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31 de agosto de 2012

DOIS ÓTIMOS PENSAMENTOS DE CHICO MENDES

"Não quero flores no meu enterro, pois sei que vão arrancá-las da floresta."
Chico Mendes


"Se descesse um enviado dos céus e me garantisse que minha morte iria fortalecer nossa luta até que valeria a pena.
Mas a experiência nos ensina o contrário. Então eu quero viver. Ato público e enterro numeroso não salvarão a Amazônia. Quero Viver."
Chico Mendes

MAIS SOBRE CHICO MENDES

Quem foi 
Chico Mendes (nome completo: Francisco Alves Mendes Filho) foi um dos mais importantes ambientalistas (pessoas que lutam em defesa da preservação do meio ambiente) brasileiros. Nasceu na cidade de Xapuri (estado do Acre) no dia 15 de dezembro de 1944. Trabalhou na região da Amazônia, desde criança, com seu pai, como seringueiro (produzindo borracha). Tornou-se vereador e sindicalista.
Principais momentos de sua vida:
- 1975 – É fundado o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia. Chico Mendes aceitou o convite para ser secretário geral da instituição.
- 1976 – Começou a organizar os seringueiros para lutarem em defesa da posse de terra.
- 1977 – Participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Neste mesmo ano, foi eleito vereador pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro)
- 1978 – Começou a receber ameaças dos fazendeiros locais, descontentes com sua atuação sindical.
- 1980 – Participou da fundação do Partidos dos Trabalhadores (PT), tornando-se dirigente do partido no estado do Acre. Neste mesmo ano, foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional a pedido de fazendeiros da região, que o acusavam de envolvimento no assassinato de um capataz de uma fazenda. Foi absolvido por falta de provas.
- 1981 – Tornou-se presidente do Sindicato de Xapuri.
- 1982 – Candidatou-se a deputado estadual pelo PT, porém não conseguiu eleger-se.
- 1985 – Organizou o 1º Encontro Nacional de Seringueiros. Participou da fundação do CNS (Conselho Nacional dos Seringueiros). Participou da proposta do “União dos Povos da Floresta”, que previa a união dos interesses dos seringueiros e indígenas na defesa da floresta amazônica.
- 1987 – Recebeu em Xapuri uma comissão da ONU (Organização das Nações Unidas), mostrando a devastação causada na floresta amazônica por empresas financiadas pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Após levar as denúncias ao senado dos Estados Unidos, o BID suspendeu os financiamentos a estas empresas.
- 1987 – Recebeu vários prêmios na área de ecologia e meio ambiente em função de sua luta em defesa da floresta amazônica e de seus povos nativos. O mais importante destes prêmios foi o “Global 500”, entregue pela ONU.
- 1988 – Participou da criação das primeiras reservas extrativistas no Acre. Foi eleito suplente da direção nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores) durante o 3º Congresso Nacional da CUT.
- 22 de dezembro de 1988 – Chico Mendes foi assassinado na porta de sua casa. Deixou esposa (Ilzamar Mendes) e dois filhos pequenos (Sandino e Elenira).
 


Bibliografia indicada:


- Chico Mendes - um povo da floresta  Autor: Martins, Edilson
  Editora: Garamond
  Temas: Biografia, Memórias, Meio Ambiente
- Chico Mendes  Autor: Criado, Alex
  Editora: Salesiana
  Temas: Biografia, Meio Ambiente
- A História de Chico Mendes para crianças  Autor: Reis, Fátima
  Editora: Prumo

PESSOAS QUE DISSERAM "EU POSSO": CHICO MENDES


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Pobre e iletrado, o pai de Chico Mendes ganhava a vida extraindo látex das seringueiras na floresta amazônica. Aos nove anos, o garoto Francisco Alves Mendes Filho também entrou para a profissão de seringueiro: era sua única opção, já que lhe foi negada a oportunidade de estudar. Até 1970, os donos da terra nos seringais não permitiam a existência de escolas. Chico só foi aprender a ler aos 20 anos de idade.

Indignado com as condições de vida dos trabalhadores e dos moradores da região amazônica, tornou-se um líder do movimento de resistência pacífica. Defensor da floresta e dos direitos dos seringueiros, ele organizou os trabalhadores para protegerem o ambiente, suas casas e famílias contra a violência e a destruição dos fazendeiros, ganhando apoio internacional.

Fundou o movimento sindical no Acre em 1975, com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia. Participando ativamente das lutas dos seringueiros para impedir desmatamentos, montou o Conselho Nacional de Seringueiros, uma organização não-governamental criada para defender as condições de vida e trabalho das comunidades que dependem da floresta.

Chico Mendes também atuou na luta pela posse da terra contra os grandes proprietários, algo impossível de se pensar na região amazônica até os dias de hoje. Dessa forma, entrou em conflito com os donos de madeireiras, de seringais e de fazendas de gado.

Participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, em 1977, e foi eleito vereador para a Câmara Municipal local, pelo MDB, único partido de oposição permitido pela ditadura militar que governava o país (1964-1985). Nessa época, Chico sofreu as primeiras ameaças de morte por parte dos fazendeiros. Ao mesmo tempo, começou a enfrentar vários problemas com seu próprio partido: o MDB não era solidário às suas lutas.

Em 1979, o vereador Chico Mendes lotou a Câmara Municipal com debates entre lideranças sindicais, populares e religiosas. Lembre-se: era tempo de ditadura militar. Foi acusado de subversão e passou por interrogatórios nada suaves. Foi torturado secretamente e, como estava sozinho nessa luta, não podia denunciar o fato, ou seria morto.

Foi assim, em busca de sustentação política, que decidiu ajudar a criar o Partido dos Trabalhadores (PT), tornando-se seu dirigente no Acre. Um ano depois de ser torturado, foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional, acusado de ter participado da morte de um fazendeiro na região que assassinara o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Brasiléia.

Em 1982, tornou-se presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Xapuri e foi acusado de incitar posseiros à violência, mas foi absolvido por falta de provas.

Quando liderou o Encontro Nacional dos Seringueiros, em 1985, a luta dos seringueiros começou a ganhar repercussão nacional e internacional. Sua proposta de "União dos Povos da Floresta", apresentada na ocasião, pretendia unir os interesses de índios e seringueiros em defesa da floresta amazônica. Seu projeto incluía a criação de reservas extrativistas para preservar as áreas indígenas e a floresta, e a garantia de reforma agrária para beneficiar os seringueiros.

Transformado em símbolo da luta para defender a Amazônia e os povos da floresta, Chico Mendes recebeu a visita de membros da Unep (órgão do meio ambiente ligado à "Organização das Nações Unidas), em Xapuri, em 1987. Lá, os inspetores viram a devastação da floresta e a expulsão dos seringueiros, tudo feito com dinheiro de projetos financiados por bancos internacionais.

Logo em seguida, o ambientalista e líder sindical foi convidado a fazer essas denúncias no Congresso norte-americano. O resultado dessa viagem a Washington foi imediato: em um mês, os financiamentos aos projetos de destruição da floresta foram suspensos. Chico foi acusado na imprensa por fazendeiros e políticos de prejudicar o "progresso do Estado do Acre".

Em contrapartida, recebeu vários prêmios e homenagens no Brasil e no mundo, como uma das pessoas de mais destaque na defesa da ecologia.

Casado com Ilzamar e pai de Sandino e Elenira, Chico realizaria alguns de seus sonhos, ao assistir à criação das primeiras reservas extrativistas no Acre. Também conseguiu a desapropriação do Seringal Cachoeira, de Darly Alves da Silva, em Xapuri. Foi quando as ameaças de morte se tornaram mais frequentes: Chico denunciou o fato às autoridades, deu nomes e pediu proteção policial. Nada conseguiu.

Pouco mais de um ano após sua ida ao Senado dos Estados Unidos, o ativista acabava de completar 44 anos quando foi assassinado na porta de sua casa. Em 1990, o fazendeiro Darly Alves da Silva e seu filho, Darci Alves Pereira, foram julgados e condenados a 19 anos de prisão, pela morte de Chico Mendes.

Em dezembro de 2008, vinte anos depois de sua morte, por decisão do Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 11 de fevereiro de 2009, Chico Mendes foi anistiado em todos os processos de subversão que corriam contra ele, e sua viúva Ilzamar Mendes teve direito a indenização. Na ocasião, o ministro da Justiça, Tarso Genro, declarou: "Chico Mendes era um homem à frente de seu tempo, um homem que construiu um amplo processo civilizatório. Hoje, o estado está pedindo desculpas pelo que fez com ele. Chico Mendes foi importante para o Acre e para o Brasil."

29 de agosto de 2012

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BIKE-BOYS, SERVIÇO MUITO SUSTENTÁVEL!

Há alguns anos o país vem sofrendo com a quantidade de carros e motociclistas que circulam diariamente pelas ruas. O Brasil tem o maior número de motoboys do mundo - dados do Sindimoto – SP (Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo). Em todo o país são mais de 900 mil motoboys e só no estado de São Paulo estão localizados 500 mil deles. Os números são alarmantes, diante do momento que o mundo vive com a preocupação com o impacto ambiental causado pela emissão de carbono.

A alternativa encontrada por algumas companhias para contribuir com uma logística mais sustentável, foi a adoção de empresas de serviços de entrega feitos por ciclistas. Ao invés dos tradicionais motoboys, estas empresas utilizam bikeboys, para realizar os serviços de busca e entrega. O serviço funciona da mesma maneira: o cliente liga para a empresa, solicita o serviço e o entregador, usando bicicleta e capacete, sai para fazer as entregas. O serviço possui suas vantagens e desvantagens.
Entre os benefícios está o preço mais em conta da entrega e a poluição zero. Porém, entre as complicações está a dificuldade de realizar entrega e o tempo mais longo para lugares mais afastados.
A iniciativa é valida a partir do momento em que as motocicletas são doze vezes mais poluentes do que os carros. Enquanto, em um carro zero, a gasolina lança no ar 0,4 gramas de monóxido de carbono, por quilômetro rodado; uma moto nova emite 6 gramas na mesma distância. As motos, inclusive, são mais poluentes que os ônibus.
Uma pesquisa realizada pelos Programas de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores mostrou que uma moto emite mais monóxido de carbono e hidrocarbonetos que um ônibus - em valores absolutos. Por isso, Bike boys, alternativa sustentável, mas vale revisar as normas gerais de circulação e conduta para ciclistas.

DICAS PARA SER SUSTENTÁVEL EM NOSSA CASA

Eco casa
Todos estamos querendo ou não caminhando para uma vida mais sustentável, o consumismo faz com que os recursos não renováveis de nosso planeta fiquem cada vez mais escassos, causando um aumento no preço das matérias primas. Pelo lado ecológico, quanto mais consumo mais produtos vão para os lixões, se não tornar grande parte desse lixo reciclável e reutilizável poderemos em breve não ter mais espaço para tanto lixo, coisa que já ocorre em alguns países da Europa.


Quem quer ter uma postura mais sustentável em casa precisa tomar alguns cuidados. Julio Erthal, gerente da empresa SustentaX, enumera 12 questões importantes:
1) Selecionar equipamentos como geladeira e ar-condicionado com fluidos refrigerantes sem CFC, HCFC e halons – compostos cuja emissão causam dano à camada de ozônio
2) Economizar energia, comprando produtos com selo Procel com nível A na “Etiqueta de conservação de Energia INMETRO”, desenvolvida pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica que indica níveis de eficiência energética
3) Dar preferência a lâmpadas fluorescentes ou leds, que apresentam baixo consumo de energia
4) Buscar a segmentação da iluminação, evitando que um só interruptor acenda tudo
5) Economizar água instalando válvulas de descarga com duplo fluxo (de 3 e 6 litros), para líquidos e sólidos. É aconselhável instalar também torneiras com sensor na pia do banheiro
6) Optar por prédio que faz a separação e a destinação correta dos resíduos, incluindo a do óleo de cozinha
7) Exigir dos fornecedores de madeira o Documento de Origem Florestal (DOF), emitido pelo IBAMA, e o selo de manejo florestal Forest Stewardship Council (FSC)
8) Dar preferência a produtos regionais, para evitar o transporte, o que reduziria a emissão de gases de efeito estufa e estimularia a economia local
9) Utilizar lâmpadas com baixo teor de mercúrio, substância altamente prejudicial à saúde e ao meio ambiente
10) Comprar tintas, vernizes, colas, selantes, compensados, pisos e laminados com baixos índices de compostos orgânicos voláteis – poluentes emitidos no processo de fabricação desses produtos
11) Buscar projetos que tenham ventilação cruzada, com entrada e saída diferentes do ambiente, favorecendo o trânsito de ventos e a renovação do ar, o que garante o conforto térmico do imóvel.
12) Escolher projetos que trabalham a orientação solar, aproveitando ao máximo a iluminação natural ao longo do dia. Isso evita com que a luz seja acesa sem necessidade.


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/sustentabilidade/dicas-para-sua-casa-ser-sustentavel/

27 de agosto de 2012

NOVAS IDÉIAS PARA MANTER UMA HORTA EM CASA


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PARA ESPAÇOS MAIORES
O escritório nova-iorquino Analog Modern resolveu a questão das hortas domésticas com um móvel para ser colocado como uma ilha na cozinha (como nas cozinhas americanas) e que, em vez de panelas, é capaz de guardar hortaliças, que ficam à mão. A Hidroponic Kitchen Island tem alta tecnologia embutida: são até 30 plantas mantidas por um sistema de hidroponia, iluminado por um painel de LED e com ventiladores automáticos, que garantem ar fresco, água e luz para suas mudas crescerem saudáveis. Segundo Peter Buley, um dos responsáveis pelo projeto, é possível cultivar folhagens, ervas e temperos. "O espaço para crescimento de cada planta é de cerca de 65 cm, então nada de tomates por aqui. Tomate-cereja, talvez", diz. O móvel não está à venda ainda, mas o custo, segundo Buley deve girar em torno de 3000 a 6000 dólares, dependendo dos materiais e do tamanho escolhidos.

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PARA ESPAÇOS PEQUENINOS
A Green Wheel, um projeto do escritório milanês DesignLibero, une tecnologia com agricultura urbana, em uma horta-conceito desenvolvida pela Nasa. Montada sobre uma roda, que mais parece um ventilador moderno, o canteiro é hidropônico, feito de fibra de coco e alimentado por um sistema automático de irrigação. Durante o dia, a horta vai girando, aproveitando a física para a boa produtividade. "A gravidade age no crescimento da planta. Enquanto elas estão sendo colocadas para cima e para baixo, crescem com estrutura mais forte e ganham altura", diz Libero Rutilo, designer do produto. Ainda em fase de protótipo, a Green Wheel deverá interagir com smartphones e iPads, por meio de um aplicativo que permita ao agricultor moderno acompanhar o crescimento de suas mudas e até regá-las à distância.


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24 de agosto de 2012

LÂMPADAS INCANDECENTES COMEÇAM PERDER ESPAÇO... ATÉ QUE ENFIM!!!


As velhas lâmpadas incandescentes estão com os dias contados. Em seu lugar, surgem novos tipos mais eficientes e econômicos. Fique por dentro dos prós e dos contras de cada modelo e faça a escolha certa

É bem provável que em sua casa exista mais de um tipo de lâmpada. Desde o apagão, em 2001, fontes de luz mais econômicas como as halógenas, as fluorescentes e, recentemente, as de LED viraram visitantes permanentes de espaços íntimos da morada, das áreas externas e dos escritórios. Se num primeiro momento a busca por novas formas de iluminar a casa foi uma alternativa para diminuir a conta no fim do mês ou reduzir a onda de desperdícios, em 2016, isso se tornará lei.

A partir deste ano, a comercialização e a fabricação das lâmpadas incandescentes comuns, que não atingirem o mínimo de eficiência exigida pelo governo, serão proibidas no Brasil. A ideia é reduzir a zero a utilização das "amarelinhas", ao menos no uso doméstico, uma vez que elas ainda são maioria nas residências do país. "Mesmo com uma maior conscientização por parte do consumidor desde a crise energética, cerca de 300 milhões de lâmpadas comuns ainda são comercializadas no país", diz Isac Roizenblatt, diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Ou seja: o baixo custo e a boa luminosidade desse tipo de lâmpada ainda pesam na decisão de compra. Porém, como veremos adiante, sua durabilidade é baixíssima e a energia gasta é elevada ¿ mau para o bolso e para o planeta que precisa produzir mais energia para suprir a demanda.

Mas, a ideia não é somente adotar as versões econômicas que, nem sempre, trazem o conforto e o aconchego emitidos pela luminosidade das amarelas. É preciso conhecer as características de cada modelo, para então decidir pela melhor opção. "É importante fazer um planejamento e avaliar o local que será iluminado", explica Adriana Fernandes, coordenadora do departamento de designer da loja La Lampe, em São Paulo. O ideal é mesclar luzes e tipos diferentes, tendo a consciência de que não há uma única melhor em todos os sentidos, pois cada espaço tem uma demanda diferente de iluminação.

CADA UMA NO SEU QUADRADO Além da economia, é claro, um importante aspecto que deve ser levado em conta na hora de comprar uma lâmpada são as alternativas de reciclagem disponíveis no mercado. "Por serem compostas basicamente de alumínio e vidro, as incandescentes devem ser descartadas preferencialmente como material reciclável", orienta Eduardo Sebben, diretor superintendente da Apliquim Recicle Brasil, empresa especializada em descontaminação e reciclagem de lâmpadas. Como ainda não existem procedimentos e tecnologia específicos para o descarte das lâmpadas de LED, elas devem ser descartadas como lixo eletrônico, pois contêm diversos componentes eletrônicos.

O maior problema reside nas lâmpadas fluorescentes, cujo uso tem crescido ano a ano e que podem oferecer danos à nossa saúde e ao meio ambiente. "O mercúrio inorgânico presente nessas lâmpadas não está em sua forma mais tóxica, mas em contato com o meio ambiente (aterros e lixões) pode se transformar na forma orgânica contaminando o solo e os lençóis freáticos", explica Bruno Carneiro, engenheiro químico do Departamento de Meio Ambiente do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas, no Pará. Segundo ele, esse mercúrio orgânico chega a nós por meio dos alimentos (em especial os peixes) podendo, em excesso, causar doenças relacionadas ao sistema nervoso central.
 

23 de agosto de 2012

CULTIVANDO LEGUMES, VERDURAS E HORTALIÇAS EM CASA

1. PROVIDENCIE OS UTENSÍLIOS BÁSICOS
Pá:
Para abrir as covas na terra.
Tesoura: Para podar as plantas.
Luvas: Para evitar pegar doenças como toxoplasmose, encostar em fungos ou pragas, ou se machucar em espinhos.
Palitos de churrasco: Para apoiar as mudas que estão crescendo.
Fechos de embalagens como as de pão de forma: Para prender as mudas nos palitos.

2. PREPARE O SOLO
Misture metade de terra e metade de composto orgânico ou húmus de minhoca (espécie de "vitamina" para a planta). Cave buraquinhos na distância indicada para cada espécie. Se a horta estiver em vasos, ponha pedras ou cacos de cerâmica no fundo, para a água escoar mais facilmente.

3. PLANTE SUA HORTALIÇA FAVORITA
Para ter sucesso na empreitada, respeite o calendário de plantio (verifique na tabela da próxima página a época recomendada para cada hortaliça). E não deixe as plantas no breu. Quanto mais escuro for o lugar, mais perto da janela as mudas devem ser colocadas.

4. LEMBRE-SE DE REGAR Para saber a frequência, nada melhor do que usar o "dedômetro". Se a terra não estiver seca, deixe o regador no armário. Planta encharcada fica fraca e propensa a ter doenças, como fungos - pratinhos embaixo de vasos, portanto, devem ser abolidos.

5. APOSTE EM REPELENTES NATURAIS
Inseticidas também matam os bichinhos do bem - por exemplo, exterminar as lagartas vai acabar com as borboletas. Além das opções orgânicas, você pode plantar cravo-de-defunto. Outro modo de afastar pragas é atrair passarinhos.

CALENDÁRIO DE PLANTIO

PRAGAS MAIS COMUNS
Cochonilha

Parecida com um besourinho marrom ou uma bolinha de algodão, come os brotos das plantas.

Lagarta
Filhote de borboleta, ela gosta de folhas durinhas, como as da escarola ou da couve-manteiga.

Lesma e caracol Com descrições dispensáveis, também comem flores, além das folhas.

Pulgão
Espécie de formiguinha verde ou preta, detona brotos, folhas, flores e frutas.

GUARDA ROUPA SUSTENTÁVEL

As marcas líderes de roupas ecológicas tiveram um crescimento de 70% nas vendas em 2006. Esse é o resultado de uma pesquisa feita no Reino Unido e divulgada pelo jornal Daily Telegraph. O que nós temos com isso? Muito. A indústria têxtil está entre as quatro que mais consomem recursos naturais, como água e combustíveis fósseis, de acordo com o Environmental Protection Agency, órgão americano que monitora a emissão de poluentes no mundo. Somente a cultura de algodão é responsável por cerca de 30% da utilização de pesticidas na Terra, contaminando o solo e os rios. Ou seja, a busca por matérias-primas alternativas e renováveis é hoje um dos principais desafios do setor. E está mais do que na hora de o Brasil - e nós, consumidoras brasileiras - entrar para valer nessa moda verde. O bom é que já tem gente daqui fazendo bonito.

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A grife brasileira Osklen, do Rio de Janeiro, desde sua criação, em 1989, experimenta novos usos para materiais já conhecidos. No momento, a marca desenvolve uma sandália de dedo feita de PVC reciclado e também uma sacola de juta que levará dois anos para se degradar no meio ambiente - tremenda conquista, se comparada aos 100 anos necessários, no mínimo, para a degradação natural de uma sacola plástica.
"Tem gente que já chega às nossas lojas perguntando pelos produtos ecológicos", conta Nina Braga, diretora do Institutoe, vinculado à grife. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos idealizada pelo estilista Oskar Metsavaht, criador da marca, que mapeia matérias-primas de origem sustentável no país. "Nosso objetivo é oferecer informação para que outras marcas possam trabalhar com materiais que respeitam a biodiversidade, como tecidos orgânicos, artesanato produzido por cooperativas e reciclados", esclarece Nina. Metsavaht também apoiou um projeto para monitorar baleias por satélite desenvolvido pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em 2005, e a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, em 2006. Além dele, estilistas como Gloria Coelho, Lino Villaventura e Fause Haten já criaram peças com materiais sustentáveis: sim, é possível preservar a natureza com elegância.
IMPACTO NO BOLSO
Por enquanto, é preciso mais do que consciência ambiental para optar pela moda ecológica. Devido à escala de produção pequena e à oferta inconstante de matéria-prima, boa parte desses produtos é cara. Uma camiseta de algodão feita de tecido orgânico, por exemplo, custa três vezes mais do que uma produzida pelos métodos tradicionais. Mas algumas iniciativas começam a mudar esse panorama.
Desde o ano passado, parceria entre Hanesbrands, dona da marca Zorba no Brasil, a rede varejista Wal-Mart e a Embrapa permite a fabricação de roupas sustentáveis a preços populares. São camisetas, calcinhas, cuecas e bodies para bebês confeccionados com algodão cru ou orgânico, além de outras fibras, como o bambu. "O Brasil ainda não tem auto-suficiência em produção de algodão orgânico", explica Adriana Ramalho, diretora de desenvolvimento do Wal-Mart. "Por isso, buscamos fibras alternativas. A estratégia é colaborar com a produção e o desenvolvimento de novas tecnologias e manter o preço acessível para ganhar em escala. Assim, tentamos romper com o padrão de que a roupa ecologicamente correta precisa custar mais."
Com o crescente interesse do público - a cueca de fibra de bambu vendeu 20% acima da expectativa -, a empresa promete novidades com outras fibras em estudo, como o milho e a soja. "É uma tendência ligada à democratização da moda e à consciência ambiental. A camiseta mais vendida da linha é a que traz o símbolo da reciclagem. Isso mostra que as pessoas querem ser vistas como antenadas, já que ser sustentável está na moda", diz Milena Rossi, coordenadora de estilo do Wal-Mart.
No caso do bambu, que também substitui o algodão em 26 modelos da coleção da marca carioca Redley, as vantagens ambientais são evidentes: uma plantação de pinus leva sete anos para produzir 3 mil árvores; já o bambu precisa de três anos para produzir 10 mil árvores no mesmo espaço, ainda dispensa o uso de pesticidas, não causa erosão e só requer água para crescer. Mas os especialistas alertam: nem sempre as roupas feitas de fibras alternativas podem ser consideradas "produtos sustentáveis". Se o cultivo implicar a derrubada de florestas, envolver mão-de-obra infantil, exploração de trabalhadores rurais ou exigir muito combustível no transporte, os danos ambientais e sociais anulam os benefícios. Por isso, informação é fundamental para quem quer comprar produtos ecológicos.

17 de agosto de 2012

15 BOAS DICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA EM CASA

O consumo de energia elétrica nos países em desenvolvimento, como o Brasil, cresce anualmente 8 vezes mais que nos países ditos desenvolvidos. Esse aumento de consumo é devido à modernização da agricultura, à automatização das indústrias e ao aumento do poder aquisitivo da população brasileira, que está comprando mais bens de consumo e vivendo mais confortavelmente.
Esse crescimento tem um preço, que é a necessidade de investimento em mais e mais infraestrutura para geração e distribuição de energia. Mas se cada pessoa economizar de 10 a 20% da energia que consome diariamente, reduziremos muito o risco de apagão!
Que tal fazer também a sua parte? Conheça algumas dicas super práticas para economizar energia elétrica em sua casa!

Dicas práticas para economizar energia elétrica


Utilize lâmpadas mais econômicas (aprenda diferenciar as lâmpadas);
Use a luz natural, através de clarabóias, grandes aberturas, iluminação zenital, prateleiras de luz, etc. Coloque as mesas de trabalho e de leitura próximas às janelas;
Pinte os ambientes de cor clara, especialmente os tetos, que refletem e espalham a luz pro todo o ambiente;
Use fotocélulas nos ambientes externos, assim as luminárias só acendem à noite (como nos postes de iluminação pública);
Nos corredores, escadas e outros locais de passagem, onde não há longa permanência de pessoas, instale temporizadores ou sensores de presença embutidos em lâmpadas;

Utilize dimmers, que controlam a intensidade da luz (além de economizar, ainda pode criar um clima na casa!);

Mantenha os lustres e globos transparentes bem limpos, assim não vai gastar energia à toa;

Não deixe as luzes acesas em ambientes onde não tem ninguém;
Compre equipamentos com o selo Procel de Economia de Energia, de preferência da Categoria A;
Instale um sistema solar de aquecimento de água (veja nosso post sobre esse assunto);
Mantenha limpos os filtros dos condicionadores de ar e evite deixar o aparelho ligado quando o ambiente estiver desocupado;
Não instale fogão e geladeira lado a lado, pois um atrapalha o desempenho do outro;
Não forre as prateleiras da geladeira, isso dificulta a passagem do ar, gastando mais energia;
Evite usar equipamentos de alto consumo, como ferro de passar roupa e chuveiro elétrico, nos horários de pico;
Para subir 1 ou 2 andares, evite o elevador, procure usar a escada, contribuindo também para sua saúde.

OUTROS PRODUTOS ORGÂNICOS

Quando se ouve a palavra orgânico, a primeira coisa que vem na cabeça são frutas, verduras, legumes e cereais, certo?
     De certa forma, sim! Porém, este sistema de produção ultrapassa a barreira dos campos de cultivo de vegetais e pode se tornar uma escolha muito mais presente em nosso dia a dia. Basta optarmos!
     Para isso, irei apresentar nesta postagem algumas outras coisas que já podemos encontrar orgânicas no mercado à disposição:

     – Cosméticos Orgânicos:Face_Moisturizer-300x225
     Já falamos deste item aqui no blog. O cosmético orgânico possui uma porcentagem variada de ingredientes certificados, dependendo do selo. Eles não possuem matéria-prima sintética, derivados de petróleo (como silicone e óleos minerais) ou produtos geneticamente modificados e testados em animais. Também são livres de agrotóxicos. Agridem menos a natureza ao longo da cadeia produtiva – os resíduos, por exemplo, são mais suaves que os da indústria tradicional. Além disso, há o apelo de valorizar a vida das comunidades envolvidas na produção.

organiccottoncolors     – Algodão Orgânico:
     Você já pensou em se vestir de forma orgânica? Sim, isso é possível, graças a produção de algodão orgânico.
     O algodão orgânico é obtido através de sistemas sustentáveis no tempo e no espaço, mediante o manejo e a proteção dos recursos naturais, sem a utilização dos agrotóxicos, adubos químicos e outros insumos prejudiciais.



     – Carne Orgânica:
 untitled    A carne orgânica é produzida com animais que, desde o nascimento, recebem rações com matérias-primas livres de agrotóxicos, adubos químicos, antibióticos ou hormônios de crescimento. E, com exceção das vacinas, obrigatórias, nada do que é usado nos tratamentos veterinários pode ter ingredientes sintéticos. Se adoecem, só são permitidos remédios fitoterápicos e homeopáticos.

CARNE ORGÂNICA

A carne orgânica certificada é uma carne produzida a partir de um sistema produtivo ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável.

Este sistema produtivo passa por auditoria e certificação, garantindo que carne é produzida da maneira mais natural possível, isenta de resíduos químicos e com preocupação socioambiental.

Qual a diferença entre a carne orgânica e a tradicional?

Na aparência, a carne orgânica assemelha-se às carnes bovinas convencionais encontradas facilmente nas casas de comercialização. A diferença está no modo de produção, que garante um produto de qualidade muito superior.

Quais as vantagens para a saúde?
Ao adquirir carne orgânica certificada, o consumidor tem a garantia de que está levando para casa um alimento completamente isento de resíduos químicos, pois a carne é produzida da maneira mais natural possível, com os animais sendo tratados principalmente com medicamentos fitoterápicos e homeopáticos, vacinados e alimentados com pastos isentos de agrotóxicos. O processo de produção desta carne diferenciada garante o consumo de um alimento seguro e saudável.

Quais as vantagens para o meio ambiente?
A carne orgânica é produzida em fazendas de criação de gado certificadas, que seguem normas rígidas de certificação orgânica, que determinam um sistema de produção ambientalmente correto.

Estas normas exigem primeiramente que os produtores cumpram a legislação ambiental, o que garante a proteção das áreas naturais obrigatórias que devem existir dentro de uma propriedade rural, tais como as matas nas beiras dos rios.

Além do cumprimento da legislação ambiental, a certificação exige a proteção de nascentes e de corpos d`água, proíbe a utilização de fogo no manejo das pastagens, e por ser um sistema que proíbe o uso de agrotóxicos e químicos, evita a contaminação do solo e dos recursos hídricos localizados dentro da unidade produtiva.

Desde quando o Brasil produz carne orgânica?
O Brasil tem um histórico de aproximadamente 10 anos na produção de carne orgânica, mas só nestes últimos três anos a cadeia produtiva vem se estruturando comercialmente.

O objetivo é atender à demanda cada vez maior por alimentos que garantam a segurança alimentar, a proteção ao meio ambiente e a dignidade social.

Por que a carne orgânica é pouco consumida no Brasil?
A carne orgânica ainda não é bastante conhecida e consumida no Brasil, pois somente agora vêm sendo explorada de maneira comercial. É uma cadeia produtiva em estruturação, sendo que uma das prioridades é a de esclarecer ao consumidor as vantagens do produto em relação às carnes convencionais.

De maneira geral, todos os produtos orgânicos são ainda pouco conhecidos. Eles são entendidos pela população como produtos sem agrotóxicos, mas, na verdade, possuem critérios ambientais e sociais importantíssimos em seus sistemas produtivos.

Onde encontrar carne orgânica?
Atualmente, no Brasil, somente uma indústria tem comercializado carne orgânica certificada, produzida por duas associações de produtores de carne orgânica localizadas na Bacia Hidrográfica do Pantanal, a Associação Brasileira de Produtores de Animais Orgânicos (ASPRANOR), no estado do Mato Grosso, e a Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), no estado do Mato Grosso do Sul.

Os cortes de carne orgânica podem ser encontrados nas capitais de estados como, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, em grandes redes varejistas.

16 de agosto de 2012

AGRICULTURA ORGÂNICA #3

Produto orgânico é um alimento sadio, limpo, cultivado sem agrotóxicos e sem fertilizantes químicos.
Eles provêm de sistemas agrícolas baseados em processos naturais, que não agridem a natureza e mantêm a vida do solo intacta.

As técnicas usadas para se obter o produto orgânico incluem emprego de compostagem, da adubação verde, o manejo orgânico do solo e da diversidade de culturas, que garantem a mais alta qualidade biológica dos alimentos.
O produto orgânico é completamente diferente do produto da agricultura convencional, que emprega doses maciças de inseticidas, fungicidas, herbicidas e adubos químicos altamente solúveis.

Esses agroquímicos fazem com que os alimentos tenham baixo valor nutricional e, em sua toxicidade pode estar a causa de muitas doenças, que afetam o homem, em proporção crescente. Além do mais, esses agroquímicos contaminam o ambiente, poluindo a água, o ar, a terra, a flora e a fauna.
A Agricultura Orgânica é o modo verdadeiramente científico e respeitoso de produzir alimentos saudáveis e assegurar a integridade do meio ambiente.

ALGUMAS RAZÕES PARA CONSUMIR PRODUTOS ORGÂNICOS
Seu sabor é melhor - O sabor é pessoal, porém existem certos critérios determinados por "degustadores" que afirmam que os alimentos orgânicos possuem mais "gosto" que os alimentos produzidos pelo sistema convencional.
É mais saudável - Os produtos orgânicos crescem sem pesticidas e fertilizantes químicos sintetizados artificialmente. Muitas pessoas possuem hábitos de descascar a cenoura para o preparo de uma salada, devido à possibilidade de ingestão de pesticidas presentes em sua casca. Escolhendo os produtos orgânicos, o consumidor usufrui na totalidade as frutas e vegetais sem a preocupação com o consumo de pesticidas.

São produtos livres de organismos geneticamente modificados - A prática da engenharia genética cria novas formas artificiais de vida que não possuem um desenvolvimento natural. Este processo visa extrair e enxertar genes de uma espécie em outra, para criar novos tipos de safras e animais, objetivando assim uma melhor produtividade e colheita. O assunto é polêmico e ninguém pode afirmar categoricamente sobre os efeitos destes alimentos na genética dos nossos filhos e netos.

É uma cultura que está em harmonia com o meio ambiente - Fertilizantes artificiais e pesticidas são levados aos rios, lagos e lençóis freáticos através das chuvas e/ou irrigação. Traços de pesticidas são encontrados em peixes, gado e outros animais que se nutrem destas águas.
É uma agricultura sustentável - Nos anos 90 foi bem difundida a cultura de "usar o solo até esgotá-lo". Em uma fazenda orgânica as gerações futuras podem usufruir da terra e seus benefícios, pois este tipo de cultura nutre o solo, alimentado-o naturalmente com produtos originados por compostagem e estercos.

É mais nutritivo - Alimentos frescos orgânicos normalmente possuem menor teor de água em sua composição, quando comparado com os alimentos convencionais (aproximadamente 20% menos). Isto significa que os nutrientes estão mais concentrados. Assim como o conteúdo de açúcar, motivo do sabor mais adocicado dos vegetais orgânicos. Produções orgânicas tendem a ter maiores níveis de vitaminas, como em tomates orgânicos, que contêm 23% mais vitamina A do que os convencionais.

IMPORTANTE: O fato de ser um alimento orgânico não elimina a necessidade de lavarmos e desinfetá-los, pois etapas como a água de rega, contato com a terra, manuseio humano e o transporte, são fontes naturais de contaminação.