍNIO #3
Quem é quem na reciclagem de alumínio
A estrutura para a reciclagem de alumínio também é bastante avançada e enxuta no país.- 327 municípios com coleta seletiva
- 170 mil pessoas envolvidas
- Movimento de R$ 1,7 bilhão
- 44 empresas recicladoras (fundições)
- 2.100 empresas envolvidas no processo
- 3.300 empregos diretos
Fontes: Abal e Abralatas/2006
Além do fatores já ditos como a vantagem econômica dos catadores e da indústria, a reciclagem conta atualmente com uma adesão importante dos consumidores e comerciantes. Apenas como exemplo, os clubes e condomínios que eram responsáveis por 10% da coleta em 2000 aumentaram sua participação para 20% em 2006. As cooperativas, no entanto, continuam sendo base do processo, responsáveis por 58% do material recolhido. Veja como a coleta se divide.
A indústria de latas e reciclagem de latas de alumínio tem sua própria estrutura social. São vários agentes que participam para que haja eficiência no processo, conheça esse ciclo.
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