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2 de fevereiro de 2013

RECICLAGEM


Anos atrás, na Espanha, se a cascos de garrafas de retornar à loja, retornou uma pequena parcela do montante ou deduzido da próxima compra. Naquela época não foi feito por razões ambientais, já que não havia essa consciência ambiental, mas por uma obsessão (ou a necessidade, em muitos casos) para a poupança. Em algum momento no final dos anos oitenta eles pararam de fazê-lo. Talvez a morte de lojas que vendem bebidas e de vidro retornáveis ​​aceito. Talvez porque a maioria das pessoas começaram a comprar em supermercados e hipermercados.
Agora, uma associação chamada Devoluções quer implementar esse sistema em Espanha. Desta vez, o ambientalismo, para incentivar as pessoas a reciclar todas as embalagens. Novamente, você quer ir para o ambientalismo através do bolso.
A idéia não é nova. Na Alemanha, está realizando desde 2003. Para cada recipiente devolvidos, o consumidor recebe 25 centavos. Talvez não muito, mas acho que as cervejas que você bebe em um mês. Ou a caixas de leite que são usados ​​no café da manhã para as crianças. Além disso, na Alemanha, é possível executar essa ação respeite o ambiente e bom para a carteira nas máquinas de venda automática colocado para este fim.
O sistema é chamado de reembolso de depósitos e de retorno (SDDR). A Alemanha conseguiu, graças à SDDR, uma taxa de recuperação de embalagens de 98,5%. Isso significa que praticamente tudo o que é consumido.
Existem dois tipos de embalagens neste sistema. Os recipientes de uso único que passam diretamente para a reciclagem e usos múltiplos, que são lavados e reutilizados. A ONG Deutsche Umwelthilfe, que é o que tem impulsionado este sistema na Alemanha, observa que não há custo extra para o consumidor, desde que recicla. Quem não reciclar, paga. Poluidor-pagador, em outras palavras. Este sistema está sendo desenvolvido em outros países, como Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia ou a Holanda.

Dicas para reduzir o uso de plásticos e embalagens
Até definitivamente a proibição do uso (e produção?) De sacos de plástico (em Brasil ocorrer em 2018 ) e outros recipientes, a melhor maneira de ser respeitoso com o meio ambiente é reduzir seu uso. Aqui estão algumas dicas para ele.
Um uso de sacos de plástico que as pessoas não podem dar é para conter os resíduos. Neste caso, é melhor se possível, use um saco biodegradável ou pelo menos um feito de plástico reciclado. Mas em outros aspectos da vida diária se pode reduzir o seu uso, como segue:
- Ir ao supermercado com sacolas reutilizáveis ​​(por exemplo, tecido, ou que têm vindo a oferecer suas próprias instalações) ou um carrinho de compras, o que também facilita o transporte.
- Use sacos de pano ou papel para levar o pão. Assim, também, não amolecer.
- Escolha a comprar empresas que atendam às normas vigentes.
- Use as lancheiras para armazenar ou transportar alimentos. Não há necessidade de embrulhar tudo em plástico ou prata.
Reduzir o consumo de outros recipientes podem ser mais complicadas (a primeira coisa necessária é que as empresas desenvolvem os seus materiais de embalagem de produtos que não prejudiquem o meio ambiente), mas vale a pena oferecer algumas dicas:
- Evite comprar garrafas se você pode transportar o líquido em um, garrafas térmicas ou reutilizar uma garrafa.
- Não compre produtos que são embalados sem necessidade. Por exemplo, envolvido em ovos de plástico ou de frutas e legumes em bandejas de isopor.
- Escolhendo o produto que vem em um pacote verde.
- Reutilização outro uso de embalagens, por exemplo, armazenar coisas em caixas de papelão ou de plástico.
- Reciclar: em última instância, se não encontrar alguma utilidade para o recipiente, reciclá-lo.
E uma última geral pensa e age como sua avó. Eles usaram caixas de almoço, fez a compra no mercado com seus carrinhos de compras de rodas e não consumida desnecessariamente.

Brasil demonstra que a reciclagem é um bom negócio
Reciclagem, e contribuir para reduzir a pegada ambiental de um país pode criar empregos e, finalmente, ajudar a crescer a economia. O Brasil é um dos países que os esforços estão sendo feitos na indústria de reciclagem: é um líder mundial em reciclagem de latas de alumínio em 2006 foram coletados no país mais de 10.000 bilhões de latas. Reciclagem permite que o Brasil para salvar 1.976 GWh / ano de eletricidade, que é o montante que teria sido necessária para produzir alumínio novo.
Mas o maior cuidado com o meio ambiente, devem ser adicionados os benefícios económicos, emprega cerca de 170.000 pessoas no país sul-americano. De acordo com dados de 2005, o Brasil tem cerca de 2.400 empresas e cooperativas envolvidas na indústria de reciclagem e comércio de sucata. Além disso, na maioria dos casos são pequenos. Assim, o país alcançou uma taxa de reciclagem de 94%. Outros países com altas taxas de reciclagem são o Japão, com uma taxa de 91%, e os países escandinavos, com 88%, enquanto na Europa Ocidental a taxa é de 58%.
Brasil não só é comprometida com a reciclagem de alumínio. Em 2004, 96% de latas de alumínio reciclado, 49% de latas de aço, 48% dos plásticos PET, 46% das embalagens de vidro, pneus 39% e 33% o papel. Estima-se que a indústria de reciclagem emprega todo meio milhão de pessoas no Brasil. Da mesma forma, tentar melhorar as condições de trabalho no setor e criar cooperativas para a coleta de resíduos. Em uma esteira rolante de um aterro sanitário no Rio de Janeiro, 90% deste material é recuperado por coletores de lixo, organizados em um movimento cooperativo nacional, com 500 cooperativas e 60 mil colecionadores. Em 2005, Belo Horizonte, uma das maiores cidades do Brasil, inaugurou a primeira usina de reciclagem realizadas por associações de catadores de lixo independentes. A planta tem um objetivo: para dispensar a presença de intermediários e obter um aumento de aproximadamente 30% nos coletores de receita.

Ilha reciclados
Apesar de que estamos empreendendo iniciativas para não usar sacolas plásticas por ano acabam no mar mais de 10 milhões de toneladas de resíduos de plástico. Este desperdício é movido por correntes a uma determinada área do Oceano Pacífico, agora conhecido como o vórtice do Pacífico. Há formando uma imensa ilha de lixo plástico que polui as águas e provoca a morte de muitos animais.
Diante desta circunstância horrível, o plano arquitectónico Whim um projeto para que reciclam esse lixo poluente parte da criação de uma nova ilha: Reciclagem Island. Mas não é só limpar o oceano de plástico, mas também para criar um espaço que as pessoas podem vir que ficaram sem casa depois de um desastre natural. A localização da ilha ser reciclado entre a cidade de San Francisco e Hawaii e teria mais de 6.000 metros quadrados. Ser construídos em praias da ilha, parques e edifícios, todos usando areia da ilha de lixo plástico muito grande, uma vez coletados e limpos.
A sala de estar seria concebido como um ambiente urbano, mas com um verde com base em uma visão de um habitat natural, usando, por exemplo, a compostagem banheiros para criar solo fértil. Também seria um auto-suficientes, apenas dependente de outros países e desfrutar de seus próprios recursos para sobreviver. Claro, teria sua própria fonte de energia (o que já foi alcançado em outra ilha ) e de alimentos. Island Eco Recycled não contaminar o mundo.
Finalmente, a ilha teria uma gestão responsável de todos os resíduos. Este projeto é original e orgânica, por agora, apenas uma idéia, mas a empresa tenta encontrar Whim colaboradores querem ser associados para que isso aconteça.

Reutilizar caixas de frutas
Lembre-se, mais uma vez os três Rs do ambientalismo, porque às vezes parece que há apenas falando sobre o passado, quando, na verdade, é o menos importante a longo prazo: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Reutilização objeto é o primeiro passo para não ter que fazer novos (muito de ir contra o sistema de consumo em que vivemos) e é uma das três regras de ouro do ambientalismo e que a prioridade deve ser dada antes para reciclar. No entanto, a reciclagem não precisa ser sempre a melhor alternativa.
Uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan (Estados Unidos), em comparação reutilizáveis ​​grades de plástico e de uso único de papelão para transportar frutas e legumes. O estudo descobriu que os recipientes de plástico reutilizáveis ​​necessitam de energia 39% menor, produzem 95% menos resíduos e gerar emissões 29% menos de gases do efeito estufa.
No entanto, os resultados foram totalmente diferentes em um estudo realizado há alguns anos da Universidade Politécnica de Valência (UPV) e do Instituto Tecnológico de Transporte, Embalagem e Logística (ITENE) para o transporte de tomates de Almeria em caminhões refrigerados para Hamburgo ( Alemanha). Os pesquisadores compararam os tomates se enviados em caixas de papelão ondulado de plástico de uso único ou fold (quando vazio). A principal conclusão foi que o impacto ambiental das embalagens de uso único de papelão ondulado foi menor do que o plástico reutilizáveis ​​em seis das dez categorias estudadas (incluindo as alterações climáticas), mesmo considerando a hipótese dos 100 re-usos de caixas de plástico.
Então, qual é o melhor método? Depende do que você faz com a embalagem. Também depende de outros fatores, principalmente a distância na estrada. Em longas distâncias é mais eficiente para proteger o meio ambiente usando recipientes plásticos. A próxima pergunta seria, talvez, quantas emissões nocivas ao executar os dois estudos citados?
Em qualquer caso, a menos que você vá aa transportar tomates para a Alemanha, é preferível não jogar a caixa de frutas e reutilizá-lo para armazenar livros, registros ou outros objetos para sentar, construção de prateleiras (muito mais barato do que o Ikea) ou para qualquer outro uso que você pode pensar de um.

Reciclagem de óleo de carro usado
Carros não só contaminados pelos gases expelidos devido ao motor de combustão (se não elétricos, é claro), mas também outras substâncias como o petróleo. Este cloro líquido, níquel, chumbo, cádmio, tolueno, benzeno, altamente poluentes componentes a serem geridos de forma adequada.
Em muitos países, entidades sem fins lucrativos que irá gerenciar o óleo usado de carros, motos, caminhões e indústrias. Na Espanha SIGAUS, Gestão Integrada de Óleos Usados, criado em Novembro de 2006. Em 2009, 154.775 toneladas de óleo recuperado. Quase 67% foi reciclado para a produção de novos lubrificantes. Isto significa que quase impediu a emissão de 300.000 toneladas de dióxido de carbono. Além disso, a coleta de óleo industrial é livre, desde que atenda determinadas especificações técnicas do produto.
Gestão adequada de resíduos industriais é obrigatória pelo Real Decreto 679/2006, por qualquer empresa se ​​dedica ao fabrico, importação ou aquisição intracomunitária de óleos industriais em que há componentes que contêm óleo lubrificante.
Esta entidade gestora, SIGAUS, vai participar da Mobilidade IAA Ecológico e Sustentável, a ser realizada de 20 a 23 de Maio no recinto de feiras em Madrid. Ela cumpre o seu objetivo de difundir a importância da reciclagem para os agentes mais directamente envolvidos no processo. Entrou no salão do ano passado em Barcelona, ​​onde teve o apoio do Governo, este ano tem sido de não ter parado para ajudar ou pela Comunidad de Madrid e pela cidade. O novo salão será transmitido ao vivo do Facebook e Twitter.

Reciclar uma velha televisão
Nos últimos meses tornou-se o abandono de TV muito popular de Espanha de idade, na maioria dos casos devido à chegada da TDT (Televisão Digital Terrestre). Alguns têm preferido comprar uma TV nova em vez de um adaptador de antena. O resultado foi que, infelizmente, muitos destes dispositivos electrónicos têm perambulavam pelas ruas sem ser devidamente reciclado.
Antes de dizer o que fazer com uma televisão velha que você deseja fotografar, eu aconselho que você não expressos em qualquer lugar, pode ser altamente poluente e ecologicamente contraproducente. Idealmente, a coisa certa, para colocá-los em um verde, um ponto de coleta de reciclagem reciclar quase 100% dos seus componentes antes da desmontagem.
Em muitas cidades espanholas pode encontrar esses pontos verdes. Além disso, há também centros de reciclagem de móveis, que consistem em caminhões de coleta que lidar com as ruas em determinados dias para recolher este tipo de dispositivo. Para piorar, em cidades como Barcelona pode ser chamado para voltar para casa para pegar a madeira, mas, nesse caso, deve ser pago.
A inundação de abandono pela televisão analógica apagão, algumas pessoas pediram que estes sejam colocados junto aos contentores orgânicos para que eles possam ser captados pelos serviços de limpeza. Não que esta é a melhor coisa que você pode fazer, mas em qualquer caso, será sempre mais verde do que jogar para baixo do campo de qualquer maneira.
Finalmente, devo dizer que também existe a opção de não jogar a TV antiga, que pode ser usado para outros fins, são bastante distintas. Por exemplo, poderia ser uma prateleira porta-retrato, ou tanque. Com um pouco de criatividade pode alcançar quase qualquer coisa com pouco esforço.

EMPRESAS SUSTENTÁVEIS


Mais empresas com programa de sustentabilidade

Mais empresas com programa de sustentabilidade
De acordo com um estudo realizado pela consultoria KPMG encomendou a Economist Intelligence Unit, 62% das empresas a nível mundial com um programa de sustentabilidade, enquanto 38% não têm planos para relatar o seu desempenho nesta área . A pesquisa foi realizada entre setembro e outubro de 2010 e entrevistou membros de 378 grandes e médias empresas de 61 países.
O relatório, intitulado “Sustentabilidade Empresarial 2010″, conclui também que 11% das empresas estão a desenvolver um programa de sustentabilidade. Estes dados confirmam uma mudança de tendência nas empresas em relação à busca de práticas sustentáveis.
As razões para adotar tais programas são variados. A principal delas é a pressão das agências reguladoras, bem como preocupação com o fortalecimento da marca e os possíveis danos à sua reputação. Em outras palavras, nada a ver com um verdadeiro respeito pelo ambiente. Em vez disso, as empresas buscam benefícios práticos e econômicos.
61% dos que já têm estratégia de sustentabilidade empresarial reconhece que, após o investimento necessário para implementar esses programas, os benefícios finais superam as desvantagens. Além disso, a percentagem aumenta no caso de grandes empresas (aquelas com rendas superiores a 4000 milhões de euros).
Os benefícios incluem reduções significativas nos custos de energia, um melhor relacionamento com clientes e fornecedores ou o uso mais eficiente dos recursos, especialmente água. 40% dos entrevistados disseram que a adoção dessas práticas sustentáveis ​​tem estimulado a inovação em suas empresas, o que levou a novas linhas de produtos e incentivou a abertura de novos mercados.
Uma vez implementado um programa de sustentabilidade da empresa, os benefícios comerciais são óbvias e tangíveis, para que as mudanças adquiridas entidade e programa a partir de uma obrigação imposta de fora para um valor em si mesmo. Mas a mentalidade corporativa não mudou que deveria ser. 38% dos entrevistados não acho que você precisa relatório sobre a sustentabilidade. Entre as razões para esse comportamento, há ceticismo entre as partes interessadas. No entanto, a sustentabilidade cria valor para a empresa. Claro que, para muitos investidores e business-minded, eles vêem que o valor não serem tangíveis.
Mais uma vez, vemos que as empresas respeitem o meio ambiente para o lucro e marketing envolvido, mas mesmo assim, devemos agradecer-lhes.

CIDADES MENOS POLUÍDAS DO MUNDO


As cidades menos poluídas do mundo

As cidades menos poluídas do mundo
Muitas vezes analisamos são as cidades mais poluídas do mundo , que causam mais problemas e representava uma ameaça na luta contra a mudança climática . No entanto, em algumas cidades estão trabalhando muito bem, ambos os municípios e da consciência ecológica dos cidadãos.
Há cidades que buscam um equilíbrio no desenvolvimento econômico e social, tudo sem perturbar o ambiente, alcançando níveis muito baixos de emissões que amplamente cumprir os requisitos do Protocolo de Quioto, cada vez mais alcançável em continentes como a Europa.
O ranking das menos poluídas cidades do mundo é a seguinte:
- Montreal, Ottawa, Vancouver, Toronto e Calgary, no Canadá.
Os canadenses têm todos os motivos para começar este peito. Suas cidades estão entre as mais limpas do mundo e que é possível graças ao grão de areia que dá a cada cidadão.
- Honolulu, Minneapolis, Boston, Lexington e Pittsburgh em os EUA
Em os EUA, um dos países que as emissões lançadas na atmosfera, podemos encontrar exceções. O mais impressionante de tudo é Boston, porque é uma cidade de pouco mais de 700.000.
- Oslo (Noruega), Helsinki (Finlândia) e Estocolmo (Suécia)
Agrupei as três cidades do norte, porque praticamente executar as mesmas ações. Eles são um exemplo para o resto do mundo. Há profundamente enraizado sentimento ecológico.
Zurique – Suíça
Além de ser uma cidade atraente rodeada de luxo, tem hotel verde estranho e compromisso com o ambiente é mais do que evidente.
- Copenhagen, Dinamarca
É a cidade europeia em que o maior percentual de pessoas que utilizam a bicicleta para ir trabalhar. Cerca de 50% o fazem, o que torna o ar que respiramos é muito mais limpo lá.
- Nuremberg e Freiburg, na Alemanha
Nuremberg foi há alguns anos um modelo em toda a Europa. Algo semelhante ao que acontece em Freiburg, onde podemos encontrar um bairro ecológico chamado Vauban .
- Auckland na Nova Zelândia
Natureza pura é o que nós respiramos nesta cidade nos antípodas. Ele tem uma geografia privilegiada que é mantido com muito cuidado. Como resultado, é uma das cidades mais desejáveis ​​para viver.
- Katsuyama e Kobe no Japão
No Japão, há cidades que servem como exemplos para o resto do mundo. Embora não haja agitação considerável, são capazes de viver de forma sustentável.
- Vitória na Espanha
Para representar o nosso Vitoria país é uma das cidades mais verdes da Europa. Na verdade, foi escolhida como Capital Verde da Europa em 2012, um privilégio que também procurou Barcelona com pouca esperança de alcançá-la.

CHINA PROTEGE SUAS FLORESTAS


China protege suas florestas

China protege suas florestas
Não só as empresas estão percebendo a importância de proteger as florestas ao redor do mundo (embora eles fazem por quebra de marketing verde fiscais ou conveniente), também países inteiros valor seus recursos florestais, como o melhor investimento para o futuro. Um país que decidiu proteger suas florestas e dos recursos florestais é a China. E quando falamos do país mais populoso do mundo, uma das mais poluídas e cuja economia está crescendo ininterruptamente, pode afetar todo o planeta.
O gigante asiático já anunciou que irá estender e expandir seu programa de proteção florestal nos próximos dez anos. A decisão foi tomada com o objetivo de fortalecer a segurança de salvaguarda ambiental nacional e combate às alterações climáticas.
Este programa de proteção da floresta, lançado em 2000 nas regiões da parte superior do Rio Yangtze, o rio Amarelo médio e superior e as áreas do nordeste do país, tem melhorado muito os ecossistemas locais, reduzindo a erosão do solo e proteger a biodiversidade áreas.
A apresentação dos dados do programa, realizada em uma reunião presidida pelo premiê Wen Jiabao, na qual, além disso, concordaram em lançar a segunda fase do programa, que acontece entre 2011 e 2020. Da mesma forma, o plano acrescentou onze cidades e municípios no entorno do reservatório Danjiangkou.
Além disso, o Governo se comprometeu a aumentar para 5,2 milhões de hectares da área florestal durante esta segunda fase, que terá 219.500 milhões de yuan (cerca de 25.000 milhões de euros) dos cofres do Estado.
O governo continuará a moratória sobre a exploração madeireira em florestas naturais ao longo do curso superior do Yangtze e do curso superior e médio do Amarelo, e irá reduzir a produção de madeira nas regiões nordeste e na região autónoma da Mongólia Interior no norte. Finalmente, o governo chinês tentará promover o reflorestamento eo aumento da renda dos trabalhadores florestais.

FORNECIMENTO DE ÁGUA NA AMÉRICA DO SUL


América do Sul terá problemas com fornecimento de água


Com a intensificação o aquecimento global que está ocorrendo atualmente, está sendo provocando graves secas, em proporções maiores do que as chuvas, assim como já falamos. De acordo com uma pesquisa do Banco mundial os lagos montanhosos e pântanos nos Andes estão secando, dessa maneira comprometendo o abastecimento de água em importantes cidades latino-americanas como La Paz, Quito, Bogotá.
No hábitat conhecido como páramo, um ambiente úmido da região dos Andes, apresenta um risco maior, já que é responsável por 80% de todo fornecimento de água para 7 milhões de habitantes de Bogotá, na Colômbia.
Isso ocorre porque as altas temperaturas estão fazendo com que as nuvens que estão sobre os Andes passem a se condensar apenas em altitudes maiores e se isso continuar ocorrendo irá se formar o orvalho fora das regiões montanhosas, pois as nuvens estão subindo a montanha devido às alterações na temperatura, chegará um momento que elas vão acabar deixando a montanha.
Outro local afetado é Quito que pode ser prejudicado pelo aquecimento global devido o derretimento das geleiras que além de inundar regiões com água potável, afetará também a geração de energia em hidrelétricas no Peru.
Cordilheira dos Andes
Walter Vergara, especialista do Banco Mundial em aquecimento global, informou a conclusão da observação de que está ocorrendo a evaporação de lagos e pântanos de acordo com a pesquisa do Instituto de Estudos de Hidrologia, Meteorologia e Ambientais da Colômbia que foi financiada pelo Banco Mundial. Até o fim do ano serão publicados mais detalhes.
Vergara foi o principal autor da pesquisa do Banco Mundial que foi divulgada no mês passado que revelou o gasto que o Equador teria de desembolsar nas próximas duas décadas para compensar o derretimento das geleiras substituindo a água das geleiras pela da bacia amazônica, por exemplo. O valor concluído para o gasto foi de 100 milhões de dólares.
Os glaciares das montanhas desempenham extrema importância, pois são como um regulador, já que em épocas de secas quando as temperaturas estão mais altas derretem. Já em épocas mais frias com muita umidade eles absorvem água congelando-as.
Mas com o aquecimento global, e derretimento generalizado dos glaciares, fará com que a distribuição de água fique menos previsível e prejudicará seriamente em certas épocas do ano, fazendo com que não tenha água nenhuma nas regiões citadas.
Já foi registrado o desaparecimento de diversos glaciares como um do Equador, o Cotacachi, além de vários glaciares pequenos que são previstos para sumirem em pouco tempo.

POLUIÇÃO NA AMÉRICA LATINA


América Latina, com problemas ambientais

América Latina, com problemas ambientais
Na América Latina existem oito países que armazenam cerca de 70% da biodiversidade do planeta. No entanto, grande parte da sua população não tem conhecimento de que a riqueza. O meio ambiente sofre sérias ameaças como a poluição, desmatamento e secas. De acordo com vários cientistas, países como Brasil, Colômbia, Costa Rica, México, Bolívia, Equador, Peru e Venezuela, estão entre as nações com a maior variedade de fauna e flora do mundo, registrou sérios problemas ambientais virtualmente nenhum governo tem respondido corretamente.
Na América Latina, está localizado a um terço do desmatamento global, que responde por 22% das florestas nativas, o equivalente a mais de 860 milhões de hectares. Por exemplo, no Brasil, com a maior biodiversidade, no ano passado foram devastados 7.464 milhas quadradas da Amazônia, o que equivale a cinco vezes a área de São Paulo, a maior cidade sul-americana.
Na Colômbia, um número estimado de 300 mil hectares de floresta são destruídos a cada ano como resultado direto da produção de drogas. Para produzir um grama de cocaína destrói uma média de quatro metros quadrados de floresta. Algo muito ruim para o futuro do país, além da destruição da sociedade pelo uso de drogas, também estão carregando o ambiente.
Por outro lado, derrubando árvores para fazer carvão, a uma taxa de 30 milhões de cópias por ano, ameaça se transformar em um deserto ao Haiti, que são atualmente só tem uma cobertura florestal de apenas 2%. Como uma medida para combater este problema, o Paraguai implementar a lei “Desmatamento Zero” com a qual ele conseguiu reduzir o acres desmarcada, mas não o suficiente para aliviar o problema enorme. A juntar-se outros desastres desmatamento poluição ambiental, especialmente gerados por resíduos da mineração e tóxicas, bem como a falta de água.
Cuba enfrenta uma seca prolongada e complicada em grande parte do país em 2009 foi um dos quatro a menos chuva nos últimos 109 anos na ilha. Na Argentina, especificamente no rio Matanza-Riachuelo, que marca o limite sul de Buenos Aires e abriga uma população de cinco milhões de pessoas na sua maioria em condições precárias, tem sido por décadas o curso de água mais poluídos porque recebe cerca de 88,5 mil metros cúbicos de resíduos industriais.
Na Bolívia, os principais problemas também vêm da mineração, dependendo de onde os níveis de chumbo detectados exceder três vezes o valor de 0,05 miligramas por litro permitidos na lei do meio ambiente. Para isso, adicione toneladas de mercúrio de países de mineração, como Brasil e Venezuela. O Peru também está passando por uma situação crítica em La Oroya, uma cidade no Centro-Oeste considerada a cidade mais poluída da América Latina, onde muitas pessoas têm sérios problemas de saúde devido às altas taxas de contaminação de partículas de metal liberado da fundição.
Chile ainda vive as conseqüências da poluição por chumbo e arsênio em Arica, cidade na fronteira com o Peru, onde a meados da década de 80 foram depositadas 20.000 toneladas de resíduos tóxicos. No Equador, a multinacional é acusada ChevronTexaco por comunidades indígenas levaram a sérios danos ambientais na área da Amazônia. A indústria do petróleo está no centro do que tem sido chamado de o pior desastre ecológico da história dos EUA, como o Golfo do México derramamento de óleo lançou milhões de litros de petróleo de um poço submarino operado pela British Petroleum.

1 de fevereiro de 2013

CARNAVAL SUSTENTÁVEL - INSTITUTO AKATU


Carnaval consciente

O Instituto Akatu elaborou uma lista muito bacana com dicas para que a folia de Carnaval seja boa para você, pra quem não gosta da festa e, também, para o planeta. Confira!



Já é
 carnaval! Para os foliões, diversão garantida nos blocos, desfiles e bailes. Para quem gosta de sossego, um feriadão para descansar ou passear. 

Mas será que é possível aproveitar a festa e contribuir para um mundo mais sustentável ao mesmo tempo? O Akatu preparou dicas baseadas nos Oito R's doconsumo consciente, que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir outra programação nesse período. São dicas simples e práticas para festejar a data sem culpa.

Confira!
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1. MAIS LUXO QUE LIXO O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no carnaval geram produção de lixo adicional ao usual. No Rio de Janeiro, em 2011, o mês de carnaval chegou a ter 10% de lixo a mais produzido que a média dos outros 11 meses do ano (dados da Comlurb). O aumento do lixo gera impactos nacoleta (que fica sobrecarregada), e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis... Enfim, tem mais luxo que lixo!

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2. E VIVA O LIXO NO LIXO! 
Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas andando nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens de bebidas e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar seu lixinho até encontrar uma lata de lixo.

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3. RE-FANTASIE-SE 
As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.

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4. EXCESSO? SÓ DE ALEGRIA! 
A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e a multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O consumo pode ser agente de bem-estar e diversão ou ser apenas um fim em si mesmo. O limite é cada um quem decide. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.

CARNAVAL SUSTENTÁVEL EM SALVADOR


Camarotes e artistas realizam Carnaval sustentável em Salvador

camarote
No Carnaval de 2010, a estrutura do Expresso 2222 também foi feita de madeira certificada/Foto: Divulgação
O Carnaval de Salvador contará com ações sustentáveis de camarotes e artistas em diversos pontos do circuito. Uma das iniciativas partirá do Expresso 2222, camarote de Gilberto e Flora Gil, que desde 2005 realiza festas de Carnaval sob a política do menor impacto ambiental possível. A organização do Expresso já priorizou fontes renonváveis e materiais reciclados e recicláveis para oferecer aos foliões durante os dias da festa.
Como as telhas e a estrutura do camarote feitas com placas fabricadas a partir de embalagens Tetra Park e a estação de reciclagem no subsolo da estrutura, que abrigará funcionários da Cooperativa de Catadores e Agentes Ecológicos de Canabrava (CAEC), para separar os materiais recicláveis e transformar o resíduo em renda.
Outro ponto pensado é o uso de utensílios de serviço, que como no ano passado, são biodegradáveis e compostáveis, feitos de resina de amido de milho e fécula de mandioca. Além disso, a iluminação da festa utilizará uso de controladores de cena e lâmpadas de baixo consumo de energia, assim como os ar-condicionados com selo de eficiência.
O Reiciclável
reiciclavelA banda Asa de Águia também entrou no ritmo da sustentabilidade. O personagem incorporado por Durval Lelys no Carnaval 2011 será o Reiciclável, um rei com vestes e hino que exaltam a reciclagem não só das ações para o meio ambiente, como também as relações humanas.
"Nesse Carnaval manifeste a sua emoção de ser um transformador. Recicle o lixo, recicle a sua própria vida, recicle o amor. O relacionamento está desgastado? O trabalho está puxado? Está cansado de viver as mesmas histórias? É hora de reciclar", brinca Durval ao apresentar a sua música.
Por trás do incentivo à curtição da festa momesca há um conjunto de ações para tornar a folia do Asa menos poluente. Para compor o personagem, Durval vai usar um figurino reciclado assinado pela estilista de moda responsável Valéria Kaveski. As roupas são feitas com materiais reutilizáveis, como lacres de garrafa, copos plásticos, caixas de fósforo e garrafas PET.
Os foliões que acompanharem a banda também vão usar roupas sustentáveis. Os abadás dos blocos CocoBambu e Me Abraça são produzidos com fios de garrafa PET e tinturados com tintas à base de água.
Por meio da campanha “Seja Você Também o Reiciclável da Folia”, Durval Lelys mobiliza os foliões a doarem jornais e revistas durante a entrega de abadás, entre os dias 28 de fevereiro e 8 de março, das 10 às 16 horas, no Centro de Convenções da Bahia. O material arrecadado será destinado para a ONG Paciência Viva, que desenvolve o projeto Ação Reciclar, beneficiando milhares de famílias na capital baiana.
Asa de Águia também possui um projeto de mitigação do gás carbônico emitido na atmosfera durante a passagem do trio elétrico Dragão pela avenida. A organização da festa irá plantar árvores para neutralizar o carbono e diminuir os danos ao aquecimento global.
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Foto: Wikimedia Commons
Camarote do Reino, do mesmo grupo do Asa de Águia, também vai realizar ações para diminuir os danos ambientais criados com a festa. O camarote está sendo montado com o OSB, um madeirite feito de madeira reflorestada, e materiais resistentes que durem para serem reutilizados nos próximos quatro anos, pelo menos. Para a decoração serão utilizados cds, latinhas, lacres e tampinhas usadas. A organização também aboliu o saco plástico na entrega do abadá e o folião receberá sua camisa feita de garrafa PET em sacolas reutilizáveis.
Rock' in Roll na avenida
O bloco Preserve Amazônia World Band vai unir o rock nacional a uma campanha contra a construção de cinco rodovias federais na Amazônia (BRs 156, 163, 230, 319 e 364). A Vá de Trem, atual ação da ONG Preserve Amazônia, será tocada pelos músicos Gutto Goffi e Peninha, do Barão Vermelho, George Israel, do Kid Abelha, o americano Delmar Brow, ex-integrante das bandas de Sting, Ray Charles e Miles Davis, e os baianos Lula Amoedo, Keko Pires e Bruno Nunes.
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Foto: Divulgação
O trio que carregará os foliões do rock também terá suas emissões de carbono neutralizadas com plantação de árvores. A Cetrel, empresa que recolhe lixos tóxicos de indústrias da Bahia, realizará a mitigação por meio do programa Fábrica de Florestas e também estará monitorando a qualidade do ar com uma unidade móvel instalada no circuito Dodô, no bairro de Ondina.
A iniciativa de trazer a preservação da Amazônia para o Carnaval de Salvador foi do músico Bruno Nunes, que participa de ações da ONG Preserve Amazônia há três anos. Uma das ações já realizadas para divulgar a campanha foi a música Vá de Trem, que foi lançada em videoclipe durante a mostra "Faróis do Cinema", realizada em setembro de 2010 no Rio de Janeiro.

23 de janeiro de 2013

POLUIÇÃO DAS ÁGUAS


 Segundo convenções internacionais, a poluição dos oceanos é a introdução, pelo homem, de substâncias que provoquem, direta ou indiretamente, danos à vida marinha, ameacem a saúde humana ou comprometam a atividade pesqueira. Os principais poluentes do meio marinho são o esgoto doméstico, petróleo e seus derivados, metais pesados, substâncias organocloradas e o lixo.
O termo poluição é utilizado para designar a introdução de qualquer substância que normalmente não existe no ecossistema e à qual os organismos não estão adaptados. Essas substâncias, chamadas de poluentes, provocam a degradação física e química do ambiente.

Esgoto doméstico

O despejo de esgoto não tratado no mar provoca o aumento da matéria orgânica presente na água, levando a uma elevação na quantidade de nutrientes disponíveis. Esse processo é conhecido como eutrofização. O aumento na concentração de nutrientes permite o crescimento rápido e intenso de microalgas marinhas. Após certo tempo, essas algas morrem e são degradadas por bactérias decompositoras.
O processo de decomposição das algas consome o oxigênio dissolvido na água, reduzindo sua disponibilidade para os organismos marinhos. Além disso, a grande quantidade de algas torna a água do mar turva, prejudicando a fotossíntese e reduzindo ainda mais o teor de oxigênio na água.
Outro problema gerado pelo despejo de esgoto é a possibilidade de contaminação da água do mar por microrganismos patogênicos, muitas vezes presentes nas fezes humanas, que podem causar doenças como a hepatite e a cólera. A fim de evitar esses problemas, medidas de saneamento básico, como a fiscalização dos emissores e o tratamento do esgoto doméstico, devem ser adotadas.

Derramamentos de petróleo

O petróleo pode ser liberado no mar de diversas formas: devido a acidentes durante o percurso dos navios transportadores, durante a lavagem dos tanques dos navios, devido a acidentes nos dutos que o conduzem às usinas de refinamento ou por causa de vazamentos nas estações de extração.
Após um derramamento de petróleo, as primeiras horas são as mais críticas, pois é o período de ação da fração volátil do petróleo, que é composta por substâncias extremamente tóxicas. As substâncias voláteis formam uma espécie de bolha letal na atmosfera, que intoxica e mata todos os organismos que respirarem esse ar contaminado.

Musse tóxica

Por outro lado, a fração solúvel do petróleo se alastra pelo mar, atingindo as praias e costões rochosos e também descendo pela coluna d'água. A ação das ondas transforma o petróleo numa espécie de espuma tóxica, chamada de "ponto de musse", que se espalha ainda mais facilmente pelo ambiente.
A fração solúvel do petróleo causa sérios danos à biota marinha. Intoxica e mata os microrganismos presentes no plâncton, gruda nos organismos marinhos, dificultando ou até mesmo impedindo suas funções vitais, recobre os habitantes dos costões rochosos, como os crustáceos e os moluscos, impedindo que eles se alimentem e realizem suas trocas gasosas.
As aves marinhas também podem ser afetadas, pois o petróleo pode grudar em suas penas, impedindo-as de impermeabilizá-las e, às vezes, até mesmo de voar.
Existem algumas bactérias capazes de degradar o petróleo. A eficiência do uso de tais microrganismos para a limpeza de áreas atingidas por derramamentos vem sendo estudada. No entanto, é muito melhor tomar atitudes que evitem ou minimizem as ocorrências de acidentes durante o transporte e a produção do petróleo, evitando ao máximo que esses desastres ecológicos ocorram.

Metais pesados

Certos processos industriais, entre as quais a produção de celulose e de tecidos e a fabricação de tintas e solventes, geram metais pesados, tais como o mercúrio, o chumbo e o cádmio, como resíduos. Caso a indústria não realize o tratamento adequado de seu esgoto, esses metais serão lançados em rios, que acabam por desaguar no mar, contaminando-o.
Os metais pesados se acumulam no organismo e podem causar sérios problemas, como disfunções do sistema nervoso e aumento na incidência de câncer, em animais marinhos e também no homem. Assim, o esgoto industrial deve ser tratado antes de ser despejado em rios. Além disso, os emissários industriais devem ser fiscalizados e monitorados para detectar possíveis descargas de metais pesados.

Contaminação por organoclorados

Os organoclorados, também conhecidos como "poluentes orgânicos persistentes", ou simplesmente POPs, pois não se degradam facilmente na natureza, são substâncias que se originam, principalmente, na produção de pesticidas e plásticos.
Os POPs não são solúveis em água. No entanto, são extremamente solúveis em lipídios. Por isso, se acumulam na gordura dos animais, afetando toda a cadeia alimentar. Essas substâncias podem causar sérios danos aos organismos, afetando seu sistema nervoso, circulatório, imunológico e reprodutor.
Um exemplo de organoclorado é o pesticida chamado de DDT. Nos anos 70, quando seus efeitos nocivos ainda não eram conhecidos, ele foi amplamente utilizado no combate a pragas agrícolas, chegando aos oceanos através da água das chuvas, carregado pelo ar e pelo acúmulo na cadeia alimentar. Atualmente seu uso é proibido, porém, devido ao seu acúmulo nos organismos, ainda podemos encontrá-lo nos oceanos e nos organismos marinhos.

Lixo

Todos os anos, centenas de toneladas de lixo chegam às praias de todo o mundo trazidas pelo mar. Uma das principais fontes do lixo nos oceanos são as embarcações, tais como veleiros, cargueiros ou navios turísticos, que despejam seu lixo diretamente no mar. Outra fonte de dejetos é a descarga em rios próximos à zona costeira ou diretamente nas praias; a ação das correntes e das ondas acaba por espalhar esse lixo pelo oceano.
O lixo jogado no mar representa uma séria ameaça aos organismos marinhos. Muitos animais, como as tartarugas marinhas e os golfinhos, confundem pedaços de plástico ou vidro com os seus alimentos, engolindo-os e morrendo sufocados. No Brasil, existe o registro do caso de um filhote de baleia jubarte que morreu de inanição, após ingerir tampinhas de garrafas plásticas que ficaram presas em sua garganta, impedindo a passagem do leite materno.

Medidas de proteção aos oceanos

Para evitar as agressões ao meio marinho, convenções internacionais determinam que todas as embarcações devem manter os resíduos produzidos a bordo em recipientes, sendo proibido e passível de multa o seu descarte no mar. No entanto, uma vez que não se pode identificar precisamente a origem dos dejetos, a fiscalização dessas ações é extremamente difícil.
Como pudemos ver, existem diversas e perigosas fontes de poluição que ameaçam o ambiente marinho. Para continuarmos a usufruir da enorme fonte de biodiversidade e recursos naturais que o mar representa, precisamos repensar nossas atitudes. Assim, além de desenvolver técnicas de recuperação de áreas degradadas, é fundamental a adoção de medidas de proteção que evitem novas contaminações e danos ao ecossistema marinho.

16 de janeiro de 2013

VOCÊ QUERIA VIVER PRESO?


Pássaros em gaiolas: chegou o momento da mudança

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“A Polícia Militar prendeu uma mulher, na manhã deste sábado (19), que mantinha pássaros silvestres dentro de casa, na quadra 803 do Recanto das  Emas, no Distrito Federal. Segundo a polícia, foram apreendidos dois pássaros pretos, um sabiá laranjeira, um papa-capim e um colerinha baiana.” – texto da matéria “Mulher é presa por manter pássaros silvestres em residência, no DF”, publicada em 19 de maio de 2012 pelo portal G1
passaro gaiola renata diem Pássaros em gaiolas: chegou o momento da mudança
Encarcerar a liberdade: hábito  / Foto: Renata Diem
Não vou criticar a ação da Polícia Militar do DF. Muito pelo contrário. A corporação está fazendo seu trabalho; cumprindo sua obrigação. O que pretendo, ao destacar essa notícia, é propor uma reflexão.
Não há quem não conheça, no Brasil, pessoas que mantêm pássaros em gaiolas. Seja na cidade grande ou nos vilarejos, em zona urbana ou nas propriedades rurais, o hábito de criar aves em cativeiro está disseminado pelo país. É cultural.
Agora, imagine se as polícias e o Ibama realmente começarem a apreender todas as aves que vivem ilegalmente nas gaiolas e puleiros espalhados pelas casas. Não ia ter lugar para abrigar todos os animais – os centros de triagem e recebimento de animais silvestres já estão precários e superlotados…
A fiscalização e a repressão ao tráfico de animais passam pelas mãos da polícia, mas o problema não será resolvido por essa via. A imprensa noticia tais ações e não cobra do poder público trabalhos efetivos para resolver o problema.
E sabe o porquê não cobra? Por que é ignorante e conhece o tráfico de animais superficialmente.
Ninguém fala ou escreve pela mudança das leis fracas para esse crime ou toca na educação ambiental. Pela necessidade de conscientizar as pessoas de que lugar de bicho é no mato, cumprindo suas funções ecológicas.
charge Junião tráfico 600x450 Pássaros em gaiolas: chegou o momento da mudançaO poder público e a imprensa não mostram para a população que a retirada de 38 milhões de animais silvestres da natureza por ano, no Brasil, pelo tráfico reflete na vida de outros milhões de animais e plantas por causa da importância de cada um na cadeia alimentar, na teia alimentar a que pertence.
O hábito de manter aves em cativeiro é cultural. Mas a cultura não é estática e se modifica de acordo com as mudanças do pensamento humano. E chegou a hora desse traço cultural brasileiro (e mundial) mudar na direção da valorização da vida silvestre livre.

PÁSSARO EM GAIOLA = TRISTEZA


Pássaros em gaiolas: receitas de liberdade

Dizem que passarinho de cativeiro morre se for solto da gaiola. Morre nada, quem diz-quê? Se morrer, livre lá do alto, leva menos tempo para chegar ao céu. Afinal, que graça pode ter um pássaro atrofiado dentro de uma gaiola, tanto para o próprio quanto para quem o vê?
Estou convicta de que, assim como as touradas na Espanha, a cultura da gaiola no Brasil já devia ter acabado. Confesso que gosto de soltar passarinhos dos outros, sem que ninguém me veja. Um delito irresistível. Desde a infância, seguramente, já libertei bem uns 80. Cheguei a comprá-los para soltar, sem saber, ainda criança, que estava alimentando esse mercado cruel. Para isso gastava todo o meu dinheirinho.
Pratiquei muito e posso dizer: existem duas formas de soltar passarinho nessa vida. A mais indicada é virar a gaiola de cabeça para baixo. O passarinho sobe e sai, sem trauma. Mas cuidado: o bebedouro e o alpiste podem derramar. Mas se a gaiola estiver presa ou for grande demais, aí é na raça. Tem de ser rápido: você dá uma olhada geral, mete a mão e torce para o pássaro se debater menos que da última vez. Negociar a liberdade dele seria mais razoável, porém muito arriscado. Se o dono não topar, você não vai mais poder libertá-lo sem levantar suspeitas. E provavelmente o passarinho vai ser trancado num quartinho de castigo, mais seguro. Duas coisas: suavidade e precisão ao agarrá-lo para não machucar as asas, e sair de perto da cena do crime assim que botar a mão no bicho. Depois, dê uma boa olhada nele, um carinho, levante os braços e abra as mãos, simplesmente.
Já os malditos poleiros de papagaios também não fazem sentido, assim como os próprios papagaios cativos. Silvestres, são retirados dos ninhos naturais e não se reproduzem em cativeiro, nem jamais se adaptam a ele. Sofrem muito antes mesmo de chegarem ao primeiro dono. Mesmo assim, soltá-los pode significar uma crueldade ainda maior. De asas cortadas ou atrofiadas pela falta de uso, a maioria não sabe voar, sequer pousar. Caem no chão, batem o bico, e lá ficam.
Pouca gente sabe, papagaios vivem 50, 60 anos. Por isso acabam sempre passados para frente ou abandonados em áreas de serviço frias e deprimentes. Eles morrem mais de tristeza do que de maus-tratos diretos, um tipo de mal de melancolia parecido com o banzo, que mata gente. Ganhei um de herança, há 6 anos. A dona se mudou e não pôde levar o bibelô, que
virou mala-sem-alça. Nunca imaginei ter um, sou contra. Fiquei com ele porque tive medo do que o destino pudesse lhe reservar depois da minha recusa. Sei que as histórias de papagaios são sempre tristes.
Como a maioria, o meu louro teve muitos donos e desventuras. Até onde eu sei, ele ficou três anos preso em uma gaiola de metal com pesadas correntes, para garantir o cativeiro do condenado. Não satisfeito, o antigo dono vinha, como se ele fosse uma galinha, abria suas asas num toco e metia o facão. Depois ele mudou de dono e de grilhão: foi para um poleiro de 20cm por 20cm sem nunca ter sido retirado, confinado em uma garagem de ferramentas escura, sem nenhuma janela “era o quartim”. Puxou 8 anos nessa solitária. Quando me foi dado, o louro estava depenado, seu pescoço estava mole, não emitia nenhum som, não reagia a nenhum estímulo a não ser encolher-se à luz do sol. Foi quando ele conheceu o sítio.
Passou um mês sem sair do mesmo galho, quando comecei a reabilitá-lo. Depois, todos os dias em uma árvore frutífera diferente. A pegada das patas foi ficando mais forte para alcançar outros galhos. Só descia às cinco da tarde, quando esfriava, chamando alguém para levá-lo para dormir no quentinho. Até hoje é assim. Vetei o corte das asas e das unhas, que garantem a firmeza da pegada. Troquei a corrente por uma cordinha de náilon. Mas percebi que atrapalhava seus movimentos e prendia nos galhos. O resgate era sempre difícil. Depois aprendeu a pousar. Hoje ele vive de árvore em árvore, e até se aventura perigosamente fora da cerca, no cerrado. Volta à tardinha. Outro dia tive de procurá-lo, desaparecido havia três dias. Por sorte estava com uma boa senhora, em uma chácara afastada. Prova frutinhas e sementes de todo tipo. Canta muito. Adora uma conversa. Outro dia tinha uma lagarta no bico. Fiquei feliz porque encontrar uma fonte de proteína para o louro era uma preocupação.
A última coisa que fiz foi tirar o anel de metal preso à canela. Esta lhe deformou a pata. Quando ficou completamente livre dos ferros, o louro passou o dia todo olhando para baixo, abrindo e fechando a garra, cantando sem parar. Aí escolhi seu nome: Garrincha, pelo gesto e pelo defeito na canela. O nome de antes, até aquele dia, não fazia sentido. Pavarotti. Mas recentemente descobri que o meu louro é fêmea. Ficou de novo sem nome. Que tal a liberdade?
Fonte: O Eco – www.oeco.com.br
Autora: Carolina Mourão – 28.08.2005

DICA PARA REAPROVEITAR PNEUS VELHOS


439536 Pneus usados na decoração dicas fotos 2 Pneus usados na decoração: dicas, fotosPneus usados na confecção de móveis.
reciclagem se apresenta como uma das formas de mudar a decoração e permite ainda que os moradores façam economia de dinheiro. Ao reaproveitar materiais recicláveis, é possível fazer mudanças criativas e de bom gosto dentro de casa, além de favorecer a criação de um visual personalizado para cada ambiente.
pneu usado, sendo ele de moto, carro ou bicicleta, pode ajudar a compor uma decoração sustentável e moderna. Este objeto que serve para o transporte costuma ficar abandonado no quintal servindo de habitat para mosquitos da dengue, mas através da reciclagem ele pode adquirir uma nova finalidade.
Existem muitas formas de usar pneus velhos na decoração, mas antes de trabalhar com técnicas artesanais, é importante lavar as peças e remover todos os resíduos. Independente se o pneu apresenta muito desgaste, ele contará com uma nova função na estética da casa.


DESCARTE DE PNEU VELHO



Falta de incentivos é problema na hora de descartar pneus

Especialista na área critica postura dos governos

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) entra em vigor no Brasil a partir de 2014, mas um importante material na sociedade, o pneu, já tem leis específicas para o seu descarte. No entanto, esse avanço caminha a passos lentos para sair do papel. De acordo com o engenheiro mecânico Carlos Lagarinhos, doutor no assunto pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a destinação adequada para os pneus inservíveis ainda deixa a desejar no Brasil.
Inservíveis são os pneus que não têm mais utilidades para rodar em automóveis, ônibus ou caminhões. Apesar de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) obrigarem os fabricantes e importadores a dar uma destinação adequada para pneus que não servem mais, as regras não estão surtindo o efeito desejado, principalmente devido à falta de incentivos, de acordo com Lagarinhos.
“No Brasil, as atividades de reutilização não são regulamentadas e não existem incentivos para a reciclagem ou utilização de matéria-prima de pneus inservíveis”, apontou o especialista à Agência Brasil.
De 2002 a abril de 2011, o descarte inadequado correspondeu a 2,1 milhões de toneladas do produto. Nesse período, os importadores de pneus novos cumpriram 97,03% das metas de descarte estabelecidas, os fabricantes, 47,3% e, os importadores de usados, 12,92%.
No país, é possível encontrar pneus jogados em lixões, rios, ruas e, até mesmo, no quintal das casas, o que pode ocasionar problemas ambientais e, até mesmo, de saúde – o mosquito transmissor da dengue, por exemplo, se reproduz em água parada alojada, muitas vezes, em pneus velhos.
Lagarinhos observou que o alto custo da coleta e do transporte de pneus descartados é a principal dificuldade para a destinação correta desse material. Outro problema levantado pelo pesquisador é que há falta de conhecimento dos consumidores sobre o destino que deve ser dado aos pneus usados.
Asfalto-borracha e Reciclanip
Uma das saídas apontadas por Lagarinhos como solução para o problema seria o aproveitamento de pneus usados como componente para asfalto. “De 2001 a 2010, somente 4,9 mil quilômetros foram pavimentados com asfalto-borracha. Existe uma série de vantagens para a sua utilização, como aumentar a vida útil do pavimento em 30%, retardar o aparecimento de trincas e selar as já existentes, e aumentar o atrito entre o pneu e o asfalto, entre outros", explicou. Falta de incentivos também é problema.
Outra forma de amenizar danos é a Reciclanip, onde os fabricantes nacionais se unem para a coleta e destinação adequada. Ela foi criada em 1999 por representantes das empresas Bridgestone, Goodyear, Michelin e Pirelli, e que a partir de 2010 passou a contar com a Continental.
A entidade afirma ter coletado e destinado, de forma ambientalmente correta, o equivalente a 56,3 milhões de unidades de pneus de carro de passeio (280 mil toneladas) de janeiro a outubro de 2011. Segundo a Reciclanip, levando-se em conta o início do trabalho, no ano de 1999, este número chega a 1,82 milhão de toneladas de pneus inservíveis, que corresponde a 364,3 milhões de pneus de passeio.
Ainda segundo a organização, os fabricantes de pneus investiram US$ 154,4 milhões no programa até outubro de 2011.