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14 de agosto de 2012

SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA

A sustentabilidade econômica é extremamente importante para estabelecer um ambiente seguro para as gerações futuras. A camada de ozônio está diminuindo lentamente, o aquecimento global vem ocasionando tragédias ambientais como altas ondas de calor, enchentes, furacões e outros acontecimentos. O ser humano de hoje em dia está habituado ao uso do petróleo como combustível, mas é preciso olhar para frente e desenvolver tecnologias capazes de utilizar menos recursos naturais.
As economias globais e o crescimento atual da população são atuais desafios para o meio ambiente e agricultara. A sociedade faz planos com um forte enfoque nas necessidades de cada um, uma visão consumista a respeito da vida. Por esta razão, definimos sustentabilidade econômica como uma forma de preservar o mundo para que possamos utilizar dele no futuro. Esta será a única maneira a qual teremos para continuar a vida na Terra.
Sustentabilidade.
Ou seja, a sustentabilidade econômica é a capacidade de exploração que um ecossistema pode suportar de seus recursos naturais. Trata-se de como a sustentabilidade ambiental está relacionada com a população humana, bem como ameaçada pelo mesmo. Portanto podemos definir que a sustentabilidade é um modo de criar um ciclo entre o que se consome e o que se renova a exemplo o processo de reciclagem de alumínio e o reflorestamento.
Apesar de termos explorado em níveis alarmantes a natureza, ainda estamos em tempo de recuperá-la, basta que empresas e governos incentivem os estudos nas áreas de meio ambiente e preservação, invistam dinheiro para combater crimes ambientais e reflorestem áreas de pasto. Essas medidas em grande escala podem recuperar florestas e dar um novo inicio a vida animal, perpetuando fauna e flora para nossos descendentes.
Devemos garantir que este processo de recuperação e de sustentabilidade aconteça, cada um tem que fazer sua parte para diminuir os impactos gerados. A Terra nos fornece tudo o que há de bom, água, solo fértil e vida animal, não temos o direito de extrair dela mais do que ela pode nos dar, se não estaremos caminhando para o fim. É preciso refletir sobre as questões ambientais e dar o primeiro passo para que a mudança ocorra

COMPRA SUSTENTÁVEL

O consumidor consciente pensa na sustentabilidade, na natureza, no meio ambiente e em ações que possibilitam um mundo melhor. São atitudes pequenas, mas que são extremamente importantes para nosso futuro e o futuro do planeta.
Um consumidor consciente compra, sempre que possível, produtos que podem ser reutilizados e reciclados. Um consumidor consciente mostra para toda a sua família, amigos e conhecidos que pensar no meio ambiente e ter compromisso em preservá-lo é um dever de todo cidadão.
O consumidor consciente pensa antes de comprar e analisa os produtos que têm selos garantindo preservação do meio ambiente e incentivando ações de sustentabilidade. Um destes selos, por exemplo, é o selo Procel, que existe desde o ano de 1993. O selo Procel foi criado pelo Programa Nacional de Conservação de Energia. Todos os produtos que têm o selo Procel são produtos que consomem menos energia elétrica.
Todo consumidor consciente pensa na ação conjunta e força da população. Se todo consumidor comprar somente produtos que tenham o selo Procel e influenciar os amigos, conhecidos e parentes a comprarem somente os produtos que tenham estes selos, muita coisa no mercado e no consumo pode mudar, e para melhor. Já pensou se as pessoas decidissem que não compraria mais os produtos que não tivessem o selo Procel? Todos os fabricantes de eletrodomésticos dariam um jeito e mudaram os produtos. Assim, o consumo de todas as casas seria menor. Uma ação conjunta muda muito no que diz respeito à preservação do meio ambiente.
Infelizmente a divulgação do Selo Procel e de outros selos que protegem o meio ambiente ainda não é constante ou quase não há veiculação. Será que teria algum interesse dos fabricantes na não-divulgação? Mas e o meio ambiente, as pessoas não estão pensando no futuro e na natureza?
Se o assunto não está na mídia, você, consumidor consciente, pode fazer a sua parte. Espalhe para todas as pessoas que você conhece para comprar somente produtos com estes selos. Peça para eles também espalharem a notícia. Esta ação conjunta e força da População fazem a diferença para o meio ambiente. Pense na natureza, espalhe esta notícia!

CONTRIBUA PARA DIMINUIR IMPACTOS AMBIENTAIS

Cada dia que passa, o consumidor descarta algo que não utiliza mais como roupas, sapatos, acessórios. Às vezes trocamos apenas por estarem desatualizados, compramos coisas mais tecnologicamente avançadas e jogamos fora as velhas e obsoletas, muitas vezes sem pensar no impacto no futuro ambiental que essa atitude possa causar.
Por conta dessas ações antiecológicas, muitas espécies animais e vegetais foram extintas e outras tantas espécies estão em risco de extinção, gerando um grande impacto no futuro próximo.
As ações sustentáveis feitas no passado ainda são válidas, a proibição de pesticidas e inseticidas que envenenavam e poluíam o ar, o solo e as águas, afetando diretamente a cadeia alimentar e trazendo impacto ambiental, as várias formas de captar energia solar, a proibição de queimadas e exploração e desmatamento das florestas sem reflorestamento, mas somente isso ainda não é o bastante.
É preciso criar uma cultura de sustentabilidade, onde as pessoas se conscientizem que não é só a floresta que está desaparecendo pouco a pouco. A poluição do ar e das águas cresce numa proporção sem limite. Se cada um fizer a sua parte, as próximas gerações terão água potável, ar puro, florestas e recurso naturais disponíveis
Atitudes conscientes baseadas em ações sustentáveis também vão ajudar a diminuir o impacto no futuro ambiental do planeta. Reciclar é a palavra mestra. A grande maioria dos materiais é reciclável ou reutilizável. E a mudança de hábitos também pode ajudar:
- A água por exemplo não e um recurso renovável, evitar o desperdício de água sem necessidade, não lavando as calçadas, carros, reutilizando a água usada nas máquinas de roupas para esses fins;
- O lixo deve ser jogado no lixo e não nas ruas. Copos descartáveis, papéis, garrafas de plásticos ou de vidro podem também ser recicladas e reaproveitadas, as garrafas podem ser usadas como vasos para plantas, por exemplo;
- Economia de energia também é um hábito que pode ser mudado, além de diminuir os custos, ajuda a diminuir o impacto no futuro, manter desligados os aparelhos e somente ligar quando forem utilizadas, inclusive as luzes dos cômodos.

RECONHECENDO PRODUTOS SUSTENTÁVEIS

Se você deseja realmente aderir as causas do desenvolvimento sustentável, pode começar adquirindo produtos de empresas sustentáveis. Esses produtos vêm colaborando muito com a tentativa de trazer equilíbrio ao meio ambiente. Mas como saber se a empresa que comercializa o que consumimos realmente utiliza meios ecologicamente corretos para sua produção?
O assunto desenvolvimento sustentável tem se tornado alvo da mídia e de muitos adeptos à preservação ambiental, o que faz com que algumas empresas ajam de má-fé utilizando slogans de sustentabilidade, propagandeando seus cuidados com o meio ambiente e a qualidade de seus produtos sem colocar em prática o que dizem, a fim de aparentar responsabilidade ecológica e social.
Para termos a certeza de que os produtos adquiridos realmente provêm de uma fonte sustentável, devemos procurar nas embalagens os selos que certificam o uso de materiais reciclados. Além disso, podemos procurar nos sites referentes às empresas seus métodos de fabricação e quais materiais foram utilizados para sua produção.
A verificação da credibilidade do produto não é a única questão a ser averiguada para se ter certeza de que a empresa é sustentável. Deve-se também conhecer a história da empresa, como ela foi fundada, em que condições ambientais seu espaço físico foi estruturado, de onde e como retiram as matérias-primas utilizadas, que destino dão ao seu lixo produzido, quais as técnicas utilizadas nas produções, que tipo de energia utilizam, que cuidados tomam com as emissões de gases dos processos de fabricação entre outras atitudes sustentáveis.
Selos Verdes - Reconhecendo Produtos de Fontes Sustentáveis
Ter a certeza de que o produto que consumimos é sustentável nos coloca na batalha pelo bem-estar do meio ambiente, incentiva a população a consumi-los e as empresas a continuar a produzi-los cada vez mais, mantendo a mesma linha de conduta. Esses produtos são uma forma de reduzir os impactos ambientais causados pela má utilização das matérias-primas e o descaso com a produção do lixo e o destino que será dado a ele.
Reduzindo esses impactos temos uma natureza mais sadia com ares e águas mais limpas além de prorrogar o tempo de duração de recursos naturais até pouco tempo considerados inesgotáveis e hoje encontrados em risco que são essenciais à nossa vida.
Faça sua parte adquirindo produtos sustentáveis.

TUDO PODE SER RECICLADO

Soutiens também podem ser reciclados

Lojas japonesas investiram numa tecnologia que transforma a peça em combustível e estão oferecendo às consumidoras a possibilidade de levar soutiens usados de volta às lojas Vida Simples


Doar e se desfazer de roupas antigas já se tornou tarefa corriqueira: blusas, vestidos, casacos, sapatos, calças, sutiãs. Sutiã? Pois é, se depois de muito usado ele já não serve mais para seu objetivo de sustentar, pode então ter um fim, digamos, sustentável. O sutiã é um produto difícil de ser reutilizado por não ser atrativo para vender em segunda mão nem doar. Além disso, sua mistura de tecidos e fios é difícil de ser reaproveitada, segundo especialistas. Pensando nisso, a Triumph Japão investiu numa tecnologia que transforma a peça em combustível e está oferecendo às consumidoras a possibilidade de levar seus sutiãs usados - de todas as marcas - para as lojas.

As peças são recicladas e transformadas em combustível (óleo RPF, um derivado do petróleo) para utilização industrial. Desde 2009, a Triumph Japão já recolheu mais de 200 mil soutiens, que se transformaram em 14 toneladas de combustível. A concorrente Wacoal arrecadou 179 mil peças - ou 17 toneladas de combustível. Em Portugal, Triumph e Intimissimi dão descontos de 3 a 5 euros numa peça nova quando as clientes entregam sutiãs usados, que por sua vez são utilizados na fabricação de isolantes acústicos. No Brasil, a reciclagem dessas peças ainda não começou, mas bem que podia ser um exemplo para as empresas fabricantes, né?

9 de agosto de 2012

NÃO PODIA DEIXAR DE LADO ALGUMAS FRASES E PENSAMENTOS DO BETINHO

Temos sociólogos bons e medíocres. Uns acabam professores, outros presidentes da República.
Betinho





Não afirmo que o inimigo do Brasil é o capital estrangeiro, mas também não afirmo que por ser estrangeiro é melhor e mais amigo.
Betinho

Hoje enquanto curava as cicatrizes
deixadas pelos espinhos,
lembrei-me que foi colhendo rosas que me feri...
Betinho

No Brasil não existe filantropia , o que existe é pilantropia.
Betinho

E No Fim
No começo do começo
Você era apenas aquela menina.
No fim do começo você era linda.
No começo do fim
Você era o meu anjo.
No fim do fim você era a solidão.
E no fim...
No fim eu acordei,
Encarei a minha realidade
E agora eu sei:
Você é um sonho...
Betinho

Um país não muda pela sua economia, sua política e nem mesmo sua ciência; muda sim pela sua cultura.
Betinho

Essas crianças estão nas ruas porque, no Brasil, ser pobre é estar condenado à marginalidade. Estão nas ruas porque suas famílias foram destruídas. Estão nas ruas porque nos omitimos. Estão nas ruas, e estão sendo assassinadas.
Betinho


"O que somos é um presente que a vida nos dá. O que nós seremos é um presente que daremos à vida."
Betinho

Sinto fome e tenho sede.
Não!
Dão-me pães e dão-me água,
Mas não sabem eles
que a sede que sinto e me consome
é do doce veneno que há em teus lábios.
E a fome que tenho e me possui
É de amar-te o tempo inteiro.
Betinho Santos

Maldito seja o destino
que me fez escravo do teu amor
e agora liberta-me com a tua morte.

Ah! Minha bela, como consegues
Ser tão linda com tamanha simplicidade,
de tal modo que nem as trevas da morte
conseguem roubar-te a beleza.

Foste breve e se fez eterna...

PESSOAS QUE DISSERAM "EU POSSO" : HERBERT JOSÉ DE SOUSA, O BETINHO

"A alma da fome é política!" A afirmação de Herbert José de Sousa - o Betinho - nada tem de enigmática. Ela ilustra exemplarmente uma vida de lutas, de empenho e de trabalho pela cidadania e pela vida.



Herbert José de Sousa foi o quarto filho de uma família de oito irmãos, entre os quais o cartunista Henfil e o músico Chico Mário. Sua infância foi marcada por fatos incomuns. Já nos primeiros dias de vida, teve hemofilia, uma doença no sangue que impede a coagulação.

Passou oito anos morando numa penitenciária, onde seu pai trabalhava.
Herbert de Sousa começou a sua militância política na Juventude Católica, em Belo Horizonte. Estudou na Universidade de Minas Gerais e formou-se em sociologia em 1962. Trabalhou depois no Ministério da Educação e Cultura e na Superintendência de Reforma Agrária.

Depois do golpe militar de 1964. Betinho engajou-se na resistência contra a ditadura. Passou sete meses no Uruguai e depois, de volta ao Brasil, foi trabalhar como operário na cidade paulista de Mauá.

Em 1971, Herbert de Sousa partiu para o exílio. Morou em diversos países. No Chile, deu aulas na Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais e assessorou o presidente Salvador Allende, deposto em 1973 pelo general Augusto Pinochet. Escapando da ditadura chilena, Betinho exilou-se no Canadá e depois no México. Fez doutorado e foi professor na Universidade Autônoma do México.

Com a anistia política, em 1979, Herbert José de Sousa retornou ao Brasil. Tornou-se um dos símbolos da resistência política. Dois anos depois, fundou o IBASE (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas).

Herbert de Sousa foi um dos primeiros intelectuais a advogar em favor das organizações não-governamentais, que não dependem do estado nem da iniciativa privada. Foi também um dos fundadores da campanha nacional pela reforma agrária.

Em 1990, o movimento Terra e Democracia, que Betinho liderava, reuniu no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, milhares de pessoas para lutar pela democratização da terra.

Herbert de Sousa teve confirmado o diagnóstico de sua contaminação pelo HIV, o vírus causador da Aids, em 1985, contraído numa de suas inúmeras transfusões de sangue no tratamento da hemofilia.

No ano seguinte, fundou a ABIA, uma associação para lutar pelos direitos das pessoas portadoras do HIV ou dos doentes com Aids. Betinho dirigiu essa organização por onze anos.

A doença atingiu também sua família: no período de um ano, Betinho perdeu dois irmãos vítimas da Aids. A maneira de lidar com a doença foi falar sobre ela. Herbert de Sousa iniciou uma grande campanha nos meios de comunicação para esclarecer as pessoas sobre a doença.

Em 1992, Betinho liderou o movimento pela Ética na Política, que culminou com o impeachment do então presidente Fernando Collor, em setembro do mesmo ano. Esse movimento plantou os alicerces do movimento Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida. A partir da participação de Betinho, o problema da fome e da miséria tornou-se visível e concreto para todos os brasileiros.

Herbert de Sousa abriu várias frentes de trabalho, principalmente no seu relacionamento com a mídia. Em 1993, foi considerado "homem de ideias do ano", pelo Jornal do Brasil.

Depois de muito lutar contra a doença, Betinho faleceu em 1997, aos 61 anos, em sua casa, no bairro do Botafogo.

8 de agosto de 2012

DEZ BOAS DICAS PARA ECONOMIZAR ÁGUA

  • 1. Banho rápido
    Se você demora no banho, você gasta de 95 a 180 litros de água limpa. Banhos rápidos (de no máximo 15 minutos) economizam água e energia.

  • 2. Escovando os dentes
    Se a torneira ficar aberta enquanto você escova os dentes, você gasta você gasta até 25 litros de água. Então, o melhor é primeiro escovar e depois abrir a torneira.

  • 3. Torneira fechada
    Torneira aberta é igual a desperdício. Com a torneira aberta, você gasta de 12 a 20 litros de água por minuto. Se deixar pingando, são desperdiçados 46 litros por dia.

  • 4. Descarga
    Uma descarga chega a utilizar 20 litros de água em um único aperto! Então, aperte a descarga apenas o tempo necessário.

  • 5. Lavando louça
    Ao lavar louças, não deixe a torneira aberta o tempo todo (assim você desperdiça até 105 litros). Primeiro passe a esponja e ensaboe e depois enxágüe tudo de uma só vez.

  • 6. Lavando o carro
    Lavar o carro com uma mangueira gasta até 560 litros de água em 30 minutos. Quando precisar lavar o carro, use um balde!

  • 7. Mangueira, vassoura e balde
    Ao lavar a calçada não utilize a mangueira como se fosse vassoura. Utilize uma vassoura de verdade e depois jogue um balde d’água (assim você economiza até 250 litros de água).

  • 8. Jardim
    Regando plantas você gasta cerca de 186 litros de água limpa em 30 minutos. Para economizar, guarde a água da chuva e regue sempre de manhã cedo, evitando que a água evapore com o calor do dia.

  • 9. Aquário
    Quando for limpar o aquário, aproveite a água para regar as plantas. Esta água está enriquecida com nitrogênio e fósforo, o que faz muito bem para as plantas.

  • 10. Pressão política
    Não adianta só economizar: é preciso brigar por políticas que cuidem dos rios e lagos e garantam água potável para todos.
  • DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS NO BRASIL

    O Brasil é o quarto produtor mundial de alimentos (Akatu, 2003), produzindo 25,7% a mais do que necessita para alimentar a sua população (FAO). De toda esta riqueza, grande parte é desperdiçada.
    Segundo dados da Embrapa, 2006, 26,3 milhões de toneladas de alimentos ao ano tem o lixo como destino. Diariamente, desperdiçamos o equivalente a 39 mil toneladas por dia, quantidade esta suficiente para alimentar 19 milhões de brasileiros, com as três refeições básicas: café da manhã, almoço e jantar (VELLOSO, Rodrigo. Comida é o que não falta. Superinteressante. São Paulo: Ed. Abril, nº 174, março/2002).
    De acordo com o caderno temático “A nutrição e o consumo consciente” do Instituto Akatu (2003), aproximadamente 64% do que se planta no Brasil é perdido ao longo da cadeia produtiva:
    • 20% na colheita;
    • 8% no transporte e armazenamento;
    • 15% na indústria de processamento;
    • 1% no varejo;
    • 20% no processamento culinário e hábitos alimentares.
    Segundo Instituto Akatu, 2004: Os números supracitados fazem do Brasil um dos campeões mundiais de desperdício. Analisando estes dados de uma forma mais simples, isso significa que uma casa brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente, o que remete a uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias.
    Prova deste desperdício financeiro é ressaltada pela 8ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro, em 2007, que demonstra que os supermercados perderam 4,48% de seu movimento financeiro, em perecíveis. Além disso, uma estimativa realizada pela Coordenadoria de Abastecimento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo indicara que perdas na cadeia produtiva dos alimentos equivalem a 1,4% do PIB – Produto Interno Bruto.

    NÃO DESPERDICE COMIDA...



    A FOME NO MUNDO
    -Cerca de 100 milhões de pessoas sem teto.
    -1,1 bilhões de pessoas vivem na pobreza. Destas, 630 milhões são extremamente pobres, com renda per capita  anual bem menor que 0,276 dólares.
    -A destruição deliberada das colheitas tradicionais de alimentos na produção agrícola e hábitos alimentares da população de terceiro mundo.
    -A utilização da "diplomacia" dos alimentos como arma nas relações entre países.
    -A relação entre divida externa e  deteorização cada vez mais elevadas do seu nível alimentar.
    -A relação entre cultura e alimentação.
    -Causas a fome orgânica e desnutrição:
    1.Pobreza
    2.Distribuição ineficiente dos alimentos.
    3.Reforma agrária precária.
    4.Crescimento desproporcional da população em relação a  capacidade de sustentação.

    FOME INFANTIL
      Cerca de 5 a 20 milhões de pessoas falecem por ano por causa da fome e muitas delas são crianças.

    CONSEQUÊNCIAS DA FOME
      As conseqüências imediatas da fome são a perda de peso nos adultos  o aparecimento de problemas no desenvolvimento das crianças. A desnutrição ocorre  principalmente devido a falta de alimentos energéticos e proteínas nas populações afetadas e fazem crescer a taxa de mortalidade, em parte,, pela fome, também pela perda da capacidade de combater as infecções.

    O BRASIL E A FOME
      O Brasil é o 5º maior país do mundo em extensão territorial, ocupando metade do continente sul-americano. Por cerca de 20 anos, o Brasil alimentou o fornecimento de energia elétrica e número de estradas pavimentadas, além de ter um enorme crescimento industrial, porém, nada disso serviu e nem serve para combater a pobreza e a desnutrição.

        MORADORES DE RUA
      Muitas pessoas em situação de rua também passam fome. Estão morando na rua por diversos motivos, tanto emocionais quanto financeiros.  Marcada pelo sofrimento e pela vunerabilidade física constante, a vida dos moradores de rua se faz na luta diária em busca da sobrevivência e da resistência à exclusão.

    3 de agosto de 2012

    Brasileira é escolhida pela ONU para criar metas globais sustentáveis

    Vanessa Petrelli, do Ipea, integrará grupo copresidido por premiê britânico.
    Rio+20 lançou bases dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

    Eduardo Carvalho Do Globo Natureza, em São Paulo
    O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, convocou a brasileira Vanessa Petrelli Corrêa, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para fazer parte do Painel Consultivo que vai elaborar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), cujas bases foram lançadas na Rio+20.

    A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável aconteceu de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, e reuniu mais de cem chefes de Estado no Riocentro, onde debateram como o mundo pode se desenvolver sem impactar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, reduzindo a pobreza.

    Vanessa será a única representante do país no grupo, que reúne ainda outros 25 membros da sociedade civil, do setor privado e de governos como China, EUA, França, Alemanha, Cuba, Índia e México. Serão copresidentes das discussões o premiê britânico, David Cameron, e os presidentes da Indonésia, Susilo Yudhyono, e da Libéria, Ellen Sirleaf.
    O debate terá início no fim de setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, realizada em Nova York.

    Indefinição dos ODS foi motivo de frustração na conferência

    Esperados como um dos principais trunfos da Rio+20, o que não aconteceu, os ODS seriam metas perseguidas pelos países para avançar ambiental, política e socialmente, reduzindo a disparidade entre nações ricas e pobres.

    O documento “O futuro que queremos”, gerado na conferência, determinou a abertura do processo de discussão para criar essas metas, cujo primeiro rascunho terá que ser apresentado até setembro de 2013. Os ODS devem ser definidos para entrarem em vigor em 2015, quando terminam os prazos dos Objetivos do Milênio.

    A presidente do Ipea, Vanessa Petrelli, foi escolhida pela ONU para integrar painel que vai criar Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. (Foto: Ascom/Ipea)A
     
    presidente do Ipea, Vanessa Petrelli, foi escolhida pela ONU para integrar painel que vai criar Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. (Foto: Ascom/Ipea)

    Segundo Vanessa Petrelli, a opinião brasileira será levada ao debate. “[A reunião de setembro] será o primeiro momento para levar nossas propostas. O Brasil terá um papel importante”, disse Vanessa.
    Para ela, divergências que já foram registradas na conferência do Rio de Janeiro – países ricos “apertando o cinto” devido à crise e os pobres querendo mais dinheiro para crescer economicamente -- deverão surgir durante as reuniões do Painel Consultivo da ONU. “Mas é um momento de avançar nas propostas e de articular com outros grupos”, explica.

    Medidas aprovadas na Rio+20

    O documento produzido na Rio+20 prevê a criação de um fórum político de alto nível para o desenvolvimento sustentável dentro das Nações Unidas, além de reafirmar um dos Princípios do Rio, criado em 1992, sobre as “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”.
    Este princípio significa que os países ricos devem investir mais no desenvolvimento sustentável por terem degradado mais o meio ambiente durante séculos.

    Outra medida aprovada é o fortalecimento do Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente (Pnuma) e o estabelecimento de um mecanismo jurídico dentro da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos, na sigla em inglês) que estabelece regras para conservação e uso sustentável dos oceanos.

    Pobreza

    O texto estabelece a erradicação da pobreza como o maior desafio global do planeta e recomenda que “o Sistema da ONU, em cooperação com doadores relevantes e organizações internacionais”, facilite a transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento.
    Esse sistema atuaria para facilitar o encontro entre países interessados e potenciais parceiros, ceder ferramentas para a aplicação de políticas de desenvolvimento sustentável, fornecer bons exemplos de políticas nessas áreas e informar sobre metodologias para avaliar essas políticas.

    31 de julho de 2012

    SUSTENTABILIDADE NAS ESCOLAS

    Quando qualquer tema é abordado na educação escolar, faz-se necessária uma pesquisa para saber como está sendo trabalhado, qual a qualidade e os recursos utilizados para que os alunos o compreendam verdadeiramente.
    As escolas de um modo geral trazem em seu currículo o tema ecologia, mas cada uma diferencia na maneira e qualidade de exposição do assunto.
    A Sustentabilidade nas Escolas


    Há escolas que felizmente se tornam modelos a serem seguidos por seus exemplos diários de práticas sustentáveis e levam os alunos (crianças e adolescentes) a participarem ativamente desse processo não só no ambiente escolar como em casa e na sociedade.
    Porém infelizmente a maioria das escolas não se preocupa em trabalhar todos os dias com essa área, e nem tão pouco servem de exemplo para seus alunos.
    Vemos ainda escolas que se lembram da sustentabilidade uma vez por ano apenas, quando é promovida a Semana Dedicada à Ecologia. Nessa semana os alunos procuram demonstrar tudo que sabem apresentando trabalhos maravilhosos, ouvindo palestras, participando de debates e gincanas.
    Encerrada a semana acaba-se tudo que foi divulgado e lá se vão os papéis, chicletes e restos de lanches espalhados pelo chão.
    As carteiras lixadas ganham novamente os desenhos e rabiscos, e nada mais faz sentido em relação a tudo que aprenderam e pregaram.
    Nem mesmo as escolas dão importância ao fato, pois as luzes continuam acesas sem necessidade, as torneiras voltam a pingar e os fortes produtos de limpeza voltam à ativa, e os alunos continuam agindo como antes tanto na escola quanto fora dela.
    Crianças e adolescentes que não respeitam o meio ambiente e se a escola não despertar para seu papel principal de educar todos os dias e não uma vez por ano isso se tornará uma bola de neve e a sociedade continuará a formar mais e mais cidadãos adultos que continuarão a poluir a natureza.
    Devem ser parabenizadas as escolas que tem como meta a educação por um todo, dando exemplo, ensinando e cobrando atitudes de respeito a si próprio, à sociedade e ao meio ambiente.
    Já para as escolas que não dão tanta importância à ecologia apelamos que acordem, pois sem o equilíbrio ambiental não há haverá vida em nosso planeta.

    30 de julho de 2012

    Recycling Automatic Machine

    Máquina troca garrafa PET por dinheiro na Holanda

    Enquanto a maior parte das 10 mil toneladas de lixo doméstico coletadas diariamentre na cidade de São Paulo vai para aterros, na Holanda apenas 4% do lixo tem esse destino. 16% do resíduos sólidos são incinerados e 80%, reciclados. A energia gerada da combustão do que é incinerado aquece as casas e ilumina parte da capital holandesa, Amsterdã.

    Além disso, desde 1970, governo e empresários investem em soluções ambientais eficientes para o país, como a máquina que troca garrafas PET vazias por dinheiro. Ela existe em alguns supermercados e funciona da seguinte forma: a pessoa chega, coloca a garrafa de plástico, a máquina pesa e no fim de tudo a pessoa recebe um cupom que vale dinheiro.

    Em Amsterdã, três garrafas pet devolvidas para a máquina valem o equivalente a R$ 3.

    27 de julho de 2012

    SACOLINHA DE CANA DE AÇÚCAR

    Com a expressiva produção brasileira de etanol, torna-se cada vez mais importante desenvolver novas alternativas de utilização para os subprodutos e resíduos da cana-de-açúcar. Uma das possibilidades consiste em associar à cadeia produtiva do etanol a fabricação de polihidroxialcanoato (PHA), um plástico biodegradável que pode ser produzido por bactérias a partir do bagaço da planta.

    Esse foi um dos temas discutidos nesta quarta-feira (25/07), primeiro dia do workshop “Produção Sustentável de Biopolímeros e Outros Produtos de Base Biológica” (Sustainable Production of Biopolymers and Other Biobased Products), realizado na sede da FAPESP. O objetivo do evento de dois dias é reunir a comunidade acadêmica e empresarial para discutir o desenvolvimento de produtos de base biológica no contexto do uso de recursos não renováveis pela sociedade.

    O workshop faz parte das atividades do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) e tem apoio do Programa Ibero-Americano de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (CYTED), iniciativa intergovernamental de cooperação entre 19 países da América Latina, Espanha e Portugal e do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).

    De acordo com a organizadora do evento, Luiziana Ferreira da Silva, professora do ICB-USP, o Brasil acumula 20 anos de pesquisas sobre o PHA, com bons resultados e uma série de patentes. Uma tecnologia desenvolvida pelo ICB-USP, pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e pela antiga Cooperativa dos Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Copersucar) já foi transferida para uma empresa em São Paulo.

    Segundo Silva, o PHA é um material sintetizado por certas bactérias a partir de material orgânico. Uma vez extraído das bactérias, gera um polímero que pode ser moldado da mesma forma que os plásticos de origem petroquímica, com a vantagem de ser biodegradável.

    “Isso permite que se obtenha material com propriedades plásticas ou elastoméricas usando uma bactéria e um material renovável pela agricultura, como a cana-de-açúcar, a soja, ou resíduos. Por ser um plástico biodegradável feito a partir de matéria-prima renovável, o produto adquire interesse ambiental na totalidade de sua produção e aplicação”, disse Silva à Agência FAPESP.

    Além de serem materiais biodegradáveis, os bioplásticos PHA podem também ser biocompatíveis, isto é, podem ser aplicados sem rejeição no organismo de pessoas e animais. “É uma alternativa interessante para os plásticos de origem petroquímica. Para ter uma ideia da gama de aplicações, basta olhar à nossa volta e contar o número de objetos de plástico que nos cerca”, disse Silva.

    O PHA pode ser utilizado para fabricação de filmes plásticos biodegradáveis, por exemplo. “Um grande volume de absorventes e fraldas são revestidos por filmes plásticos. O descarte desses materiais é um problema ambiental grave. Se tivermos um polímero biodegradável que possa substituir o filme utilizado neles, estaremos contribuindo para manter a qualidade do meio ambiente”, explicou Silva.

    Outro exemplo de aplicação é a fabricação de microcápsulas biocompatíveis contendo medicamentos, ou hormônios, ou a produção de implantes para liberação controlada de fármacos. “Os PHA podem ser usados também para fazer pinos ortopédicos que são degradados pelo nosso organismo e não precisam ser retirados depois da recuperação da lesão”, afirmou.

    Embora o BIOEN tenha foco em biocombustíveis, os estudos sobre PHA e outros biopolímeros e produtos de base biológica se encaixam na vertente do programa voltada para “Biorrefinarias e Alcoolquímica”.
    “O bagaço da cana-de açúcar pode ser usado para produzir energia a partir da combustão, ou para produzir o chamado etanol celulósico. Mas esse etanol não é produzido pela mesma levedura que produz o etanol de primeira geração”, disse Silva.

    Quando o bagaço é “quebrado”, há uma mistura de açúcares. A levedura que usa a glicose para fazer etanol não usa a xilose. Ainda que o bagaço seja quebrado e inserido na fermentação, para que a levedura produza o etanol ela utilizará só a glicose, mas não a xilose.
    “No BIOEN, vários pesquisadores estudam como fazer para que a levedura que produz etanol utilize também a xilose, aproveitando o bagaço. No entanto, outros produtos de base biológica podem ser produzidos a partir da xilose”, disse Silva.

    Com a produção de PHA, os cientistas querem oferecer uma alternativa para o uso do bagaço. “Se ninguém conseguir que a levedura use a xilose para fazer etanol, teremos alternativas, como fazer bioplásticos. Nossa ideia é que seria possível implantar biorrefinarias, que seriam usinas de álcool associadas a pequenas empresas que produzam bioplástico, ou outro produto que use a xilose”, destacou.

    INTERAÇÃO COM OUTRAS EMPRESAS
    De acordo com a professora do ICB-USP, da perspectiva da pesquisa científica, para chegar nesse estágio, será preciso continuar estudando, por exemplo, a modificação de bactérias para que elas produzam diferentes tipos de bioplásticos. Mas, além do ponto de vista estritamente científico, para que se chegue a um processo sustentável será preciso agregar profissionais de outras áreas e aprofundar a interação com o setor industrial.

    "Um dos gargalos consiste em controlar a composição dos bioplásticos. Mas não podemos trabalhar apenas na bancada do laboratório, sem contato com o setor produtivo. Por isso trouxemos empresas para o workshop. Para que os processos sejam aplicáveis em larga escala, temos que interagir com elas e levantar problemas como a questão de biossegurança, das propriedades do plástico e da sustentabilidade”, disse Silva.

    “Precisamos nos associar às empresas para entender quais são suas demandas e trabalhar em conjunto. Não é da nossa competência fazer análise econômica, ampliação de escala, análise do mercado, por exemplo”, disse.

    Ao mesmo tempo que buscam ampliar a interação com as empresas, os cientistas procuram usar todas as ferramentas disponíveis para desenvolver bons microrganismos produtores de polímeros. Segundo Silva, os estudos incluem o silamento de novos microrganismos, a produção de novos mutantes, a realização de metagenômica, de engenharia metabólica e de engenharia sintética, por exemplo.

    “Temos que testar tudo o que for possível para termos diferentes polímeros, com diferentes composições, resultando em diferentes propriedades, que possibilitam amplas aplicações. Estamos fazendo todos os esforços possíveis – científicos e industriais – para atingir um nível de polímeros biodegradáveis alternativos e sustentáveis”, afirmou.

    LEI MULTA FUMANTE QUE JOGAR FILTRO DE CIGARRO NAS RUAS DE SÃO PAULO

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 3259/12, do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que proíbe o descarte de filtros de cigarros em vias públicas, assim como de qualquer outro fumígero, derivado ou não do tabaco. Pelo texto, a indústria e as empresas distribuidoras e vendedoras desses produtos deverão oferecer meios para a coleta dos filtros.

    Fumantes que desrespeitarem a lei ficarão sujeitos a multa variável entre R$ 100 e R$ 500 por filtro, cobrada em dobro no caso de reincidência. Caberá aos agentes federais, estaduais e municipais vinculados ao sistema nacional de trânsito aplicar as penalidades.

    RECICLAGEMSegundo o projeto, a parte reaproveitável dos filtros recolhidos deverá ser reciclada, e os subprodutos restantes destinados a aterros sanitários. De acordo com Sampaio, em todo o mundo, 4,5 trilhões de filtros de cigarro são descartados no meio ambiente por ano.

    A proposta ainda obriga as empresas do setor a expor cartazes de advertência sobre a nova regra nos locais de venda de produtos fumígeros. O descumprimento dessa determinação poderá implicar multa de R$ 300 a R$ 3 mil, aplicada em dobro nos casos de reincidência.

    Segundo Carlos Sampaio, estudo da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que duas bitucas de cigarro promovem o mesmo nível de contaminação da água que 1 litro de esgoto doméstico. "As pontas de cigarros acesas também são uma das principais causas de queimadas que destroem milhares de hectares de vegetação nativa", acrescenta.

    TRAMITAÇÃOO projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.