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29 de agosto de 2012
BIKE-BOYS, SERVIÇO MUITO SUSTENTÁVEL!
Há alguns anos o país vem sofrendo com a quantidade de carros e motociclistas que circulam diariamente pelas ruas. O Brasil tem o maior número de motoboys do mundo - dados do Sindimoto – SP (Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo). Em todo o país são mais de 900 mil motoboys e só no estado de São Paulo estão localizados 500 mil deles. Os números são alarmantes, diante do momento que o mundo vive com a preocupação com o impacto ambiental causado pela emissão de carbono.
A alternativa encontrada por algumas companhias para contribuir com uma logística mais sustentável, foi a adoção de empresas de serviços de entrega feitos por ciclistas. Ao invés dos tradicionais motoboys, estas empresas utilizam bikeboys, para realizar os serviços de busca e entrega. O serviço funciona da mesma maneira: o cliente liga para a empresa, solicita o serviço e o entregador, usando bicicleta e capacete, sai para fazer as entregas. O serviço possui suas vantagens e desvantagens.
Entre os benefícios está o preço mais em conta da entrega e a poluição zero. Porém, entre as complicações está a dificuldade de realizar entrega e o tempo mais longo para lugares mais afastados.
A iniciativa é valida a partir do momento em que as motocicletas são doze vezes mais poluentes do que os carros. Enquanto, em um carro zero, a gasolina lança no ar 0,4 gramas de monóxido de carbono, por quilômetro rodado; uma moto nova emite 6 gramas na mesma distância. As motos, inclusive, são mais poluentes que os ônibus.
Uma pesquisa realizada pelos Programas de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores mostrou que uma moto emite mais monóxido de carbono e hidrocarbonetos que um ônibus - em valores absolutos. Por isso, Bike boys, alternativa sustentável, mas vale revisar as normas gerais de circulação e conduta para ciclistas.
A alternativa encontrada por algumas companhias para contribuir com uma logística mais sustentável, foi a adoção de empresas de serviços de entrega feitos por ciclistas. Ao invés dos tradicionais motoboys, estas empresas utilizam bikeboys, para realizar os serviços de busca e entrega. O serviço funciona da mesma maneira: o cliente liga para a empresa, solicita o serviço e o entregador, usando bicicleta e capacete, sai para fazer as entregas. O serviço possui suas vantagens e desvantagens.
Entre os benefícios está o preço mais em conta da entrega e a poluição zero. Porém, entre as complicações está a dificuldade de realizar entrega e o tempo mais longo para lugares mais afastados.
A iniciativa é valida a partir do momento em que as motocicletas são doze vezes mais poluentes do que os carros. Enquanto, em um carro zero, a gasolina lança no ar 0,4 gramas de monóxido de carbono, por quilômetro rodado; uma moto nova emite 6 gramas na mesma distância. As motos, inclusive, são mais poluentes que os ônibus.
Uma pesquisa realizada pelos Programas de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores mostrou que uma moto emite mais monóxido de carbono e hidrocarbonetos que um ônibus - em valores absolutos. Por isso, Bike boys, alternativa sustentável, mas vale revisar as normas gerais de circulação e conduta para ciclistas.
DICAS PARA SER SUSTENTÁVEL EM NOSSA CASA
Todos estamos querendo ou não caminhando para uma vida mais sustentável, o consumismo faz com que os recursos não renováveis de nosso planeta fiquem cada vez mais escassos, causando um aumento no preço das matérias primas. Pelo lado ecológico, quanto mais consumo mais produtos vão para os lixões, se não tornar grande parte desse lixo reciclável e reutilizável poderemos em breve não ter mais espaço para tanto lixo, coisa que já ocorre em alguns países da Europa.
Quem quer ter uma postura mais sustentável em casa precisa tomar alguns cuidados. Julio Erthal, gerente da empresa SustentaX, enumera 12 questões importantes:
1) Selecionar equipamentos como geladeira e ar-condicionado com fluidos refrigerantes sem CFC, HCFC e halons – compostos cuja emissão causam dano à camada de ozônio
2) Economizar energia, comprando produtos com selo Procel com nível A na “Etiqueta de conservação de Energia INMETRO”, desenvolvida pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica que indica níveis de eficiência energética
3) Dar preferência a lâmpadas fluorescentes ou leds, que apresentam baixo consumo de energia
4) Buscar a segmentação da iluminação, evitando que um só interruptor acenda tudo
5) Economizar água instalando válvulas de descarga com duplo fluxo (de 3 e 6 litros), para líquidos e sólidos. É aconselhável instalar também torneiras com sensor na pia do banheiro
6) Optar por prédio que faz a separação e a destinação correta dos resíduos, incluindo a do óleo de cozinha
7) Exigir dos fornecedores de madeira o Documento de Origem Florestal (DOF), emitido pelo IBAMA, e o selo de manejo florestal Forest Stewardship Council (FSC)
9) Utilizar lâmpadas com baixo teor de mercúrio, substância altamente prejudicial à saúde e ao meio ambiente
10) Comprar tintas, vernizes, colas, selantes, compensados, pisos e laminados com baixos índices de compostos orgânicos voláteis – poluentes emitidos no processo de fabricação desses produtos
11) Buscar projetos que tenham ventilação cruzada, com entrada e saída diferentes do ambiente, favorecendo o trânsito de ventos e a renovação do ar, o que garante o conforto térmico do imóvel.
12) Escolher projetos que trabalham a orientação solar, aproveitando ao máximo a iluminação natural ao longo do dia. Isso evita com que a luz seja acesa sem necessidade.
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/sustentabilidade/dicas-para-sua-casa-ser-sustentavel/
27 de agosto de 2012
NOVAS IDÉIAS PARA MANTER UMA HORTA EM CASA
PARA ESPAÇOS MAIORES
O escritório nova-iorquino Analog Modern resolveu a questão das hortas domésticas com um móvel para ser colocado como uma ilha na cozinha (como nas cozinhas americanas) e que, em vez de panelas, é capaz de guardar hortaliças, que ficam à mão. A Hidroponic Kitchen Island tem alta tecnologia embutida: são até 30 plantas mantidas por um sistema de hidroponia, iluminado por um painel de LED e com ventiladores automáticos, que garantem ar fresco, água e luz para suas mudas crescerem saudáveis. Segundo Peter Buley, um dos responsáveis pelo projeto, é possível cultivar folhagens, ervas e temperos. "O espaço para crescimento de cada planta é de cerca de 65 cm, então nada de tomates por aqui. Tomate-cereja, talvez", diz. O móvel não está à venda ainda, mas o custo, segundo Buley deve girar em torno de 3000 a 6000 dólares, dependendo dos materiais e do tamanho escolhidos.
PARA ESPAÇOS PEQUENINOS
A Green Wheel, um projeto do escritório milanês DesignLibero, une tecnologia com agricultura urbana, em uma horta-conceito desenvolvida pela Nasa. Montada sobre uma roda, que mais parece um ventilador moderno, o canteiro é hidropônico, feito de fibra de coco e alimentado por um sistema automático de irrigação. Durante o dia, a horta vai girando, aproveitando a física para a boa produtividade. "A gravidade age no crescimento da planta. Enquanto elas estão sendo colocadas para cima e para baixo, crescem com estrutura mais forte e ganham altura", diz Libero Rutilo, designer do produto. Ainda em fase de protótipo, a Green Wheel deverá interagir com smartphones e iPads, por meio de um aplicativo que permita ao agricultor moderno acompanhar o crescimento de suas mudas e até regá-las à distância.
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24 de agosto de 2012
LÂMPADAS INCANDECENTES COMEÇAM PERDER ESPAÇO... ATÉ QUE ENFIM!!!
As velhas lâmpadas incandescentes estão com os dias contados. Em seu lugar, surgem novos tipos mais eficientes e econômicos. Fique por dentro dos prós e dos contras de cada modelo e faça a escolha certa
[img01] É bem provável que em sua casa exista mais de um tipo de lâmpada. Desde o apagão, em 2001, fontes de luz mais econômicas como as halógenas, as fluorescentes e, recentemente, as de LED viraram visitantes permanentes de espaços íntimos da morada, das áreas externas e dos escritórios. Se num primeiro momento a busca por novas formas de iluminar a casa foi uma alternativa para diminuir a conta no fim do mês ou reduzir a onda de desperdícios, em 2016, isso se tornará lei.
A partir deste ano, a comercialização e a fabricação das lâmpadas incandescentes comuns, que não atingirem o mínimo de eficiência exigida pelo governo, serão proibidas no Brasil. A ideia é reduzir a zero a utilização das "amarelinhas", ao menos no uso doméstico, uma vez que elas ainda são maioria nas residências do país. "Mesmo com uma maior conscientização por parte do consumidor desde a crise energética, cerca de 300 milhões de lâmpadas comuns ainda são comercializadas no país", diz Isac Roizenblatt, diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Ou seja: o baixo custo e a boa luminosidade desse tipo de lâmpada ainda pesam na decisão de compra. Porém, como veremos adiante, sua durabilidade é baixíssima e a energia gasta é elevada ¿ mau para o bolso e para o planeta que precisa produzir mais energia para suprir a demanda.
Mas, a ideia não é somente adotar as versões econômicas que, nem sempre, trazem o conforto e o aconchego emitidos pela luminosidade das amarelas. É preciso conhecer as características de cada modelo, para então decidir pela melhor opção. "É importante fazer um planejamento e avaliar o local que será iluminado", explica Adriana Fernandes, coordenadora do departamento de designer da loja La Lampe, em São Paulo. O ideal é mesclar luzes e tipos diferentes, tendo a consciência de que não há uma única melhor em todos os sentidos, pois cada espaço tem uma demanda diferente de iluminação.
CADA UMA NO SEU QUADRADO Além da economia, é claro, um importante aspecto que deve ser levado em conta na hora de comprar uma lâmpada são as alternativas de reciclagem disponíveis no mercado. "Por serem compostas basicamente de alumínio e vidro, as incandescentes devem ser descartadas preferencialmente como material reciclável", orienta Eduardo Sebben, diretor superintendente da Apliquim Recicle Brasil, empresa especializada em descontaminação e reciclagem de lâmpadas. Como ainda não existem procedimentos e tecnologia específicos para o descarte das lâmpadas de LED, elas devem ser descartadas como lixo eletrônico, pois contêm diversos componentes eletrônicos.
O maior problema reside nas lâmpadas fluorescentes, cujo uso tem crescido ano a ano e que podem oferecer danos à nossa saúde e ao meio ambiente. "O mercúrio inorgânico presente nessas lâmpadas não está em sua forma mais tóxica, mas em contato com o meio ambiente (aterros e lixões) pode se transformar na forma orgânica contaminando o solo e os lençóis freáticos", explica Bruno Carneiro, engenheiro químico do Departamento de Meio Ambiente do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas, no Pará. Segundo ele, esse mercúrio orgânico chega a nós por meio dos alimentos (em especial os peixes) podendo, em excesso, causar doenças relacionadas ao sistema nervoso central.
Não é à toa que o descarte correto é um dos itens importantes da chamada logística reversa obrigatória, que faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010. Nela, o fabricante, o distribuidor e o importador do produto são responsáveis por recolher e destinar o material usado para as empresas de reciclagem.
A forma como será feito todo esse trabalho ainda está em estudo. "A previsão é de que no futuro haja pontos de coleta para facilitar o descarte das lâmpadas, e esse custo extra da coleta esteja embutido no preço final do produto, o que hoje ainda não ocorre", informa Isac Roizenblatt, diretor técnico da Abilux. Mas, se quiser ajudar, você pode separar essas lâmpadas e procurar os pontos que recebem esse material voluntariamente. "Supermercados, shoppings, lojas de construção e empresas de reciclagem e descontaminação oferecem esse serviço, mas é preciso se informar e ver se há essa possibilidade", sugere Zilda Maria Faria Veloso, gerente do Departamento de Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente (MMA).
FIQUE DE OLHO
Para saber a eficiência energética de cada modelo (boa luminosidade, qualidade do produto e baixo gasto energético), o Inmetro criou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) para lâmpadas incandescentes comuns e halógenas, e para fluorescentes compactas. A etiqueta possui sete classes de eficiência, que vai de "A" (a mais eficiente) a "G" (a menos eficiente). Por exemplo, as fluorescentes compactas geralmente são "A" e "B", as incandescentes são classificadas de "D" a "G" e as "C" são as halógenas. Já as fluorescentes tubulares e as LED devem estar regularizadas e etiquetadas a partir de 2013.
UMA LÂMPADA PARA CADA NECESSIDADE
Comum
Como ela é: possui um filamento de tungstênio que, ao ser aquecido pela corrente elétrica, transforma energia em luz e calor. O problema é que apenas cerca de 6% a 8% são transformados em luminosidade - o restante é dissipado na forma de calor. Isso faz com que haja um gasto energético desnecessário, encarecendo a conta no fim do mês. Entre todos os tipos é o que dura menos, cerca de nove meses (ou 750 horas). Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) é 100%, ou seja, os objetos iluminados por ela se aproximam bastante de sua cor natural, e o tom da luz é amarelado. É a mais barata à venda no mercado.
Halógenas
Como ela é: tem o mesmo princípio de funcionamento da incandescente comum. Ela também possui filamento e ainda gás halógeno - composto de iodo e bromo - que faz com que sua vida útil gire em torno de dois anos (ou 2.000 horas), bem mais do que a da incandescente comum. A conversão da energia em luz varia de 10% a 12%. A qualidade da iluminação é similar à da comum tanto no que diz respeito ao IRC quanto ao tom da luz, chamada pelos especialistas de temperatura da cor.
Na decoração: por emitir uma intensidade de luz bastante agradável tanto a incandescente comum quanto a halógena são indicadas para locais como salas de estar, quartos, home theaters. Além disso, como tem bom IRC, deve ser usada em locais onde precisamos enxergar as coisas nas cores originais, tais como espelho de banheiro (para maquiagem), salas (especialmente os locais de refeições), quartos, closets (para escolher a roupa certa) e assim por diante. A lâmpada halógena está disponível com diferentes refletores acoplados que proporcionam iluminação com foco dirigido ideal para destacar quadros, objetos e coleções.
Fluorescente
Como ela é: a maior parte da luminosidade dessa lâmpada vem de uma reação química dos gases mercúrio e argônio, contidos em seu interior, e não da corrente elétrica. Resultado: menos gasto de energia e conta mais barata. Nessa categoria existem dois tipos: a compacta que, em uma residência, dura em média de seis a 12 anos, e a tubular que dura de sete a 15 anos. O IRC varia de 65% a 90% e pode ser encontrado com temperaturas de cor amarelo suave e azul. Hoje em dia, a oferta de lâmpadas de qualidade aumentou muito, se comparada ao início de sua inserção no país.
Na decoração: por ser uma lâmpada econômica e eficiente, é perfeita para locais em que seja necessária muita luz geral e para espaços que demandem iluminação constante, como cozinhas, banheiros, áreas de serviço, garagens e corredores. Como não possuem um bom IRC, os objetos iluminados tendem a ficar com uma aparência mais "artificial". Na cozinha, lâmpadas desse tipo podem ser usadas desde que não sejam colocadas sobre locais como pia e fogão, em que os alimentos são manipulados. Nesses casos, fique com a incandescente comum ou a halógena, que realçam a cor natural do objeto iluminado.
Lâmpada LED (Diodo Emissor de Luz)
Como ela é: dentre todas é a que possui tecnologia mais eficiente. Isso se traduz numa maior durabilidade (algumas podem chegar a até 50 anos ou 50.000 horas), economia e luminosidade. Em contrapartida, é uma das mais caras do mercado, seu IRC não é bom (comparado ao das outras) e, no Brasil, está disponível apenas na temperatura de cor azulada, ou seja, mais fria. O funcionamento dessa lâmpada é complexo e totalmente diferente do dos outros tipos: a luz é resultante de uma reação energética desencadeada por elétrons (cargas negativas).
Na decoração: é perfeita para locais em que é necessária uma grande economia de energia, para áreas que precisam de um "ponto" de luz, como corredores, escadas, prateleiras pequenas, jardins ou pontos de destaque que ficam acesos a noite inteira. Outra vantagem é a possibilidade da troca dinâmica de cores, usada com frequência na cromoterapia e em salões de festa. Além do uso doméstico, são ideais para iluminação de ruas e avenidas.
A partir deste ano, a comercialização e a fabricação das lâmpadas incandescentes comuns, que não atingirem o mínimo de eficiência exigida pelo governo, serão proibidas no Brasil. A ideia é reduzir a zero a utilização das "amarelinhas", ao menos no uso doméstico, uma vez que elas ainda são maioria nas residências do país. "Mesmo com uma maior conscientização por parte do consumidor desde a crise energética, cerca de 300 milhões de lâmpadas comuns ainda são comercializadas no país", diz Isac Roizenblatt, diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Ou seja: o baixo custo e a boa luminosidade desse tipo de lâmpada ainda pesam na decisão de compra. Porém, como veremos adiante, sua durabilidade é baixíssima e a energia gasta é elevada ¿ mau para o bolso e para o planeta que precisa produzir mais energia para suprir a demanda.
Mas, a ideia não é somente adotar as versões econômicas que, nem sempre, trazem o conforto e o aconchego emitidos pela luminosidade das amarelas. É preciso conhecer as características de cada modelo, para então decidir pela melhor opção. "É importante fazer um planejamento e avaliar o local que será iluminado", explica Adriana Fernandes, coordenadora do departamento de designer da loja La Lampe, em São Paulo. O ideal é mesclar luzes e tipos diferentes, tendo a consciência de que não há uma única melhor em todos os sentidos, pois cada espaço tem uma demanda diferente de iluminação.
CADA UMA NO SEU QUADRADO Além da economia, é claro, um importante aspecto que deve ser levado em conta na hora de comprar uma lâmpada são as alternativas de reciclagem disponíveis no mercado. "Por serem compostas basicamente de alumínio e vidro, as incandescentes devem ser descartadas preferencialmente como material reciclável", orienta Eduardo Sebben, diretor superintendente da Apliquim Recicle Brasil, empresa especializada em descontaminação e reciclagem de lâmpadas. Como ainda não existem procedimentos e tecnologia específicos para o descarte das lâmpadas de LED, elas devem ser descartadas como lixo eletrônico, pois contêm diversos componentes eletrônicos.
O maior problema reside nas lâmpadas fluorescentes, cujo uso tem crescido ano a ano e que podem oferecer danos à nossa saúde e ao meio ambiente. "O mercúrio inorgânico presente nessas lâmpadas não está em sua forma mais tóxica, mas em contato com o meio ambiente (aterros e lixões) pode se transformar na forma orgânica contaminando o solo e os lençóis freáticos", explica Bruno Carneiro, engenheiro químico do Departamento de Meio Ambiente do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas, no Pará. Segundo ele, esse mercúrio orgânico chega a nós por meio dos alimentos (em especial os peixes) podendo, em excesso, causar doenças relacionadas ao sistema nervoso central.
Não é à toa que o descarte correto é um dos itens importantes da chamada logística reversa obrigatória, que faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010. Nela, o fabricante, o distribuidor e o importador do produto são responsáveis por recolher e destinar o material usado para as empresas de reciclagem.
A forma como será feito todo esse trabalho ainda está em estudo. "A previsão é de que no futuro haja pontos de coleta para facilitar o descarte das lâmpadas, e esse custo extra da coleta esteja embutido no preço final do produto, o que hoje ainda não ocorre", informa Isac Roizenblatt, diretor técnico da Abilux. Mas, se quiser ajudar, você pode separar essas lâmpadas e procurar os pontos que recebem esse material voluntariamente. "Supermercados, shoppings, lojas de construção e empresas de reciclagem e descontaminação oferecem esse serviço, mas é preciso se informar e ver se há essa possibilidade", sugere Zilda Maria Faria Veloso, gerente do Departamento de Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente (MMA).
FIQUE DE OLHO
Para saber a eficiência energética de cada modelo (boa luminosidade, qualidade do produto e baixo gasto energético), o Inmetro criou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) para lâmpadas incandescentes comuns e halógenas, e para fluorescentes compactas. A etiqueta possui sete classes de eficiência, que vai de "A" (a mais eficiente) a "G" (a menos eficiente). Por exemplo, as fluorescentes compactas geralmente são "A" e "B", as incandescentes são classificadas de "D" a "G" e as "C" são as halógenas. Já as fluorescentes tubulares e as LED devem estar regularizadas e etiquetadas a partir de 2013.
UMA LÂMPADA PARA CADA NECESSIDADE
Comum
Como ela é: possui um filamento de tungstênio que, ao ser aquecido pela corrente elétrica, transforma energia em luz e calor. O problema é que apenas cerca de 6% a 8% são transformados em luminosidade - o restante é dissipado na forma de calor. Isso faz com que haja um gasto energético desnecessário, encarecendo a conta no fim do mês. Entre todos os tipos é o que dura menos, cerca de nove meses (ou 750 horas). Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) é 100%, ou seja, os objetos iluminados por ela se aproximam bastante de sua cor natural, e o tom da luz é amarelado. É a mais barata à venda no mercado.
Halógenas
Como ela é: tem o mesmo princípio de funcionamento da incandescente comum. Ela também possui filamento e ainda gás halógeno - composto de iodo e bromo - que faz com que sua vida útil gire em torno de dois anos (ou 2.000 horas), bem mais do que a da incandescente comum. A conversão da energia em luz varia de 10% a 12%. A qualidade da iluminação é similar à da comum tanto no que diz respeito ao IRC quanto ao tom da luz, chamada pelos especialistas de temperatura da cor.
Na decoração: por emitir uma intensidade de luz bastante agradável tanto a incandescente comum quanto a halógena são indicadas para locais como salas de estar, quartos, home theaters. Além disso, como tem bom IRC, deve ser usada em locais onde precisamos enxergar as coisas nas cores originais, tais como espelho de banheiro (para maquiagem), salas (especialmente os locais de refeições), quartos, closets (para escolher a roupa certa) e assim por diante. A lâmpada halógena está disponível com diferentes refletores acoplados que proporcionam iluminação com foco dirigido ideal para destacar quadros, objetos e coleções.
Fluorescente
Como ela é: a maior parte da luminosidade dessa lâmpada vem de uma reação química dos gases mercúrio e argônio, contidos em seu interior, e não da corrente elétrica. Resultado: menos gasto de energia e conta mais barata. Nessa categoria existem dois tipos: a compacta que, em uma residência, dura em média de seis a 12 anos, e a tubular que dura de sete a 15 anos. O IRC varia de 65% a 90% e pode ser encontrado com temperaturas de cor amarelo suave e azul. Hoje em dia, a oferta de lâmpadas de qualidade aumentou muito, se comparada ao início de sua inserção no país.
Na decoração: por ser uma lâmpada econômica e eficiente, é perfeita para locais em que seja necessária muita luz geral e para espaços que demandem iluminação constante, como cozinhas, banheiros, áreas de serviço, garagens e corredores. Como não possuem um bom IRC, os objetos iluminados tendem a ficar com uma aparência mais "artificial". Na cozinha, lâmpadas desse tipo podem ser usadas desde que não sejam colocadas sobre locais como pia e fogão, em que os alimentos são manipulados. Nesses casos, fique com a incandescente comum ou a halógena, que realçam a cor natural do objeto iluminado.
Lâmpada LED (Diodo Emissor de Luz)
Como ela é: dentre todas é a que possui tecnologia mais eficiente. Isso se traduz numa maior durabilidade (algumas podem chegar a até 50 anos ou 50.000 horas), economia e luminosidade. Em contrapartida, é uma das mais caras do mercado, seu IRC não é bom (comparado ao das outras) e, no Brasil, está disponível apenas na temperatura de cor azulada, ou seja, mais fria. O funcionamento dessa lâmpada é complexo e totalmente diferente do dos outros tipos: a luz é resultante de uma reação energética desencadeada por elétrons (cargas negativas).
Na decoração: é perfeita para locais em que é necessária uma grande economia de energia, para áreas que precisam de um "ponto" de luz, como corredores, escadas, prateleiras pequenas, jardins ou pontos de destaque que ficam acesos a noite inteira. Outra vantagem é a possibilidade da troca dinâmica de cores, usada com frequência na cromoterapia e em salões de festa. Além do uso doméstico, são ideais para iluminação de ruas e avenidas.
A partir deste ano, a comercialização e a fabricação das lâmpadas incandescentes comuns, que não atingirem o mínimo de eficiência exigida pelo governo, serão proibidas no Brasil. A ideia é reduzir a zero a utilização das "amarelinhas", ao menos no uso doméstico, uma vez que elas ainda são maioria nas residências do país. "Mesmo com uma maior conscientização por parte do consumidor desde a crise energética, cerca de 300 milhões de lâmpadas comuns ainda são comercializadas no país", diz Isac Roizenblatt, diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Ou seja: o baixo custo e a boa luminosidade desse tipo de lâmpada ainda pesam na decisão de compra. Porém, como veremos adiante, sua durabilidade é baixíssima e a energia gasta é elevada ¿ mau para o bolso e para o planeta que precisa produzir mais energia para suprir a demanda.
Mas, a ideia não é somente adotar as versões econômicas que, nem sempre, trazem o conforto e o aconchego emitidos pela luminosidade das amarelas. É preciso conhecer as características de cada modelo, para então decidir pela melhor opção. "É importante fazer um planejamento e avaliar o local que será iluminado", explica Adriana Fernandes, coordenadora do departamento de designer da loja La Lampe, em São Paulo. O ideal é mesclar luzes e tipos diferentes, tendo a consciência de que não há uma única melhor em todos os sentidos, pois cada espaço tem uma demanda diferente de iluminação.
CADA UMA NO SEU QUADRADO Além da economia, é claro, um importante aspecto que deve ser levado em conta na hora de comprar uma lâmpada são as alternativas de reciclagem disponíveis no mercado. "Por serem compostas basicamente de alumínio e vidro, as incandescentes devem ser descartadas preferencialmente como material reciclável", orienta Eduardo Sebben, diretor superintendente da Apliquim Recicle Brasil, empresa especializada em descontaminação e reciclagem de lâmpadas. Como ainda não existem procedimentos e tecnologia específicos para o descarte das lâmpadas de LED, elas devem ser descartadas como lixo eletrônico, pois contêm diversos componentes eletrônicos.
O maior problema reside nas lâmpadas fluorescentes, cujo uso tem crescido ano a ano e que podem oferecer danos à nossa saúde e ao meio ambiente. "O mercúrio inorgânico presente nessas lâmpadas não está em sua forma mais tóxica, mas em contato com o meio ambiente (aterros e lixões) pode se transformar na forma orgânica contaminando o solo e os lençóis freáticos", explica Bruno Carneiro, engenheiro químico do Departamento de Meio Ambiente do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas, no Pará. Segundo ele, esse mercúrio orgânico chega a nós por meio dos alimentos (em especial os peixes) podendo, em excesso, causar doenças relacionadas ao sistema nervoso central.
Não é à toa que o descarte correto é um dos itens importantes da chamada logística reversa obrigatória, que faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010. Nela, o fabricante, o distribuidor e o importador do produto são responsáveis por recolher e destinar o material usado para as empresas de reciclagem.
A forma como será feito todo esse trabalho ainda está em estudo. "A previsão é de que no futuro haja pontos de coleta para facilitar o descarte das lâmpadas, e esse custo extra da coleta esteja embutido no preço final do produto, o que hoje ainda não ocorre", informa Isac Roizenblatt, diretor técnico da Abilux. Mas, se quiser ajudar, você pode separar essas lâmpadas e procurar os pontos que recebem esse material voluntariamente. "Supermercados, shoppings, lojas de construção e empresas de reciclagem e descontaminação oferecem esse serviço, mas é preciso se informar e ver se há essa possibilidade", sugere Zilda Maria Faria Veloso, gerente do Departamento de Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente (MMA).
FIQUE DE OLHO
Para saber a eficiência energética de cada modelo (boa luminosidade, qualidade do produto e baixo gasto energético), o Inmetro criou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) para lâmpadas incandescentes comuns e halógenas, e para fluorescentes compactas. A etiqueta possui sete classes de eficiência, que vai de "A" (a mais eficiente) a "G" (a menos eficiente). Por exemplo, as fluorescentes compactas geralmente são "A" e "B", as incandescentes são classificadas de "D" a "G" e as "C" são as halógenas. Já as fluorescentes tubulares e as LED devem estar regularizadas e etiquetadas a partir de 2013.
Fonte: Marcos Borges, responsável pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem, do Inmetro.
UMA LÂMPADA PARA CADA NECESSIDADE
Comum
Como ela é: possui um filamento de tungstênio que, ao ser aquecido pela corrente elétrica, transforma energia em luz e calor. O problema é que apenas cerca de 6% a 8% são transformados em luminosidade - o restante é dissipado na forma de calor. Isso faz com que haja um gasto energético desnecessário, encarecendo a conta no fim do mês. Entre todos os tipos é o que dura menos, cerca de nove meses (ou 750 horas). Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) é 100%, ou seja, os objetos iluminados por ela se aproximam bastante de sua cor natural, e o tom da luz é amarelado. É a mais barata à venda no mercado.
Halógenas
Como ela é: tem o mesmo princípio de funcionamento da incandescente comum. Ela também possui filamento e ainda gás halógeno - composto de iodo e bromo - que faz com que sua vida útil gire em torno de dois anos (ou 2.000 horas), bem mais do que a da incandescente comum. A conversão da energia em luz varia de 10% a 12%. A qualidade da iluminação é similar à da comum tanto no que diz respeito ao IRC quanto ao tom da luz, chamada pelos especialistas de temperatura da cor.
Na decoração: por emitir uma intensidade de luz bastante agradável tanto a incandescente comum quanto a halógena são indicadas para locais como salas de estar, quartos, home theaters.
Além disso, como tem bom IRC, deve ser usada em locais onde precisamos enxergar as coisas nas cores originais, tais como espelho de banheiro (para maquiagem), salas (especialmente os locais de refeições), quartos, closets (para escolher a roupa certa) e assim por diante. A lâmpada halógena está disponível com diferentes refletores acoplados que proporcionam iluminação com foco dirigido ideal para destacar quadros, objetos e coleções.
Fluorescente
Como ela é: a maior parte da luminosidade dessa lâmpada vem de uma reação química dos gases mercúrio e argônio, contidos em seu interior, e não da corrente elétrica. Resultado: menos gasto de energia e conta mais barata. Nessa categoria existem dois tipos: a compacta que, em uma residência, dura em média de seis a 12 anos, e a tubular que dura de sete a 15 anos. O IRC varia de 65% a 90% e pode ser encontrado com temperaturas de cor amarelo suave e azul. Hoje em dia, a oferta de lâmpadas de qualidade aumentou muito, se comparada ao início de sua inserção no país.
Na decoração: por ser uma lâmpada econômica e eficiente, é perfeita para locais em que seja necessária muita luz geral e para espaços que demandem iluminação constante, como cozinhas, banheiros, áreas de serviço, garagens e corredores. Como não possuem um bom IRC, os objetos iluminados tendem a ficar com uma aparência mais "artificial". Na cozinha, lâmpadas desse tipo podem ser usadas desde que não sejam colocadas sobre locais como pia e fogão, em que os alimentos são manipulados. Nesses casos, fique com a incandescente comum ou a halógena, que realçam a cor natural do objeto iluminado.
Lâmpada LED (Diodo Emissor de Luz)
Como ela é: dentre todas é a que possui tecnologia mais eficiente. Isso se traduz numa maior durabilidade (algumas podem chegar a até 50 anos ou 50.000 horas), economia e luminosidade. Em contrapartida, é uma das mais caras do mercado, seu IRC não é bom (comparado ao das outras) e, no Brasil, está disponível apenas na temperatura de cor azulada, ou seja, mais fria. O funcionamento dessa lâmpada é complexo e totalmente diferente do dos outros tipos: a luz é resultante de uma reação energética desencadeada por elétrons (cargas negativas).
Na decoração: é perfeita para locais em que é necessária uma grande economia de energia, para áreas que precisam de um "ponto" de luz, como corredores, escadas, prateleiras pequenas, jardins ou pontos de destaque que ficam acesos a noite inteira. Outra vantagem é a possibilidade da troca dinâmica de cores, usada com frequência na cromoterapia e em salões de festa. Além do uso doméstico, são ideais para iluminação de ruas e avenidas.
Fluorescente
Como ela é: a maior parte da luminosidade dessa lâmpada vem de uma reação química dos gases mercúrio e argônio, contidos em seu interior, e não da corrente elétrica. Resultado: menos gasto de energia e conta mais barata. Nessa categoria existem dois tipos: a compacta que, em uma residência, dura em média de seis a 12 anos, e a tubular que dura de sete a 15 anos. O IRC varia de 65% a 90% e pode ser encontrado com temperaturas de cor amarelo suave e azul. Hoje em dia, a oferta de lâmpadas de qualidade aumentou muito, se comparada ao início de sua inserção no país.
Na decoração: por ser uma lâmpada econômica e eficiente, é perfeita para locais em que seja necessária muita luz geral e para espaços que demandem iluminação constante, como cozinhas, banheiros, áreas de serviço, garagens e corredores. Como não possuem um bom IRC, os objetos iluminados tendem a ficar com uma aparência mais "artificial". Na cozinha, lâmpadas desse tipo podem ser usadas desde que não sejam colocadas sobre locais como pia e fogão, em que os alimentos são manipulados. Nesses casos, fique com a incandescente comum ou a halógena, que realçam a cor natural do objeto iluminado.
Lâmpada LED (Diodo Emissor de Luz)
Como ela é: dentre todas é a que possui tecnologia mais eficiente. Isso se traduz numa maior durabilidade (algumas podem chegar a até 50 anos ou 50.000 horas), economia e luminosidade. Em contrapartida, é uma das mais caras do mercado, seu IRC não é bom (comparado ao das outras) e, no Brasil, está disponível apenas na temperatura de cor azulada, ou seja, mais fria. O funcionamento dessa lâmpada é complexo e totalmente diferente do dos outros tipos: a luz é resultante de uma reação energética desencadeada por elétrons (cargas negativas).
Na decoração: é perfeita para locais em que é necessária uma grande economia de energia, para áreas que precisam de um "ponto" de luz, como corredores, escadas, prateleiras pequenas, jardins ou pontos de destaque que ficam acesos a noite inteira. Outra vantagem é a possibilidade da troca dinâmica de cores, usada com frequência na cromoterapia e em salões de festa. Além do uso doméstico, são ideais para iluminação de ruas e avenidas.
23 de agosto de 2012
CULTIVANDO LEGUMES, VERDURAS E HORTALIÇAS EM CASA
1. PROVIDENCIE OS UTENSÍLIOS BÁSICOS
Pá: Para abrir as covas na terra.
Tesoura: Para podar as plantas.
Luvas: Para evitar pegar doenças como toxoplasmose, encostar em fungos ou pragas, ou se machucar em espinhos.
Palitos de churrasco: Para apoiar as mudas que estão crescendo.
Fechos de embalagens como as de pão de forma: Para prender as mudas nos palitos.
2. PREPARE O SOLO
Misture metade de terra e metade de composto orgânico ou húmus de minhoca (espécie de "vitamina" para a planta). Cave buraquinhos na distância indicada para cada espécie. Se a horta estiver em vasos, ponha pedras ou cacos de cerâmica no fundo, para a água escoar mais facilmente.
3. PLANTE SUA HORTALIÇA FAVORITA
Para ter sucesso na empreitada, respeite o calendário de plantio (verifique na tabela da próxima página a época recomendada para cada hortaliça). E não deixe as plantas no breu. Quanto mais escuro for o lugar, mais perto da janela as mudas devem ser colocadas.
4. LEMBRE-SE DE REGAR Para saber a frequência, nada melhor do que usar o "dedômetro". Se a terra não estiver seca, deixe o regador no armário. Planta encharcada fica fraca e propensa a ter doenças, como fungos - pratinhos embaixo de vasos, portanto, devem ser abolidos.
5. APOSTE EM REPELENTES NATURAIS
Inseticidas também matam os bichinhos do bem - por exemplo, exterminar as lagartas vai acabar com as borboletas. Além das opções orgânicas, você pode plantar cravo-de-defunto. Outro modo de afastar pragas é atrair passarinhos.
CALENDÁRIO DE PLANTIO
PRAGAS MAIS COMUNS
Cochonilha
Parecida com um besourinho marrom ou uma bolinha de algodão, come os brotos das plantas.
Lagarta
Filhote de borboleta, ela gosta de folhas durinhas, como as da escarola ou da couve-manteiga.
Lesma e caracol Com descrições dispensáveis, também comem flores, além das folhas.
Pulgão
Espécie de formiguinha verde ou preta, detona brotos, folhas, flores e frutas.
Pá: Para abrir as covas na terra.
Tesoura: Para podar as plantas.
Luvas: Para evitar pegar doenças como toxoplasmose, encostar em fungos ou pragas, ou se machucar em espinhos.
Palitos de churrasco: Para apoiar as mudas que estão crescendo.
Fechos de embalagens como as de pão de forma: Para prender as mudas nos palitos.
2. PREPARE O SOLO
Misture metade de terra e metade de composto orgânico ou húmus de minhoca (espécie de "vitamina" para a planta). Cave buraquinhos na distância indicada para cada espécie. Se a horta estiver em vasos, ponha pedras ou cacos de cerâmica no fundo, para a água escoar mais facilmente.
3. PLANTE SUA HORTALIÇA FAVORITA
Para ter sucesso na empreitada, respeite o calendário de plantio (verifique na tabela da próxima página a época recomendada para cada hortaliça). E não deixe as plantas no breu. Quanto mais escuro for o lugar, mais perto da janela as mudas devem ser colocadas.
4. LEMBRE-SE DE REGAR Para saber a frequência, nada melhor do que usar o "dedômetro". Se a terra não estiver seca, deixe o regador no armário. Planta encharcada fica fraca e propensa a ter doenças, como fungos - pratinhos embaixo de vasos, portanto, devem ser abolidos.
5. APOSTE EM REPELENTES NATURAIS
Inseticidas também matam os bichinhos do bem - por exemplo, exterminar as lagartas vai acabar com as borboletas. Além das opções orgânicas, você pode plantar cravo-de-defunto. Outro modo de afastar pragas é atrair passarinhos.
CALENDÁRIO DE PLANTIO
PRAGAS MAIS COMUNS
Cochonilha
Parecida com um besourinho marrom ou uma bolinha de algodão, come os brotos das plantas.
Lagarta
Filhote de borboleta, ela gosta de folhas durinhas, como as da escarola ou da couve-manteiga.
Lesma e caracol Com descrições dispensáveis, também comem flores, além das folhas.
Pulgão
Espécie de formiguinha verde ou preta, detona brotos, folhas, flores e frutas.
GUARDA ROUPA SUSTENTÁVEL
As marcas líderes de roupas ecológicas tiveram um crescimento de 70% nas vendas em 2006. Esse é o resultado de uma pesquisa feita no Reino Unido e divulgada pelo jornal Daily Telegraph. O que nós temos com isso? Muito. A indústria têxtil está entre as quatro que mais consomem recursos naturais, como água e combustíveis fósseis, de acordo com o Environmental Protection Agency, órgão americano que monitora a emissão de poluentes no mundo. Somente a cultura de algodão é responsável por cerca de 30% da utilização de pesticidas na Terra, contaminando o solo e os rios. Ou seja, a busca por matérias-primas alternativas e renováveis é hoje um dos principais desafios do setor. E está mais do que na hora de o Brasil - e nós, consumidoras brasileiras - entrar para valer nessa moda verde. O bom é que já tem gente daqui fazendo bonito.

A grife brasileira Osklen, do Rio de Janeiro, desde sua criação, em 1989, experimenta novos usos para materiais já conhecidos. No momento, a marca desenvolve uma sandália de dedo feita de PVC reciclado e também uma sacola de juta que levará dois anos para se degradar no meio ambiente - tremenda conquista, se comparada aos 100 anos necessários, no mínimo, para a degradação natural de uma sacola plástica.
"Tem gente que já chega às nossas lojas perguntando pelos produtos ecológicos", conta Nina Braga, diretora do Institutoe, vinculado à grife. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos idealizada pelo estilista Oskar Metsavaht, criador da marca, que mapeia matérias-primas de origem sustentável no país. "Nosso objetivo é oferecer informação para que outras marcas possam trabalhar com materiais que respeitam a biodiversidade, como tecidos orgânicos, artesanato produzido por cooperativas e reciclados", esclarece Nina. Metsavaht também apoiou um projeto para monitorar baleias por satélite desenvolvido pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em 2005, e a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, em 2006. Além dele, estilistas como Gloria Coelho, Lino Villaventura e Fause Haten já criaram peças com materiais sustentáveis: sim, é possível preservar a natureza com elegância.
IMPACTO NO BOLSO
Por enquanto, é preciso mais do que consciência ambiental para optar pela moda ecológica. Devido à escala de produção pequena e à oferta inconstante de matéria-prima, boa parte desses produtos é cara. Uma camiseta de algodão feita de tecido orgânico, por exemplo, custa três vezes mais do que uma produzida pelos métodos tradicionais. Mas algumas iniciativas começam a mudar esse panorama.
Desde o ano passado, parceria entre Hanesbrands, dona da marca Zorba no Brasil, a rede varejista Wal-Mart e a Embrapa permite a fabricação de roupas sustentáveis a preços populares. São camisetas, calcinhas, cuecas e bodies para bebês confeccionados com algodão cru ou orgânico, além de outras fibras, como o bambu. "O Brasil ainda não tem auto-suficiência em produção de algodão orgânico", explica Adriana Ramalho, diretora de desenvolvimento do Wal-Mart. "Por isso, buscamos fibras alternativas. A estratégia é colaborar com a produção e o desenvolvimento de novas tecnologias e manter o preço acessível para ganhar em escala. Assim, tentamos romper com o padrão de que a roupa ecologicamente correta precisa custar mais."
Com o crescente interesse do público - a cueca de fibra de bambu vendeu 20% acima da expectativa -, a empresa promete novidades com outras fibras em estudo, como o milho e a soja. "É uma tendência ligada à democratização da moda e à consciência ambiental. A camiseta mais vendida da linha é a que traz o símbolo da reciclagem. Isso mostra que as pessoas querem ser vistas como antenadas, já que ser sustentável está na moda", diz Milena Rossi, coordenadora de estilo do Wal-Mart.
No caso do bambu, que também substitui o algodão em 26 modelos da coleção da marca carioca Redley, as vantagens ambientais são evidentes: uma plantação de pinus leva sete anos para produzir 3 mil árvores; já o bambu precisa de três anos para produzir 10 mil árvores no mesmo espaço, ainda dispensa o uso de pesticidas, não causa erosão e só requer água para crescer. Mas os especialistas alertam: nem sempre as roupas feitas de fibras alternativas podem ser consideradas "produtos sustentáveis". Se o cultivo implicar a derrubada de florestas, envolver mão-de-obra infantil, exploração de trabalhadores rurais ou exigir muito combustível no transporte, os danos ambientais e sociais anulam os benefícios. Por isso, informação é fundamental para quem quer comprar produtos ecológicos.
"Tem gente que já chega às nossas lojas perguntando pelos produtos ecológicos", conta Nina Braga, diretora do Institutoe, vinculado à grife. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos idealizada pelo estilista Oskar Metsavaht, criador da marca, que mapeia matérias-primas de origem sustentável no país. "Nosso objetivo é oferecer informação para que outras marcas possam trabalhar com materiais que respeitam a biodiversidade, como tecidos orgânicos, artesanato produzido por cooperativas e reciclados", esclarece Nina. Metsavaht também apoiou um projeto para monitorar baleias por satélite desenvolvido pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em 2005, e a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, em 2006. Além dele, estilistas como Gloria Coelho, Lino Villaventura e Fause Haten já criaram peças com materiais sustentáveis: sim, é possível preservar a natureza com elegância.
IMPACTO NO BOLSO
Por enquanto, é preciso mais do que consciência ambiental para optar pela moda ecológica. Devido à escala de produção pequena e à oferta inconstante de matéria-prima, boa parte desses produtos é cara. Uma camiseta de algodão feita de tecido orgânico, por exemplo, custa três vezes mais do que uma produzida pelos métodos tradicionais. Mas algumas iniciativas começam a mudar esse panorama.
Desde o ano passado, parceria entre Hanesbrands, dona da marca Zorba no Brasil, a rede varejista Wal-Mart e a Embrapa permite a fabricação de roupas sustentáveis a preços populares. São camisetas, calcinhas, cuecas e bodies para bebês confeccionados com algodão cru ou orgânico, além de outras fibras, como o bambu. "O Brasil ainda não tem auto-suficiência em produção de algodão orgânico", explica Adriana Ramalho, diretora de desenvolvimento do Wal-Mart. "Por isso, buscamos fibras alternativas. A estratégia é colaborar com a produção e o desenvolvimento de novas tecnologias e manter o preço acessível para ganhar em escala. Assim, tentamos romper com o padrão de que a roupa ecologicamente correta precisa custar mais."
Com o crescente interesse do público - a cueca de fibra de bambu vendeu 20% acima da expectativa -, a empresa promete novidades com outras fibras em estudo, como o milho e a soja. "É uma tendência ligada à democratização da moda e à consciência ambiental. A camiseta mais vendida da linha é a que traz o símbolo da reciclagem. Isso mostra que as pessoas querem ser vistas como antenadas, já que ser sustentável está na moda", diz Milena Rossi, coordenadora de estilo do Wal-Mart.
No caso do bambu, que também substitui o algodão em 26 modelos da coleção da marca carioca Redley, as vantagens ambientais são evidentes: uma plantação de pinus leva sete anos para produzir 3 mil árvores; já o bambu precisa de três anos para produzir 10 mil árvores no mesmo espaço, ainda dispensa o uso de pesticidas, não causa erosão e só requer água para crescer. Mas os especialistas alertam: nem sempre as roupas feitas de fibras alternativas podem ser consideradas "produtos sustentáveis". Se o cultivo implicar a derrubada de florestas, envolver mão-de-obra infantil, exploração de trabalhadores rurais ou exigir muito combustível no transporte, os danos ambientais e sociais anulam os benefícios. Por isso, informação é fundamental para quem quer comprar produtos ecológicos.
"Com o tempo", prevê Beatriz Saldanha, uma das fundadoras do Partido Verde no Brasil, "o consumidor exigirá que os dados de procedência e produção estejam à vista, como já acontece com alguns produtos alimentícios estrangeiros."
Ao lado do sócio, João Fortes, Beatriz desenvolveu, há 17 anos, a técnica para a fabricação do Treetap®, o couro vegetal, feito com tecido 100% algodão banhado em borracha extraída da seringueira nativa e vulcanizada em estufas especiais. Foi preciso investir 1 milhão de dólares e alguns anos de pesquisa para criar um material bonito, durável e que viabilizasse o sustento e a permanência das famílias de seringueiros na Amazônia. "Eles são os guardiões da floresta. Como vivem do manejo sustentável da região, sua presença é garantia de que não haverá desmatamento", explica Beatriz. Hoje, a Treetap® virou nome do negócio e emprega 50 famílias. Já foi premiada pelo Banco Mundial e pela Fundação Getulio Vargas e pretende expandir sua atuação este ano, vendendo matéria-prima para outras marcas.
GENTE GRANDE
Na maior empresa de vestuário do Brasil, a Hering, as questões ambientais chegaram à linha de produção. Marcelo Toledo, gerente da área de desenvolvimento de estamparia, diz que a empresa fica atenta aos detalhes no processo de fabricação. Muitos corantes pretos, por exemplo, deixam resíduos de enxofre na água, dificultando a limpeza dos efluentes. Preferimos pagar mais caro e utilizar um corante preto mais seguro", revela Marcelo. Na marca infantil da Hering, a PUC, há uma linha "rústica", que não emprega corantes e usa o mínimo de produtos químicos e alvejantes. Agora, a empresa estuda limpar e amaciar o algodão com argila. O tratamento dos jeans, lavados com cloro e outros produtos agressivos para o meio ambiente, também poderá passar por mudanças. Empresas menores, a pedido da Hering, já produzem parte dos jeans com desbotamento por gás ozônio. "A idéia é repassar os novos conhecimentos para outras linhas da empresa", afirma Marcelo.
Na hora de comprar, informe-se sobre a procedência dos produtos e deixe clara sua preferência pelos sustentáveis. Se uma indústria utiliza mão-de-obra infantil ou polui os rios, boicote seus produtos. Exercer seu poder de consumidora é uma ótima forma de pressionar os fabricantes a adotar tecnologias que não agridam o meio ambiente e a sociedade.
GUARDA-ROUPA VERDE
Planeje antes de comprarNada de compra por impulso. Você gasta dinheiro, perde espaço no armário e causa impacto ambiental pela fabricação e transporte das mercadorias.
Evite a lavagem a secoMáquinas de lavar a seco usam tetracloroetileno, substância cancerígena. Procure o wet cleaning ou CO2 líquido. Muitas peças que antes eram lavadas a seco já podem ser lavadas à mão, especialmente de seda, lã e linho; olhe a etiqueta.
Lave bem
Para economizar energia, água e sabão, junte bastante roupa antes de ligar a máquina. Escolha sabão e tira-manchas biodegradáveis e livres de fosfato. Ao comprar lavadora e ferro, verifique se o produto tem o selo Procel de Economia de Energia Elétrica.
Diga sim aos brechós
E a bazares, feirinhas e até trocas entre amigas: são ótimas pedidas.
Vista orgânicos com seloPrefira sempre as roupas confeccionadas com tecidos orgânicos que possuam selo de autenticação.
Encontre nova utilidadeReinvente o uso de roupas e acessórios antigos. Seu armário guarda peças com potencial fashion. Para ajustes, vá à costureira. Doe o que não usa mais.
Escolha roupas "éticas"
Várias empresas aumentam os lucros com práticas ilegais e antiéticas, como o subemprego. Saiba como atuam os fabricantes de suas roupas. Valorize os que respeitam o meio ambiente e a sociedade.
Invista em peças artesanais
Ao lado do sócio, João Fortes, Beatriz desenvolveu, há 17 anos, a técnica para a fabricação do Treetap®, o couro vegetal, feito com tecido 100% algodão banhado em borracha extraída da seringueira nativa e vulcanizada em estufas especiais. Foi preciso investir 1 milhão de dólares e alguns anos de pesquisa para criar um material bonito, durável e que viabilizasse o sustento e a permanência das famílias de seringueiros na Amazônia. "Eles são os guardiões da floresta. Como vivem do manejo sustentável da região, sua presença é garantia de que não haverá desmatamento", explica Beatriz. Hoje, a Treetap® virou nome do negócio e emprega 50 famílias. Já foi premiada pelo Banco Mundial e pela Fundação Getulio Vargas e pretende expandir sua atuação este ano, vendendo matéria-prima para outras marcas.
GENTE GRANDE
Na maior empresa de vestuário do Brasil, a Hering, as questões ambientais chegaram à linha de produção. Marcelo Toledo, gerente da área de desenvolvimento de estamparia, diz que a empresa fica atenta aos detalhes no processo de fabricação. Muitos corantes pretos, por exemplo, deixam resíduos de enxofre na água, dificultando a limpeza dos efluentes. Preferimos pagar mais caro e utilizar um corante preto mais seguro", revela Marcelo. Na marca infantil da Hering, a PUC, há uma linha "rústica", que não emprega corantes e usa o mínimo de produtos químicos e alvejantes. Agora, a empresa estuda limpar e amaciar o algodão com argila. O tratamento dos jeans, lavados com cloro e outros produtos agressivos para o meio ambiente, também poderá passar por mudanças. Empresas menores, a pedido da Hering, já produzem parte dos jeans com desbotamento por gás ozônio. "A idéia é repassar os novos conhecimentos para outras linhas da empresa", afirma Marcelo.
Na hora de comprar, informe-se sobre a procedência dos produtos e deixe clara sua preferência pelos sustentáveis. Se uma indústria utiliza mão-de-obra infantil ou polui os rios, boicote seus produtos. Exercer seu poder de consumidora é uma ótima forma de pressionar os fabricantes a adotar tecnologias que não agridam o meio ambiente e a sociedade.
GUARDA-ROUPA VERDE
Planeje antes de comprarNada de compra por impulso. Você gasta dinheiro, perde espaço no armário e causa impacto ambiental pela fabricação e transporte das mercadorias.
Evite a lavagem a secoMáquinas de lavar a seco usam tetracloroetileno, substância cancerígena. Procure o wet cleaning ou CO2 líquido. Muitas peças que antes eram lavadas a seco já podem ser lavadas à mão, especialmente de seda, lã e linho; olhe a etiqueta.
Lave bem
Para economizar energia, água e sabão, junte bastante roupa antes de ligar a máquina. Escolha sabão e tira-manchas biodegradáveis e livres de fosfato. Ao comprar lavadora e ferro, verifique se o produto tem o selo Procel de Economia de Energia Elétrica.
Diga sim aos brechós
E a bazares, feirinhas e até trocas entre amigas: são ótimas pedidas.
Vista orgânicos com seloPrefira sempre as roupas confeccionadas com tecidos orgânicos que possuam selo de autenticação.
Encontre nova utilidadeReinvente o uso de roupas e acessórios antigos. Seu armário guarda peças com potencial fashion. Para ajustes, vá à costureira. Doe o que não usa mais.
Escolha roupas "éticas"
Várias empresas aumentam os lucros com práticas ilegais e antiéticas, como o subemprego. Saiba como atuam os fabricantes de suas roupas. Valorize os que respeitam o meio ambiente e a sociedade.
Invista em peças artesanais
17 de agosto de 2012
15 BOAS DICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA EM CASA
Esse crescimento tem um preço, que é a necessidade de investimento em mais e mais infraestrutura para geração e distribuição de energia. Mas se cada pessoa economizar de 10 a 20% da energia que consome diariamente, reduziremos muito o risco de apagão!
Que tal fazer também a sua parte? Conheça algumas dicas super práticas para economizar energia elétrica em sua casa!
Dicas práticas para economizar energia elétrica
Utilize dimmers, que controlam a intensidade da luz (além de economizar, ainda pode criar um clima na casa!);
Mantenha os lustres e globos transparentes bem limpos, assim não vai gastar energia à toa;
Não deixe as luzes acesas em ambientes onde não tem ninguém;
OUTROS PRODUTOS ORGÂNICOS
Quando se ouve a palavra orgânico, a primeira coisa que vem na cabeça são frutas, verduras, legumes e cereais, certo?
– Algodão Orgânico:
A carne orgânica é produzida com animais que, desde o nascimento, recebem rações com matérias-primas livres de agrotóxicos, adubos químicos, antibióticos ou hormônios de crescimento. E, com exceção das vacinas, obrigatórias, nada do que é usado nos tratamentos veterinários pode ter ingredientes sintéticos. Se adoecem, só são permitidos remédios fitoterápicos e homeopáticos.
De certa forma, sim! Porém, este sistema de produção ultrapassa a barreira dos campos de cultivo de vegetais e pode se tornar uma escolha muito mais presente em nosso dia a dia. Basta optarmos!
Para isso, irei apresentar nesta postagem algumas outras coisas que já podemos encontrar orgânicas no mercado à disposição:
– Cosméticos Orgânicos:
Já falamos deste item aqui no blog. O cosmético orgânico possui uma porcentagem variada de ingredientes certificados, dependendo do selo. Eles não possuem matéria-prima sintética, derivados de petróleo (como silicone e óleos minerais) ou produtos geneticamente modificados e testados em animais. Também são livres de agrotóxicos. Agridem menos a natureza ao longo da cadeia produtiva – os resíduos, por exemplo, são mais suaves que os da indústria tradicional. Além disso, há o apelo de valorizar a vida das comunidades envolvidas na produção.
Você já pensou em se vestir de forma orgânica? Sim, isso é possível, graças a produção de algodão orgânico.
O algodão orgânico é obtido através de sistemas sustentáveis no tempo e no espaço, mediante o manejo e a proteção dos recursos naturais, sem a utilização dos agrotóxicos, adubos químicos e outros insumos prejudiciais.
– Carne Orgânica:
CARNE ORGÂNICA
A carne orgânica certificada é uma carne produzida a partir de um sistema produtivo ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável.
Este sistema produtivo passa por auditoria e certificação, garantindo que carne é produzida da maneira mais natural possível, isenta de resíduos químicos e com preocupação socioambiental.

Qual a diferença entre a carne orgânica e a tradicional?
Na aparência, a carne orgânica assemelha-se às carnes bovinas convencionais encontradas facilmente nas casas de comercialização. A diferença está no modo de produção, que garante um produto de qualidade muito superior.
Quais as vantagens para a saúde?
Ao adquirir carne orgânica certificada, o consumidor tem a garantia de que está levando para casa um alimento completamente isento de resíduos químicos, pois a carne é produzida da maneira mais natural possível, com os animais sendo tratados principalmente com medicamentos fitoterápicos e homeopáticos, vacinados e alimentados com pastos isentos de agrotóxicos. O processo de produção desta carne diferenciada garante o consumo de um alimento seguro e saudável.
Quais as vantagens para o meio ambiente?
A carne orgânica é produzida em fazendas de criação de gado certificadas, que seguem normas rígidas de certificação orgânica, que determinam um sistema de produção ambientalmente correto.
Estas normas exigem primeiramente que os produtores cumpram a legislação ambiental, o que garante a proteção das áreas naturais obrigatórias que devem existir dentro de uma propriedade rural, tais como as matas nas beiras dos rios.
Além do cumprimento da legislação ambiental, a certificação exige a proteção de nascentes e de corpos d`água, proíbe a utilização de fogo no manejo das pastagens, e por ser um sistema que proíbe o uso de agrotóxicos e químicos, evita a contaminação do solo e dos recursos hídricos localizados dentro da unidade produtiva.
Desde quando o Brasil produz carne orgânica?
O Brasil tem um histórico de aproximadamente 10 anos na produção de carne orgânica, mas só nestes últimos três anos a cadeia produtiva vem se estruturando comercialmente.
O objetivo é atender à demanda cada vez maior por alimentos que garantam a segurança alimentar, a proteção ao meio ambiente e a dignidade social.
Por que a carne orgânica é pouco consumida no Brasil?
A carne orgânica ainda não é bastante conhecida e consumida no Brasil, pois somente agora vêm sendo explorada de maneira comercial. É uma cadeia produtiva em estruturação, sendo que uma das prioridades é a de esclarecer ao consumidor as vantagens do produto em relação às carnes convencionais.
De maneira geral, todos os produtos orgânicos são ainda pouco conhecidos. Eles são entendidos pela população como produtos sem agrotóxicos, mas, na verdade, possuem critérios ambientais e sociais importantíssimos em seus sistemas produtivos.
Onde encontrar carne orgânica?
Atualmente, no Brasil, somente uma indústria tem comercializado carne orgânica certificada, produzida por duas associações de produtores de carne orgânica localizadas na Bacia Hidrográfica do Pantanal, a Associação Brasileira de Produtores de Animais Orgânicos (ASPRANOR), no estado do Mato Grosso, e a Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), no estado do Mato Grosso do Sul.
Os cortes de carne orgânica podem ser encontrados nas capitais de estados como, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, em grandes redes varejistas.
Este sistema produtivo passa por auditoria e certificação, garantindo que carne é produzida da maneira mais natural possível, isenta de resíduos químicos e com preocupação socioambiental.

Qual a diferença entre a carne orgânica e a tradicional?
Na aparência, a carne orgânica assemelha-se às carnes bovinas convencionais encontradas facilmente nas casas de comercialização. A diferença está no modo de produção, que garante um produto de qualidade muito superior.
Quais as vantagens para a saúde?
Ao adquirir carne orgânica certificada, o consumidor tem a garantia de que está levando para casa um alimento completamente isento de resíduos químicos, pois a carne é produzida da maneira mais natural possível, com os animais sendo tratados principalmente com medicamentos fitoterápicos e homeopáticos, vacinados e alimentados com pastos isentos de agrotóxicos. O processo de produção desta carne diferenciada garante o consumo de um alimento seguro e saudável.
Quais as vantagens para o meio ambiente?
A carne orgânica é produzida em fazendas de criação de gado certificadas, que seguem normas rígidas de certificação orgânica, que determinam um sistema de produção ambientalmente correto.
Estas normas exigem primeiramente que os produtores cumpram a legislação ambiental, o que garante a proteção das áreas naturais obrigatórias que devem existir dentro de uma propriedade rural, tais como as matas nas beiras dos rios.
Além do cumprimento da legislação ambiental, a certificação exige a proteção de nascentes e de corpos d`água, proíbe a utilização de fogo no manejo das pastagens, e por ser um sistema que proíbe o uso de agrotóxicos e químicos, evita a contaminação do solo e dos recursos hídricos localizados dentro da unidade produtiva.
Desde quando o Brasil produz carne orgânica?
O Brasil tem um histórico de aproximadamente 10 anos na produção de carne orgânica, mas só nestes últimos três anos a cadeia produtiva vem se estruturando comercialmente.
O objetivo é atender à demanda cada vez maior por alimentos que garantam a segurança alimentar, a proteção ao meio ambiente e a dignidade social.
Por que a carne orgânica é pouco consumida no Brasil?
A carne orgânica ainda não é bastante conhecida e consumida no Brasil, pois somente agora vêm sendo explorada de maneira comercial. É uma cadeia produtiva em estruturação, sendo que uma das prioridades é a de esclarecer ao consumidor as vantagens do produto em relação às carnes convencionais.
De maneira geral, todos os produtos orgânicos são ainda pouco conhecidos. Eles são entendidos pela população como produtos sem agrotóxicos, mas, na verdade, possuem critérios ambientais e sociais importantíssimos em seus sistemas produtivos.
Onde encontrar carne orgânica?
Atualmente, no Brasil, somente uma indústria tem comercializado carne orgânica certificada, produzida por duas associações de produtores de carne orgânica localizadas na Bacia Hidrográfica do Pantanal, a Associação Brasileira de Produtores de Animais Orgânicos (ASPRANOR), no estado do Mato Grosso, e a Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), no estado do Mato Grosso do Sul.
Os cortes de carne orgânica podem ser encontrados nas capitais de estados como, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, em grandes redes varejistas.
16 de agosto de 2012
AGRICULTURA ORGÂNICA #3
Produto orgânico é um alimento sadio, limpo, cultivado sem agrotóxicos e sem fertilizantes químicos.
Eles provêm de sistemas agrícolas baseados em processos naturais, que não agridem a natureza e mantêm a vida do solo intacta.
As técnicas usadas para se obter o produto orgânico incluem emprego de compostagem, da adubação verde, o manejo orgânico do solo e da diversidade de culturas, que garantem a mais alta qualidade biológica dos alimentos.
O produto orgânico é completamente diferente do produto da agricultura convencional, que emprega doses maciças de inseticidas, fungicidas, herbicidas e adubos químicos altamente solúveis.
Esses agroquímicos fazem com que os alimentos tenham baixo valor nutricional e, em sua toxicidade pode estar a causa de muitas doenças, que afetam o homem, em proporção crescente. Além do mais, esses agroquímicos contaminam o ambiente, poluindo a água, o ar, a terra, a flora e a fauna.
A Agricultura Orgânica é o modo verdadeiramente científico e respeitoso de produzir alimentos saudáveis e assegurar a integridade do meio ambiente.
ALGUMAS RAZÕES PARA CONSUMIR PRODUTOS ORGÂNICOS
Seu sabor é melhor - O sabor é pessoal, porém existem certos critérios determinados por "degustadores" que afirmam que os alimentos orgânicos possuem mais "gosto" que os alimentos produzidos pelo sistema convencional.
É mais saudável - Os produtos orgânicos crescem sem pesticidas e fertilizantes químicos sintetizados artificialmente. Muitas pessoas possuem hábitos de descascar a cenoura para o preparo de uma salada, devido à possibilidade de ingestão de pesticidas presentes em sua casca. Escolhendo os produtos orgânicos, o consumidor usufrui na totalidade as frutas e vegetais sem a preocupação com o consumo de pesticidas.
São produtos livres de organismos geneticamente modificados - A prática da engenharia genética cria novas formas artificiais de vida que não possuem um desenvolvimento natural. Este processo visa extrair e enxertar genes de uma espécie em outra, para criar novos tipos de safras e animais, objetivando assim uma melhor produtividade e colheita. O assunto é polêmico e ninguém pode afirmar categoricamente sobre os efeitos destes alimentos na genética dos nossos filhos e netos.
É uma cultura que está em harmonia com o meio ambiente - Fertilizantes artificiais e pesticidas são levados aos rios, lagos e lençóis freáticos através das chuvas e/ou irrigação. Traços de pesticidas são encontrados em peixes, gado e outros animais que se nutrem destas águas.
É uma agricultura sustentável - Nos anos 90 foi bem difundida a cultura de "usar o solo até esgotá-lo". Em uma fazenda orgânica as gerações futuras podem usufruir da terra e seus benefícios, pois este tipo de cultura nutre o solo, alimentado-o naturalmente com produtos originados por compostagem e estercos.
É mais nutritivo - Alimentos frescos orgânicos normalmente possuem menor teor de água em sua composição, quando comparado com os alimentos convencionais (aproximadamente 20% menos). Isto significa que os nutrientes estão mais concentrados. Assim como o conteúdo de açúcar, motivo do sabor mais adocicado dos vegetais orgânicos. Produções orgânicas tendem a ter maiores níveis de vitaminas, como em tomates orgânicos, que contêm 23% mais vitamina A do que os convencionais.
IMPORTANTE: O fato de ser um alimento orgânico não elimina a necessidade de lavarmos e desinfetá-los, pois etapas como a água de rega, contato com a terra, manuseio humano e o transporte, são fontes naturais de contaminação.
Eles provêm de sistemas agrícolas baseados em processos naturais, que não agridem a natureza e mantêm a vida do solo intacta.
As técnicas usadas para se obter o produto orgânico incluem emprego de compostagem, da adubação verde, o manejo orgânico do solo e da diversidade de culturas, que garantem a mais alta qualidade biológica dos alimentos.
O produto orgânico é completamente diferente do produto da agricultura convencional, que emprega doses maciças de inseticidas, fungicidas, herbicidas e adubos químicos altamente solúveis.
Esses agroquímicos fazem com que os alimentos tenham baixo valor nutricional e, em sua toxicidade pode estar a causa de muitas doenças, que afetam o homem, em proporção crescente. Além do mais, esses agroquímicos contaminam o ambiente, poluindo a água, o ar, a terra, a flora e a fauna.
A Agricultura Orgânica é o modo verdadeiramente científico e respeitoso de produzir alimentos saudáveis e assegurar a integridade do meio ambiente.
ALGUMAS RAZÕES PARA CONSUMIR PRODUTOS ORGÂNICOS
Seu sabor é melhor - O sabor é pessoal, porém existem certos critérios determinados por "degustadores" que afirmam que os alimentos orgânicos possuem mais "gosto" que os alimentos produzidos pelo sistema convencional.
É mais saudável - Os produtos orgânicos crescem sem pesticidas e fertilizantes químicos sintetizados artificialmente. Muitas pessoas possuem hábitos de descascar a cenoura para o preparo de uma salada, devido à possibilidade de ingestão de pesticidas presentes em sua casca. Escolhendo os produtos orgânicos, o consumidor usufrui na totalidade as frutas e vegetais sem a preocupação com o consumo de pesticidas.
São produtos livres de organismos geneticamente modificados - A prática da engenharia genética cria novas formas artificiais de vida que não possuem um desenvolvimento natural. Este processo visa extrair e enxertar genes de uma espécie em outra, para criar novos tipos de safras e animais, objetivando assim uma melhor produtividade e colheita. O assunto é polêmico e ninguém pode afirmar categoricamente sobre os efeitos destes alimentos na genética dos nossos filhos e netos.
É uma cultura que está em harmonia com o meio ambiente - Fertilizantes artificiais e pesticidas são levados aos rios, lagos e lençóis freáticos através das chuvas e/ou irrigação. Traços de pesticidas são encontrados em peixes, gado e outros animais que se nutrem destas águas.
É uma agricultura sustentável - Nos anos 90 foi bem difundida a cultura de "usar o solo até esgotá-lo". Em uma fazenda orgânica as gerações futuras podem usufruir da terra e seus benefícios, pois este tipo de cultura nutre o solo, alimentado-o naturalmente com produtos originados por compostagem e estercos.
É mais nutritivo - Alimentos frescos orgânicos normalmente possuem menor teor de água em sua composição, quando comparado com os alimentos convencionais (aproximadamente 20% menos). Isto significa que os nutrientes estão mais concentrados. Assim como o conteúdo de açúcar, motivo do sabor mais adocicado dos vegetais orgânicos. Produções orgânicas tendem a ter maiores níveis de vitaminas, como em tomates orgânicos, que contêm 23% mais vitamina A do que os convencionais.
IMPORTANTE: O fato de ser um alimento orgânico não elimina a necessidade de lavarmos e desinfetá-los, pois etapas como a água de rega, contato com a terra, manuseio humano e o transporte, são fontes naturais de contaminação.
15 de agosto de 2012
AGRICULTURA ORGÂNICA #2
Alimentos orgânicos: mais saudáveis e respeita o meio ambiente
O que são
Os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano a saúde dos consumidores.
Agricultura orgânica: frutas, legumes e verduras
Os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano a saúde dos consumidores.
Agricultura orgânica: frutas, legumes e verduras
Na agricultura, por exemplo, utiliza-se apenas sistemas naturais para combater pragas e fertilizar o solo. Embora apresentem praticamente as mesmas propriedades nutricionais dos alimentos inorgânicos, os orgânicos apresentam a vantagem de seres mais saudáveis, pois não possuem agrotóxicos. Também são mais saborosos.
Carne Orgânica e ovos orgânicos
Carne Orgânica e ovos orgânicos
No tocante à produção carnes e ovos, os animais são criados sem a aplicação de antibóticos, hormônios e anabolizantes. Pesquisas demonstram que estes produtos podem provocar doenças nos seres humanos, quando consumidos por muito tempo. Logo, as carnes e ovos orgânicos são muito mais saudáveis.
Benefícios e Vantagens:
- Os alimentos são mais saudáveis, pois são livres de agrotóxicos, hormônios e outros produtos químicos;
- São mais saborosos;
- Sua produção respeita o meio ambiente, evitando a contaminação de solo, água e vegetação;
- A produção usa sistemas de responsabilidade social, principalmente na valorização da mão-de-obra.
Desvantagem:
A única desvantagem é que são mais caros do que os convencionais, pois são produzidos em menor escala e os custos de produção também são maiores.
Benefícios e Vantagens:
- Os alimentos são mais saudáveis, pois são livres de agrotóxicos, hormônios e outros produtos químicos;
- São mais saborosos;
- Sua produção respeita o meio ambiente, evitando a contaminação de solo, água e vegetação;
- A produção usa sistemas de responsabilidade social, principalmente na valorização da mão-de-obra.
Desvantagem:
A única desvantagem é que são mais caros do que os convencionais, pois são produzidos em menor escala e os custos de produção também são maiores.
AGRICULTURA ORGÂNICA #1
Agricultura Orgânica é um processo produtivo comprometido com a organicidade e sanidade da produção de alimentos vivos para garantir a saúde dos seres humanos, razão pela qual usa e desenvolve tecnologias apropriadas à realidade local de solo, topografia, clima, água, radiações e biodiversidade própria de cada contexto, mantendo a harmonia de todos esses elementos entre si e com os seres humanos.
Esse modo de produção assegura o fornecimento de alimentos orgânicos saudáveis, mais saborosos e de maior durabilidade; não utilizando agrotóxicos preserva a qualidade da água usada na irrigação e não polui o solo nem o lençol freático com substâncias químicas tóxicas; por utilizar sistema de manejo mínimo do solo assegura a estrutura e fertilidade dos solos evitando erosões e degradação, contribuindo para promover e restaurar a rica biodiversidade local; por esse conjunto de fatores a agricultura orgânica viabiliza a sustentabilidade da agricultura familiar e amplia a capacidade dos ecossistemas locais em prestar serviços ambientais a toda a comunidade do entorno, contribuindo para reduzir o aquecimento global.
As práticas da agricultura orgânica, assim como as demais sob a denominação de biológica, ecológica, biodinâmica, agroecológica e natural, comprometidas com a sustentabilidade local da espécie humana na terra, implicam em:
Esse modo de produção assegura o fornecimento de alimentos orgânicos saudáveis, mais saborosos e de maior durabilidade; não utilizando agrotóxicos preserva a qualidade da água usada na irrigação e não polui o solo nem o lençol freático com substâncias químicas tóxicas; por utilizar sistema de manejo mínimo do solo assegura a estrutura e fertilidade dos solos evitando erosões e degradação, contribuindo para promover e restaurar a rica biodiversidade local; por esse conjunto de fatores a agricultura orgânica viabiliza a sustentabilidade da agricultura familiar e amplia a capacidade dos ecossistemas locais em prestar serviços ambientais a toda a comunidade do entorno, contribuindo para reduzir o aquecimento global.
As práticas da agricultura orgânica, assim como as demais sob a denominação de biológica, ecológica, biodinâmica, agroecológica e natural, comprometidas com a sustentabilidade local da espécie humana na terra, implicam em:
- Uso da adubação verde com uso de leguminosas fixadoras de nitrogênio atmosférico;
- Adubação orgânica com uso de compostagem da matéria orgânica, que pela fermentação elimina microorganismos como fungos e bactérias, eventualmente existentes em estercos de origem animal, desde que provenientes da própria região;
- Minhocultura, geradora de húmus com diferentes graus de fertilidade; manejo mínimo e adequado do solo com plantio direto, curvas de níveis e outras para assegurar sua estrutura, fertilidade e porosidade;
- Manejo da vegetação nativa, como cobertura morta, rotação de culturas e cultivos protegidos para controle da luminosidade, temperatura, umidade, pluviosidade e intempéries;
- uso racional da água de irrigação seja por gotejamento ou demais técnicas econômicas de água contextualizadas na realidade local de topografia, clima, variação climática e hábitos culturais de sua população
14 de agosto de 2012
SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA
A sustentabilidade econômica é extremamente importante para estabelecer um ambiente seguro para as gerações futuras. A camada de ozônio está diminuindo lentamente, o aquecimento global vem ocasionando tragédias ambientais como altas ondas de calor, enchentes, furacões e outros acontecimentos. O ser humano de hoje em dia está habituado ao uso do petróleo como combustível, mas é preciso olhar para frente e desenvolver tecnologias capazes de utilizar menos recursos naturais.
As economias globais e o crescimento atual da população são atuais desafios para o meio ambiente e agricultara. A sociedade faz planos com um forte enfoque nas necessidades de cada um, uma visão consumista a respeito da vida. Por esta razão, definimos sustentabilidade econômica como uma forma de preservar o mundo para que possamos utilizar dele no futuro. Esta será a única maneira a qual teremos para continuar a vida na Terra.
Ou seja, a sustentabilidade econômica é a capacidade de exploração que um ecossistema pode suportar de seus recursos naturais. Trata-se de como a sustentabilidade ambiental está relacionada com a população humana, bem como ameaçada pelo mesmo. Portanto podemos definir que a sustentabilidade é um modo de criar um ciclo entre o que se consome e o que se renova a exemplo o processo de reciclagem de alumínio e o reflorestamento.
Apesar de termos explorado em níveis alarmantes a natureza, ainda estamos em tempo de recuperá-la, basta que empresas e governos incentivem os estudos nas áreas de meio ambiente e preservação, invistam dinheiro para combater crimes ambientais e reflorestem áreas de pasto. Essas medidas em grande escala podem recuperar florestas e dar um novo inicio a vida animal, perpetuando fauna e flora para nossos descendentes.Devemos garantir que este processo de recuperação e de sustentabilidade aconteça, cada um tem que fazer sua parte para diminuir os impactos gerados. A Terra nos fornece tudo o que há de bom, água, solo fértil e vida animal, não temos o direito de extrair dela mais do que ela pode nos dar, se não estaremos caminhando para o fim. É preciso refletir sobre as questões ambientais e dar o primeiro passo para que a mudança ocorra
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